quarta-feira, 23 de julho de 2014

VOCÊS AMAM SEUS CÃES?


Comportamento Canino e Felino

Amar os cães significa conhecê-los como cães e respeitá-los como cães que são. As pessoas interpretam os cães de uma forma muito "mística", e o verdadeiro comportamento canino se perde no dia a dia. A falta de conhecimento tem levado pessoas a agregarem cães em suas famílias sem considerarem que eles são animais extremamente sociais, e que ficarão 8 horas do dia sozinhos. Levam pessoas a acharem que cães e crianças são a combinação mais perfeita da natureza, sendo que as principais vítimas de ataques são justamente as crianças menores de 12 anos. Levam pessoas a tentarem "educar" seus cães os punindo fisicamente, sendo que o resultado geralmente são cães medrosos, por vezes reativos com uma agressividade defensiva. Se nunca ouviram os termos Enriquecimento Ambiental e Sociabilização, procurem se informar, pois esses dois, por vezes, são a chave principal de um cão mentalmente saudável e consequentemente feliz. Agora se acham que basta apenas amar sem precisar realmente se informar sobre o real comportamento canino, me desculpem, mas não merecem a companhia de um cão.

Paulo Deslandes
Médico Veterinário Comportamentalista
www.ccanimal.com.br



terça-feira, 22 de julho de 2014

Animal não é objeto.

 
Os animais existem por seus próprios propósitos e interesses
e não para o uso e exploração que os humanos fazem deles.”
 
 

sábado, 19 de julho de 2014

Feira de adoção de animais, dia 20/julho/2014



Neste domingo, dia 20 de Julho, tem feira de adoção de animais do Centro de Controle de Zoonoses de Embu das Artes. É na rua da Matriz, em frente ao Centro de Atendimento ao Turista, das 9 às 14h. Venham nos visitar e lembre-se que adotar um animal é um ato de compaixão e respeito, mas deve ser muito bem planejado e pensado. Animal não é brinquedo e nem objeto descartável.
Observação: no caso de chuva a feira está automaticamente cancelada.



quarta-feira, 16 de julho de 2014

Manter um animal silvestre dentro de casa pode trazer riscos que muita gente desconhece


16 de julho de 2014 -  O presidente do Conselho Federal de Medicina Veterinária (CFMV) e médico veterinário, Benedito Fortes Arruda, escreveu um artigo sobre  os riscos de se manter em casa um animal silvestre e tratá-lo como um bicho de estimação. Ele também abordou a questão do tráfico de animais selvagens e da iniciativa do CFMV que, em 2013, lançou a Campanha Nacional de Combate ao Tráfico de Animais Silvestres.
O conteúdo foi publicado na revista Cães e Cia. Confira!

ARTIGO - O tráfico de animais é a terceira maior atividade ilícita no mundo, superada apenas pelo tráfico de drogas e de armas. É o que aponta pesquisa da Organização das Nações Unidas (ONU) realizada em 2010. A ONU ainda revela que o valor do mercado mundial de tráfico de animais, considerado também a segunda maior causa de extinção de espécies, chega aos 20 bilhões de dólares anuais. Já uma pesquisa realizada pelo Instituto Brasileiro de Opinião  Pública e Estatística (Ibope), em meados de 2010, aponta que 30% dos brasileiros têm ou já tiveram animais silvestres ou selvagens em casa. Ainda segundo o Ibope, papagaios, pássaros cantores e tartarugas estavam entre os animais mais vendidos pelo comércio ilegal.
Fugir do senso comum e manter em casa um pet menos convencional - como araras, macacos, cobras e outros répteis – traz riscos que muita gente desconhece. Para ter qualidade de vida, os animais silvestres precisam estar em seu habitat natural. Mantê-los em casa requer cuidados com alimentação, espaço, vacinação, acompanhamento médico veterinário, entre outras atenções, muitas delas mantidas a custos elevados. E todos esses cuidados nem sempre representam segurança para o criador. O próprio dono do animal pode se tornar vítima de seu pet silvestre. Um exemplo são os macacos que entram na puberdade aos 8 anos de idade e, mesmo domesticados, podem ficar agressivos. Além disso, podem transmitir viroses e doenças, como malária e febre amarela.
Assim, não é sem motivos que o Conselho Federal de Medicina Veterinária (CFMV) aconselha a população a não adquirir nem transportar animais silvestres. Se o desejo é conhecê-los, recorra a visitas monitoradas comuns em reservas ambientais. Além de ser mais seguro para todos, pode ser um passeio divertido para a família.  
No Brasil, a rota do tráfico tem origem nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste, e chega ao Sul e Sudeste, onde os animais costumam ser vendidos em feiras livres ou seguem para países da Europa e América do Norte. De acordo com a organização não-governamental Renctas (Rede Nacional de Combate ao Tráfico de Animais Selvagens), as aves são as maiores vítimas, representando 82% do total de bichos traficados.
Embora não existam números fechados relativos ao tráfico de animais selvagens em todo o Brasil, pode-se afirmar que a prática ainda demanda especial atenção das autoridades. Parcerias entre as Polícias Federal e Rodoviária, Ibama, Infraero e diversas ONGs têm sido de extrema importância para desmontar a ação das quadrilhas. Essa união ganha reforço da Interpol - agência de polícia internacional -, que também coopera com o governo brasileiro para o combate ao tráfico. 
Atento a seu papel de também zelar pela melhor qualidade de vida e equilíbrio entre o Homem e a Natureza, o próprio CFMV lançou a Campanha Nacional de Combate ao Tráfico de Animais Silvestres em 2013. No portal do Conselho, estão disponíveis informações que visam conscientizar a sociedade, aumentar a visibilidade do problema e alertar sobre a gravidade das consequências
oriundas do tráfico. (Por Benedito Fortes de Arruda, presidente do CFMV e médico veterinário)


sexta-feira, 11 de julho de 2014

Feira de adoção do dia 13/julho/14 cancelada.



Informamos que, por problemas 

operacionais, não será possível 

realizar a feira de adoção neste 

domingo (13/07/14). Interessados 

em adotar podem ligar na 

segunda-feira para informações. 

Agradecemos a compreensão e 

até a próxima.