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quarta-feira, 23 de novembro de 2016

Classificação da agressividade canina:

Comportamentos agressivos são absolutamente normais e têm causas variadas portanto, por mais bonzinho que seja, qualquer animal pode se apresentar agressivo e morder, dependendo da situação. Cabe às pessoas serem responsáveis, aprendendo a identificar os sinais de stress e respeitando o sentimento dos animais, para que todos possam ter uma convivência pacífica e sem acidentes. 


Observa-se que a freqüência maior de acidentes ocorre porque as pessoas não percebem que estão, de alguma maneira, tendo atitudes provocativas e os animais respondem a essa “provocação” com agressão. A agressividade canina pode ser dividida pela característica e comportamento que o animal  expressa, assim a agressividade pode ser: 
Por dominância: é o tipo de agressividade mais comum e manifesta-se quando o cão sente que posição hierárquica está ameaçada por um membro do grupo (matilha). O cão mais dominante é chamado “alfa” e conquista o direito de ter sempre a primeira escolha, seja a hora de õ comer, acasalar escolher abrigo ou ter atenção. Ao encarar a família como seu grupo social, o cão busca uma posição dentro dessa estrutura e não encontrado limites assume a posição de líder (alfa). Essa distribuição de posições não se mantém estática e o cão continua testando seus limites. Os sinais sutis da dominância, expressões faciais, posturas corporais, emissões de sons, podem passar despercebidos pela família até o momento em que o animal morde, revelando que se vê como dominante, como a posição “alfa”, de líder na relação. O proprietário não entendendo a progressão do comportamento agressivo, culpa o cão por morder, aparentemente sem razão. Pode ocorrer também a denominada, posição “beta”, ou seja, o cão respeita apenas um individuo do grupo familiar a quem ele considera como seu dono, seu líder, e aos demais Tenta se impor demonstrando agressividade por considerá-los submissos. 
Por medo: a agressividade por medo ocorre quando o cão amedrontado, pode se sentir ameaçado ou acuado, seja por temer a uma situação nova ou porque a pessoa ou situação remete um episódio anterior que lhe foi desagradável. 
Por influência hormonal: nos machos, os hormônios masculinos estimulam a competição e contribuem para desencadear a agressividade por dominância, em fêmeas no cio também podem brigar entre si. 
Territorial: diz respeito ao estabelecimento dos espaços de ocupação do cão como um individuo ou na matilha. Este espaço varia de acordo com a circunstâncias por exemplo: mesmo quando o cão está passeando na rua uma área de aproximadamente um metro e meio ao seu redor ou ao redor dele ou de seu dono podem ser considerados espaço territorial. 
Alimentar ou predatória: o instinto de caçador, presente em todos os cães, se manifesta no habito de perseguir e abater as presas. Esse tipo de agressividade apresenta-se mais freqüentemente contra outros animais. Os alvos mais comuns são, carros, motos, bicicletas em movimento eventualmente crianças ou pessoas correndo. O cão entendem  estes alvos móveis como caça. 
Idiopático: que a agressão espontânea imprevisível e inexplicável, pode indicar alteração no comportamento e sugere que o animal pode estar acometido de raiva.

fonte: http://www.saude.mt.gov.br/upload/documento/50/manual-raiva-[50-151009-SES-MT].pdf



Classificação da agressividade felina


Os felinos se expressam através de posturas e vocalizações, os miados, estes possuem significados próprios como: pedido, fuga, queixa e no caso de agressão como grunhido e silvo. O gato pode confiar na sua família humana e permitir um contato intimo, porém sempre estabelece limites de aproximação que devem ser respeitados. São sinais prévios de agressão e indicadores de descontentamento: pupilas dilatadas, agitação da extremidade da cauda, corpo retesado, orelhas abaixadas, silvos, pêlos eriçados. As formas mais comuns são: territorialidade, os felinos tem uma organização social bastante peculiar: as gatas vivem num sistema de família e os machos são excluídos do grupo na puberdade. As gatas defendem seus gatinhos. Para os gatos qualquer aproximação pode ser classificada como amigo ou inimigo. Quando gatos e gatas são castrados a agressividade pode diminuir ou até desaparecer. Já a agressão por autodefesa pode ocorrer por várias situações em que é necessário defender-se: desconforto, dor, sujeição a algo não desejado. De acordo com as circunstâncias as possibilidades de escape ou impossibilidade de fuga, o gato pode reagir com ameaças posturais, vocais e até arranhando ou mordendo. Um gato estressado, que se sente ameaçado ou acuado, pode ser agressivo inclusive com alguém familiar. É sempre prudente evitar pegar o gato durante brigas ou forçar segurá-lo na presença de pessoas estranhas a ele.

FONTE: http://www.saude.mt.gov.br/upload/documento/50/manual-raiva-[50-151009-SES-MT].pdf

CONHECER E RESPEITAR O COMPORTAMENTO DOS ANIMAIS AJUDA A EVITAR ACIDENTES.


sexta-feira, 11 de julho de 2014

Cães agressivos ou mal compreendidos?

por MV, Paulo Deslandes:

Existem inúmeras possibilidade de um cão atacar uma pessoa, mesmo sendo considerado manso. Adotamos posturas de comportamento que fazem sentido para nós, mas muitas vezes confundem os cães. Por exemplo, uma pessoa estranha olhar diretamente nos olhos dos cães pode ser considerados por eles uma ameaça, e leva-los à um estado de ansiedade que os fazem entrar na defensiva. As pessoas precisam procurar informações seguras de como se comunicarem eficientemente com os caninos para evitar esse tipo de situação.

Os cachorros precisam ser bem sociabilizados positivamente à todos os estímulos do dia a dia (pessoas diferentes, variados objetos, sons, outros animais...), principalmente a partir dos 2 meses de vida até os 4 meses, que é considerado o período ideal para que as experiências positivas com variados estímulos fixem de forma segura. Cães que são acostumados com variados estímulos dificilmente irão atacar alguma pessoa, já que a grande maioria das situações serão familiar e não haverá motivos para entrar em um estado ansioso e defensivo.

As punições verbais e físicas irão piorar esse comportamento, pois temos que lembrar que o estado defensivo é oriundo do medo, e se brigarmos iremos dar mais motivos para que o pobre animal se sinta mais confuso e ansioso com a situação. Se for um comportamento constante é necessário a intervenção de um profissional que não utilize técnicas aversivas e que seja de extrema confiabilidade, ou o probleminha pode se tornar um problemão!

fonte: http://www.artigoscao.blogspot.com.br/


quarta-feira, 23 de maio de 2012

Principais motivos que levam o cão a morder.


- Dor
Mordida como resposta a um estímulo doloroso. A mordida tem por objetivo acabar com o estímulo desagradável.

- Dominância
Morder para demonstrar superioridade àquele que está sendo mordido (pessoas ou outros animais). A agressão por dominância vai desde um simples rosnado até um ataque real. Para o cão, a família humana é a matilha – ele irá testar todas as pessoas que vivem com ele, exibindo comportamento dominantes.

- Instinto de caça
Perseguir e morder presas para comê-las. Os cachorros, atualmente, não precisam mais caçar para conseguir comida. Mas, o instinto permanece.

- Medo
Quando o cão está apavorado e alguém tenta pegá-lo – ele agride, morde, para afastar o que lhe parece uma ameaça. Todos os cães, sem exceção, mordem por medo.

- Comida
Comida escassa . O cão pode morder e rosnar para qualquer coisa que se aproxime no momento que está comendo. O líder da matilha é o dono da comida.

- Posse de objetos
Morder para defender uma posse, um brinquedo, etc.

- Defesa do território
O cão protege a propriedade. Quanto menor o território, com mais agressividade o animal irá protegê-lo. Um cão de guarda tem forte sentimento de ciúmes, senão não guarda nada. O cão considera que a casa, o quintal, são seus territórios. – a casa é a parte mais importante do território.


Conhecendo as principais causas de agressividade você pode evitar se colocar em situações de risco desnecessárias.
(fonte: www.greepet.vet.br)

terça-feira, 10 de abril de 2012

Cães devem ser educados e socializados.


Dar carinho é fundamental, mas isso não basta para resolver o problema da agressividade do cão. Cães de raças com temperamento mais agressivo devem ganhar noções de limite desde filhotinhos. Para isso, o dono deve restringir determinadas ações do cão e mostrar que está no comando. O ponto principal é demonstrar que manifestações de agressividade não serão toleradas. Além de impedir que o cão não faça algumas coisas, o dono deve ensinar dois ou três comandos (como "senta", "deita" e "dá a pata") para estabelecer uma hierarquia. O cão deve ser premiado com carinho e/ou com biscoito toda vez que atender uma ordem do dono. Também é fundamental socializar o cão com outras pessoas e animais. A idade que define o comportamento do cão vai dos dois aos três meses. Coincidentemente, essa também é a fase de vacinação. É necessário, portanto, equilibrar esse período com a ajuda de um veterinário para que o cão possa conviver com outros sem correr riscos de contrair doenças. Se o dono não conseguir controlar o temperamento do animal sozinho, ele deve contratar um profissional para treiná-lo o mais rápido possível. Algumas raças desenvolvem agressividade mais facilmente e, mesmo dentro de cada raça, há uma grande variedade de comportamento. Na hora de adquirir seu cão, procure um canil que priorize uma linhagem com perfil calmo e carinhoso. Informe-se sobre como educar seu cão, para que ele se torne seu melhor amigo, mas você tem que fazer por merecer pelo respeito e amizade.

Procure aprender algumas dicas de adestramento:
Mostre que você é o líder
Pode parecer estranho, mas o cão nos considera membro de sua matilha. Por isso, para ganhar respeito e confiança dele é fundamental que você assuma a liderança. Algumas dicas:

  1. Procure andar sempre à frente do seu cachorro. Se você perceber que ele se adianta, mude de direção até que ele perceba que deve prestar atenção em você
  2. Seja sempre o primeiro a entrar em casa ou passar por portas e portões
  3. Se ele pedir algo (como comida, petisco, passeio) sempre peça para ele executar algum comando antes. Assim ficará claro que é ele que está obedecendo, e não você
  4. Não seja violento com ele. Os cães costumam imitar os seus líderes, portanto ele pode passar a usar a violência com você quando quiser reafirmar sua posição.
(fonte: www.caocidadao.com.br)

domingo, 8 de abril de 2012

Aprenda a conhecer seu gato


Um movimento de cauda quer dizer muitas coisas. Os animais não falam com palavras e sim com gestos, portanto  é muito importante conhecer o comportamento deles para saber o que eles estão sentindo. Assim você evita acidentes e pode conviver melhor com seu melhor amigo. Aprenda a se comunicar com eles. Quem tem, cuida.

segunda-feira, 5 de março de 2012

Gatos necessitam de ambiente estimulante.

Na hora de adquirir um gato é muito importante ter em mente que ele vai precisar bem mais que água fresca e ração para viver feliz. Além dos cuidados veterinários, o comportamento dos felinos deve ser bem compreendido, assim, o dono poderá separar um espaço adequado e objetos que venham ao encontro das necessidades deles. Nesse sentido, estruturas verticais são de extrema relevância, pois são nelas que os animais irão praticar uma de suas principais atividades: a observação de todo o ambiente, o que na natureza, eles realizam do alto das árvores.
O felino, por ser um caçador nato, está sempre alerta a qualquer movimento, pois é possível que este seja indício de uma presa ou de um predador. Assim, esconderijos também se fazem necessários, pois a qualquer movimento suspeito o bichano irá se esconder. Em casas com mais de um gato estes lugares tornam-se itens essenciais para um relacionamento tranquilo entre eles. Outra função dos esconderijos é abrigar o gato durante seu período de observação da casa, sem que os outros possam observá-lo.
As “rotas de fuga”, que são caminhos estratégicos por onde o felino poderá correr, também são importantes, de forma que durante uma perseguição, brigas não aconteçam. Então, antes de adquirir um amigo felino, procure saber do que eles precisam para que a sua casa também seja a casa deles.

(fonte: www.petmag.uol.com.br)

quinta-feira, 1 de março de 2012

Conheça seu animal.


Animais não falam com palavras, mas sim com gestos e expressões. Aprenda a conhecer os sinais enviados pelo seu cão e evite acidentes. Comunique-se com ele e respeite seus sentimentos.


terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Como lidar com o ciúme do cão em relação a outro cão.


Quem tem mais de um cachorro em casa, sabe bem como é isso... Para resolver este problema, seguimos praticamente o mesmo princípio que usamos para controlar o ciúme que o cão tem das pessoas que se aproximam de seus donos. Quando estamos fazendo carinho no cão e o outro cachorro chega, normalmente já vamos fazer carinho no outro, e esquecemos o primeiro. Isso acaba despertando ciúme, pois o cachorro percebe que quando o outro chega, ele perde toda a atenção do dono. Com o tempo, ele pode até avançar no outro cão, desenvolvendo inimizades, e te obrigando a separá-los. O truque é: quando estiver fazendo carinho em um dos cachorros e o outro chegar, continue fazendo carinho no primeiro. E um carinho até mais gostoso. Dê também um petisco a ele. Isso significa que o cachorro que acabou de chegar não vai receber carinho, mas o importante é que o primeiro relacione a chegada do outro a algo prazeroso.


(fonte: http://www.caocidadao.com.br/)

domingo, 21 de agosto de 2011

A linguagem dos gatos


Comunicando-se através do corpo
•Esfregar a Cabeça ou a cauda nas suas pernas: é pura felicidade! O gatinho se sente bem perto de você.
•Carícias com as patas: significa prazer intenso. O gatinho exprime a felicidade que sentia quando mamava e utilizava o movimento das patas em volta das mamas da mãe para estimular a saída do leite. O animal reproduz esse movimento associado a uma sensação de prazer.
•Rebolar no chão assim que o vê: submissão. Esta atitude só é manifestada em relação a um momento de descontração prévia.
•Agitar a cauda: este gesto exprime irritação. Caso ao acariciar o seu gatinho, ele comece a abanar a cauda, é preferível parar, pois este sinal significa que o animal não aprecia o seu gesto e, como tal, demonstra o seu descontentamento.

Introduzir um gato a mais na casa



Os gatos, como todos os felinos, delimitam seu território. Eles não apreciam muito a chegada de um animal estranho em casa. Quando isso acontecer, recomenda-se manter o novo animal dentro de um quarto durante alguns dias, afim de que, aos poucos, eles possam habituar-se aos seus respectivos odores.
Neste momento eles estabelecerão uma hierarquia, seja medindo um ao outro ou se combatendo. Uma vez estabelecida esta hierarquia, eles viverão em plena harmonia.


sábado, 7 de maio de 2011

SOCIALIZAÇÃO


É o processo de integração de indivíduos em um grupo. No processo de domesticação, o cão é inserido no convívio humano, por isso, é extremamente necessário que seja socializado, para que possa interagir com seres humanos de uma forma coerente e socialmente aceita. Ao ser socializado o cão passa a ter uma relação mais harmônica com a sua família humana. Considerando que a maioria dos ataques acontece em contextos familiares e comumente são direcionados a pessoas conhecidas da família, como vizinhos, parentes e amigos, a socialização torna-se uma necessidade mais siginificativa. Por meio do processo de socialização o cão passa a reconhecer pessoas ou atividades como partes da sua vida, e não como uma ameaça. Assim o cão não ataca uma criança conhecida quando esta invade seu território, por não identificá-la nem como ameaça nem como presa. 
A fase da vida que vai de 8 a 16 semanas é considerada ponto crítico do desenvolvimento emocional dos cães. Nesta fase o cão aprende com muito mais facilidade e de uma forma mais intensa e duradoura o que é seguro e o que não é para ele. Cães que até 16 semanas não têm contato com pessoas passam a se comportar como selvagens, temendo qualquer pessoa que se aproxime. Cães criados em família têm maior facilidade de aprendizado e menos reações agressivas quando comparados aos cães instalados em canis e sem contato com as pessoas.
O processo de socialização primária caracteríza-se pela apresentação positiva ao filhote de todos os fatores controláveis que farão parte da sua vida. Estes fatores são: pessoas de diferentes idades e diferentes etnias, brinquedos, objetos, outros animais.

(fonte: revista CRMV, ano17/2011, n°52)

segunda-feira, 18 de abril de 2011

Alterações comportamentais em animais idosos - parte 2


Urinar ou defecar em locais inadequados.

Alguns animais que foram treinados para urinar e defecar num determinado local, com a idade podem começar a apresentar alguns "acidentes". Como em outros problemas comportamentais de animais idosos, este pode ter múltiplas causas. Alterações de saúde que resultam no aumento da frequencia de micção e defecação podem ser a causa primária destas mudanças de comportamento. Algumas destas doenças podem ser: colite, inflamações do intestino, diabetes mellitus, cálculos na bexiga ou infecções, inflamação da próstata, doenças hormonais, doenças dos rins ou fígado. Doenças que causam dor ou dificultam a locomoção também podem fazer com que o animal acabe defecado ou urinado fora do local adequado. Podem ser artrites, doenças do saco anal, perda da visão, e algumas formas de colite. O tratamento destas condições pode ajudar a resolver estes problemas comportamentais. Algumas doenças causam a perda do controle sobre a bexiga ou intestinos, causando incontinência. Ansiedade por separação também pode fazer com que os cães defequem ou urinem um locais inadequados. Todo animal idoso com problemas para defecar ou urinar precisa ser examinado por um médico veterinário. Eles não devem ser punidos, e sim tratados com paciência e medicados adequadamente para que estes problemas sejam resolvidos ou minimizados. Também podem ser levados para passear com mais frequência, ajudados a irem até o quintal, terem uma alimentação mais adequada. Pode-se evitar que fiquem em piso muito liso. Isto tudo deve ser discutido com o médico veterinário, para que o seu animal idoso tenha mais conforto e saúde.

                                                                                                                     Adriana Xande