segunda-feira, 4 de julho de 2016

Por que dar osso ao seu cachorro pode ser perigoso?

 
 
Muitas pessoas estão acostumadas a oferecer ossos aos seus animais de estimação. Os ossos são capazes de distrair o cachorro, além de auxiliar na limpeza dos dentes, na remoção do tártaro e também da placa bacteriana. Apesar das vantagens, eles também podem ser prejudiciais aos animais e por este motivo é importante sabermos quais são os perigos da ingestão desses ossos.
Esta semana no Pet Care tivemos um caso clínico de um cachorro da raça Border Collie de 8 anos que comeu um osso de carne bovina (costela) e que ficou parado no esôfago, causando vômitos e perda de apetite. Neste caso, o osso conseguiu ser retirado por meio de endoscopia, porém, muitos animais são encaminhados para cirurgia.
Os ossos de frango, costela de boi e ossos de couro são os mais oferecidos aos animais, entretanto são os tipos mais perigosos para causar problemas, tais como: engasgos, obstrução parcial ou total de esôfago e perfurações de órgãos gastrointestinais, levando a infecções graves, podendo levar o animal até a morte.
O ideal é que o osso escolhido para seu pet seja grande e resistente para que não haja problemas. Porém, mesmo escolhendo o osso certo, não elimina a necessidade do cuidado em relação ao contato do cão com osso, já que com o tempo e as roídas, o osso vai ficando cada vez menor, facilitando a ingestão pelo cachorro, causando os problemas já citados.
Uma dica importante para quem não quer deixar de dar ossos ao seu cão é sempre fornecer ossos que tenham, pelo menos, o dobro do tamanho da boca do animal, quando aberta, jogar o osso fora quando este for diminuindo de tamanho, dessa forma, ele jamais conseguirá engolir tudo de uma vez, diminuindo os possíveis riscos.
Lembre-se também de sempre consultar um médico veterinário rapidamente se seu animal apresentar alguma alteração após engolir ossos e engasgar.
 
 
 
Na dúvida, consulte sempre o seu veterinário de confiança e nunca coloque a vida do seu animal em risco.
Evite acidentes e muita dor de cabeça.
 
 
 
 

sexta-feira, 1 de julho de 2016

Nada justifica o abandono!



Não existem desculpas para justificar o abandono de animais. Portanto pense bem antes de adquirir um, pois você vai ser responsável e terá que cuidar bem dele e para sempre. No caso de não poder mais ficar com ele, será sua obrigação encontrar um novo lar e uma família melhor, onde ele possa viver em segurança e ser feliz. Abandonar não é alternativa, mas sim crime!



quinta-feira, 30 de junho de 2016

Férias sem abandono!



E não se esqueça que o seu animal é sua responsabilidade. Se for viajar nestas férias leve-o com você. Se não for possível providencie alguém de confiança para cuidar dele enquanto você viaja, ou algum hotel onde ele possa ficar em segurança. Lembre-se que abandono é crime. Não faça com o animal, o que você não gostaria que fizessem com você. E planeje tudo com antecedência, não vá deixar para a última hora. Seu animal confia e conta com você.




quinta-feira, 23 de junho de 2016

Locais que expõem animais para venda ou adoção precisam ter veterinário responsável.


 
 
RESOLUÇÃO CFMV Nº 1069, DE 27 DE OUTUBRO DE 2014 Dispõe sobre Diretrizes Gerais de Responsabilidade Técnica em estabelecimentos comerciais de exposição, manutenção, higiene estética e venda ou doação de animais, e dá outras providências.



quarta-feira, 22 de junho de 2016

Respeito pelos animais.

 
 


Sacrifício de onça exibida em passagem da tocha por Manaus revela drama de espécie ameaçada.



A morte de Juma, a onça que participou de uma cerimônia com a tocha olímpica em Manaus na segunda-feira, revela o drama de uma espécie ameaçada de extinção e gera questionamentos sobre a manutenção de animais selvagens em centros do Exército na Amazônia.
A onça Juma foi abatida com um tiro de pistola no Centro de Instrução de Guerra na Selva (Cigs) logo após ser exibida no evento olímpico. Como outra onça, apelidada de Simba, ela havia sido acorrentada e apresentada ao público durante a cerimônia.
O Exército mantém várias onças em cativeiro na Amazônia. Os felinos ─ bem como animais de outras espécies ─ costumam ser adotados pelo órgão ao serem encontrados em cativeiro ou em poder de caçadores.
Muitas onças, como Juma, se tornam mascotes dos batalhões e passam por sessões de treinamento. Em Manaus, os felinos são presença frequente em desfiles militares, prática condenada por biólogos e veterinários.
Em 2014, durante gravação de um documentário em Manaus, militares do Cigs mostraram Juma, a mascote do centro, à BBC Brasil. Na época, explicaram que a onça havia sido resgatada com ferimentos após sua mãe ter sido morta. Foi levada para o centro e ali cresceu sob os cuidados de tratadores.
O destino trágico de Juma chama a atenção para a situação cada mais precária da espécie, listada como ameaçada no Brasil pelo Ibama em 2003.
É um animal que exige extensas áreas preservadas para sobreviver, caçando espécies como capivaras e até jacarés. Ela vem sendo ameaçada pelo desmatamento, não apenas na Amazônia como também no Pantanal e no Cerrado, para abrir espaço para a expansão da atividade agropecuária.
Tiro de pistola
Em nota enviada ao site da agência local de notícias Amazônia Real, o Comando Militar da Amazônia (CMA) diz que, após a solenidade olímpica na segunda, Juma escapou dentro do zoológico do centro do Exército. O órgão afirma que um grupo de veterinários e militares tentou recapturá-la com tranquilizantes, mas que, mesmo atingido, o animal avançou sobre um soldado.
"Como procedimento de segurança, visando a proteger a integridade física do militar e da equipe de tratadores, foi realizado um tiro de pistola no animal, que veio a falecer", diz o órgão.
Onça Simba também participou de cerimônia  (Foto: Exército Brasileiro)Onça Simba também participou de cerimônia (Foto: Exército Brasileiro)
Segundo o Amazônia Real, dois militares seguravam a corrente presa a Juma durante todo o evento. O site diz que muitas pessoas tiraram fotos com a onça na cerimônia. Ela teria fugido logo após a exibição, quando militares tentavam colocá-la numa caminhonete.
O Exército diz que abriu um processo administrativo para investigar a morte do felino. Segundo o Amazônia Real, o Instituto de Proteção Ambiental do Estado do Amazonas (Ipaam) não havia autorizado a participação de Juma no evento e poderá multar a corporação.
Indomesticável
Para João Paulo Castro, biólogo com mestrado em comportamento animal pela Universidade de Brasília, Juma pode ter fugido após se estressar durante o evento.
"Não é saudável nem recomendável submeter um animal a uma situação como essas, com barulho e muitas pessoas em volta", ele diz à BBC Brasil.
"Muitas vezes a onça já vive numa situação precária e estressante no cativeiro, o que é agravado num cenário de agitação."
Castro diz que muitos batalhões do Exército na Amazônia mantém onças em cativeiro. Ele afirma ter visitado um centro que mantinha um felino em Cruzeiro do Sul (AC) em condições "bem toscas".
Segundo Castro, é um erro tratar onças como animais domesticáveis. Ele afirma que são necessárias várias gerações em cativeiro para que uma espécie se acostume a conviver com humanos.
O biólogo diz que, idealmente, onças apreendidas devem ser devolvidas à natureza ou levadas a refúgios, onde possam ficar soltas em amplos espaços.
Segundo ele, a soltura de felinos é um processo complexo, mas há casos bem sucedidos pelo mundo ─ como o de tigres devolvidos a florestas na Ásia.
Horas antes da morte de Juma, a BBC Brasil pediu ao Exército detalhes sobre a manutenção de animais selvagens em dependências do órgão na Amazônia. Não houve resposta até a publicação desta reportagem.
Um veterinário de Manaus que já trabalhou com o Exército e pediu para não ser identificado defendeu o órgão das críticas. Segundo ele, ao cuidar de animais resgatados, a corporação assume uma função que deveria ser de outros órgãos públicos.
Ele diz que os militares são muito cuidadosos com os animais e que a burocracia impede que muitos sejam devolvidos à natureza.
O veterinário afirma ainda que grande parte das onças resgatadas chegam ao órgão ainda filhotes e se tornam dependentes dos cuidadores, o que torna difícil sua soltura.

fonte: http://g1.globo.com/natureza/noticia/2016/06/o-fim-tragico-da-onca-juma-exibida-em-passagem-da-tocha-e-sacrificada-apos-fuga.html

segunda-feira, 20 de junho de 2016

Não contribua com o tráfico de animais

 
 
Tráfico de animais é crime, lei federal 9605/98. Denuncie!
E lembre-se que ao comprar você está financiando o tráfico!