terça-feira, 18 de novembro de 2014

Gatos tricolores são sempre fêmeas?



Gatos tricolores, como, por exemplo, branco, laranja e preto ou ainda com 4 cores, normalmente são fêmeas, pois a coloração é uma herança genética ligada ao sexo feminino destes felinos. Em contrapartida, os gatos “romanos” laranjas (gatos amarelos) são em sua maioria machos, porém é possível deparar-se com fêmeas nessa cor.
Ainda em relação às cores, os gatos podem ter uma única coloração, como os completamente brancos ou pretos, ou aqueles com uma só cor e pelos contrastantes difusos em algumas partes do corpo (tendo o aspecto grisalho ou branco sujo).
Também podem ter duas cores, como o branco e preto (gato “vaca holandesa”), branco e laranja, pardo e branco, ou cinza e branco. Podem ainda possuir um padrão de cores tigrado em laranja, pardo e branco, em tons cinza e alaranjados (gatos romanos), com o pelo de uma só cor em toda a sua extensão ou de dois tipos de cores (as extremidades diferentes do resto do corpo).
Também podem ter um padrão de “cor siamês” com cores mais escuras na face, rabo, patas e orelhas.
As gatas costumam ter os pelos mais brilhantes do que os machos, porem elas perdem mais pelos que os machos, principalmente nos períodos do início do cio.
O tipo de pelo vai desde o muito curto (como o Sphynx, cujo pelo é quase invisível), o encaracolado (no caso do Devon rex), o pelo curto normal com uma cor somente ou com pontas de outras cor, o pelo “semi-longo”, até o pelo mais longo procedentes das cruzas com o Gigante Norueguês, Persa ou qualquer outra raça de pelo longo. Nos gatos SRDs, podemos encontrar todas essas variações na coloração e comprimento do pelo o que faz deles realmente especiais: Cada um é de um jeito.

fonte: www.petcare.com.br

Acidentes com escorpiões.



Acidentes com animais peçonhentos são um problema de saúde pública e o atendimento imediato é fundamental para a sobrevivência das vítimas e redução de possíveis sequelas. Confira abaixo as dicas da Unidade Técnica de Vigilância de Zoonoses, do Ministério da Saúde.
O processo de urbanização tem levado ao aumento da exposição a esses animais. O escorpião, por exemplo, se alimenta de baratas, portanto sobrevive em ambientes urbanos com facilidade. Além disso, o depósito e acúmulo de lixo, entulhos e materiais de construção junto às habitações podem servir de abrigo para os animais peçonhentos.
Com as chuvas, esses animais são obrigados a sair dos seus esconderijos e a procurar novos abrigos, tanto em áreas urbanas quanto rurais. Assim, não é difícil encontrá-los nas proximidades das casas, jardins e parques. É importante manter limpos os locais próximos a residências, calçadas, jardins, quintais, paióis e celeiros. Fazer o controle do número de roedores, pode evitar a aproximação de serpentes peçonhentas que deles se alimentam. Vedar frestas e buracos em paredes, assoalhos, forros, meias-canas e rodapés, além de utilizar telas e vedantes em portas, janelas e ralos são outras formas de evitar a presença desses animais.

Os profissionais de saúde têm ficado mais sensíveis para a importância da notificação. Desde 2010, acidentes com animais peçonhentos são considerados um agravo de notificação compulsória, ou seja, todo acidente atendido em unidade de saúde do SUS tem que ser notificado ao Ministério da Saúde.
Eles são classificados dessa forma por produzirem a “peçonha”, toxina utilizada ativamente para caça ou defesa, e terem algum mecanismo que permite a injeção do veneno na vítima, como presas, aguilhões ou ferrões. No Brasil, o número de acidentes varia conforme a região do país: No Sul são mais comuns acidentes com aranhas. No Norte e Centro-Oeste, com serpentes e no Nordeste e Sudeste, com escorpiões.
Em locais propícios à presença desse tipo de animais, deve-se utilizar sempre equipamentos de proteção individual (EPI), como luvas de couro e botas de cano alto ou com perneiras. Não colocar as mãos em tocas ou buracos na terra, ocos de árvores, cupinzeiros, entre espaços situados em montes de lenha ou entre pedras. Adotar medidas preventivas quando realizar atividades de limpeza, deslocamento de móveis e outros objetos, pois serpentes, escorpiões e aranhas podem estar nas frestas, superfícies ou cantos. Examinar calçados e roupas pessoais, de cama e banho, antes de usá-las.
Lembre-se: Ao encontrar algum animal peçonhento em qualquer situação, afaste-se com cuidado, evite assustá-lo ou tocá-lo, mesmo que pareçam mortos, e procure a autoridade local para providências.
O que fazer – Os animais peçonhentos injetam veneno pelo ferrão, dente, aguilhão e cerda urticante. Dependendo da espécie do animal, os acidentes podem até levar a morte, caso a pessoa não seja socorrida e tratada adequadamente, quando necessário, com soro específico. O Ministério da Saúde distribui soros antipeçonhentos para todo o país, que está disponível na rede do Sistema Único de Saúde (SUS). A identificação do animal responsável pelo acidente facilita o diagnóstico e tratamento.
Na ocorrência de acidente, mantenha a vítima calma, evitando movimentos desnecessários, e com o membro acometido mais elevado em relação ao restante do corpo, caso seja possível. A vítima deve ser levada o serviço de saúde do SUS com urgência. Se possível, e caso não apresente risco de um novo acidente, o animal agressor deve ser levado com a vítima.
O que não fazer – Não corte o local da picada, pois a peçonha de algumas serpentes causam hemorragias e um corte pode aumentar ainda mais o sangramento. Não tente sugar o veneno e nem colocar substâncias caseiras sobre o ferimento. Tais práticas apenas aumentam as chances de infecção local. Também não amarre o membro acometido (torniquete), já que isso reduz a circulação sanguínea no local, podendo levar a quadros de necrose.

Fonte: Gabriela Rocha/ Blog da Saúde


sábado, 15 de novembro de 2014

O que são zoonoses?




Consultem sempre um médico veterinário e cuidem da saúde dos seus animais.


sábado, 8 de novembro de 2014

Consulte sempre um médico veterinário.


Não brinque e não economize com a saúde do seu animal.
 
 

terça-feira, 4 de novembro de 2014

Os perigos da acumulação compulsiva

Caracterizada pelo acúmulo de objetos e animais, ela pode causar sérios danos para quem sofre da doença e também para aqueles que dividem o mesmo lar
Doença é mais recorrente e sintomas são diferentes na terceira idadeA acumulação compulsiva é caracterizada como uma desordem psíquica, na qual o indivíduo portador apresenta um padrão exagerado de coleta e armazenamento de diversos itens, em geral, sem utilidade prática, como papéis, panfletos, jornais, lixo, restos de alimentos, embalagens utilizadas, resíduos etc.
Para identificar quem sofre dessa doença devemos analisar as atitudes do paciente. Se ele possuir um grande volume de coisas sem utilidade, intensa dificuldade de se desvincular desses objetos e baixa percepção do quanto sua situação é prejudicial à sua própria saúde e aos demais, é um forte candidato a ser um acumulador compulsivo. “Normalmente, as casas dos acumuladores tendem a ser abarrotadas, desorganizadas e disfuncionais, com prejuízo da qualidade de vida dos acometidos e dos familiares que moram no local”, explica a psiquiatra do Einstein, Marcia Morikawa.
Ainda segundo a especialista, também há os acumuladores de animais. São aqueles que recolhem bichos de forma seriada, sem se atentar às condições de higiene e cuidados dos mesmos e sem questionar a viabilidade de mantê-los em suas casas. “Esses acumuladores, na maioria das vezes, colocam a saúde dos animais e dos ocupantes da casa em risco por não conseguirem cuidar dos mesmos de forma adequada (castração, limpeza de fezes e alimentos e cuidados com parasitoses e doenças). Em muitos casos são encontrados até animais mortos entre os pertences da família”, conta Marcia.
Um acumulador não pode ser confundido com um colecionador, já que este seleciona objetos específicos para sua aquisição e manutenção e, em geral, tem apego aos itens colecionados, mas pode utilizá-los para a troca ou para a venda sem sofrimento psíquico desproporcional. Por sua vez, o acumulador não apresenta esta seletividade. Ao coletar objetos não há uma linha de raciocínio lógica sobre o motivo daquela escolha ou de sua necessidade. “Alguns estudos apontam para uma provável semelhança entre os pacientes com acumulação compulsiva e os pacientes com transtorno de impulso (jogo patológico, cleptomania, compras compulsivas e aquisição excessiva de itens gratuitos) havendo indícios de dificuldades no processo de tomada de decisões, particularmente quando há a necessidade de optar pelo descarte ou manutenção do item a ser possuído”, diz a psiquiatra.
O diagnóstico da acumulação compulsiva é realizado, na grande maioria dos casos, pelo médico de família (que tem acesso ao lar por outros meios e não pela procura espontânea do paciente, uma vez que ele não apresenta crítica de seu transtorno) ou pelo médico psiquiatra, que é procurado pelos familiares do paciente, visto que há grande disfuncionalidade do comportamento. É importante que o médico faça o diagnóstico correto para indicar o tratamento adequado e tentar minimizar o aumento do acúmulo de objetos/animais, minimizando os riscos para o paciente, tornando sua vida mais funcional e diminuindo seu sofrimento.
Estudos epidemiológicos encontraram a prevalência de dois homens para cada mulher acometida pelo Transtorno de Acumulação Compulsiva. Sabe-se também que os pacientes iniciam esse comportamento na infância e adolescência, com progressão do acúmulo ao longo da vida e consequente aumento do volume de itens guardados, pois quando pequenos ainda possuem baixa autonomia para comprar e reunir objetos. O início dos sintomas na terceira idade está relacionado a transtornos mentais orgânicos e demências.
De acordo com Marcia, o objetivo do tratamento para acumuladores é tentar melhorar a apresentação sintomática sem ter que retirar o paciente do meio em que vive, exceto em condições de extremo risco ou incapacidade. A estratégia trabalhada com o paciente é a de redução de danos, muito utilizada em tratamentos para dependentes químicos, que pode demorar meses a anos para ter eficácia nos casos de acumuladores. Porém, ela causa menos sofrimento do que a extirpação repentina dos pertences acumulados.
O uso de medicamentos serotonérgicos e o uso de terapia cognitivo comportamental têm sua importância, mas infelizmente os resultados são inferiores quando comparados aos pacientes com acumulação sem Transtorno Obsessivo Compulsivo (TOC). Quando identificada uma comorbidade psiquiátrica o tratamento do transtorno é imprescindível, sendo os mais frequentes: transtorno depressivo, do impulso, de ansiedade, de personalidade, psicótico, demências, fobia social e TDAH.
A acumulação pode piorar com o tempo, pois é maior a chance do volume de itens aumentarem, causando impacto na funcionalidade do ambiente e na vida das pessoas que habitam o local. “Um estudo recente de GJ Patronek, que avaliou acumuladores de animais, quantifica que 78% viviam em condições sanitárias extremamente precárias e gravemente amontoados. Em 84% dos casos, o excesso de objetos e animais prejudicava o deslocamento das pessoas pelos ambientes e 71% deles inibiam o acesso a outros cômodos da casa. Por representar um problema de saúde individual e até pública, com prevalência de 2 a 5 % da população, devemos estar atentos à identificação e ao tratamento correto destes indivíduos”, conclui a psiquiatra do Einstein.
Fonte Dra. Marcia Morikawa, psiquiatra


Publicado em 07/04/2014

sábado, 1 de novembro de 2014

Feiras de adoção canceladas temporariamente.



Por causa da campanha de vacinação anti-rábica, por 

enquanto não será possível realizar as feiras de adoção dos 

animais do Ccz Embu. Mas lembrem-se que os nossos 

animais podem ser visitados e adotados durante a semana. 

Liguem antes para obter mais informações e conversar 

com o médico veterinário. Fone: 47043673. Obrigada e até 

mais.




Aprenda a se comunicar com o seu animal.



O latido é um recurso utilizado pelo cão para se expressar em situações complexas. Cada latido tem uma variação de som, tom e intensidade que compõe o significado do que ele pretende “dizer”. Ou seja, um latido para demarcar território será diferente de um latido para chamar a atenção do dono em uma brincadeira.

Preste atenção na entonação e na linguagem corporal do seu cachorro para entender melhor o que ele quer expressar em cada situação.

fonte: https://www.facebook.com/hovetpompeia/