quinta-feira, 8 de dezembro de 2016

Fogos de artificios e animais.

O fim do ano está chegando e, como não poderia deixar de ser, muitos donos de pets estão preocupados com a queima de fogos.
O barulho dos explosivos causa, entre outras coisas, estresse, pânico e, além disso, não são raros os casos de animais que acabam morrendo. Tudo isso porque os cães e gatos tem o sistema auditivo mais sensível do que os humanos. Cães de pequeno porte estão mais sujeitos a esse tipo de dano.
Muitos cães se sentem aterrorizados com o barulho dos fogos e tentam fugir, o que pode causar acidentes, já que alguns acabam colidindo contra muros e paredes.
Confira a opinião do Dr. Gustavo Palmieri sobre o assunto: Fogos e Animais não combinam! Muitos animais, pets ou silvestres, sentem muito medo de fogos, a ponto de perderem os sentidos, convulsionar, fugir e até ir a óbito. Algumas dicas para ajudar nossos pets enquanto esta cultura de explodir fogos não cessa seria: colocar algodão no ouvido no início do dia e retirar após o fim dos barulhos. Outra dica seria ficar perto do seu Pet para ele sentir-se protegido ou ainda passar uma faixa de pano ao redor do pescoço e continuando a mesma ao redor do corpo assim gerando a sensação de proteção. E a última e melhor dica: Neste fim de ano vamos ajudar nossos animais e abolir os fogos.


Confira algumas outras dicas para evitar problemas com os pets no fim de ano:
-Procure deixar o animal, na hora da queima de fogos, em um local onde ele se sinta seguro, onde o som é mais abafado, e que haja espaço para ele se esconder. O ideal é que ele não fique sozinho.
- Verifique se os portões, portas e janelas estão fechados, para evitar fugas e atropelamentos. Cuidados em caso de festas em casa pois sempre tem aquele convidado folgado que deixa o portão aberto.
- Mantenham sempre os animais identificados, com coleira confortável e plaquinha com nome e telefone. 
- Protetores de ouvidos são indicados e podem ser comprados em lojas especializadas.
- Calmantes naturais, conhecidos como florais, são uma boa alternativa para relaxar os animais. Procure orientação do seu médico veterinário.
- Cães e gatos acostumados com agitação, passeios e exercícios físicos costumam sentir menos o impacto dos fogos, mas mesmo assim é necessário que fiquem em segurança. 

Boas festas!!!


Cresce o número de animais abandonados nas férias

As cidades brasileiras já estão vivendo o clima de fim de ano. Nessa época as atenções estão voltadas para as festas de confraternização, presentes, a ceia de natal e a tão esperada férias. Porém, há uma constatação preocupante. É justamente nesse período que aumentam os casos de animais abandonados. Segundo veterinários e ativistas dos direitos animais esta prática vem se tornando comum devido à banalização e comércio desenfreado de filhotes e as viagens comuns nessa época.

Se comparar com os outros meses do ano, de novembro a fevereiro o abandono de animais domésticos aumenta cerca de 70%. O levantamento foi feito em 2011 pela ARCA Brasil – Associação Humanitária de Proteção e Bem-Estar Animal. O que mais assusta é que este número pode ser ainda maior, de acordo com o presidente da entidade Marco Ciampi. “A estimativa foi feita apenas com base nas informações que chegam ao nosso conhecimento”, diz.

Para o especialista, esse cenário é uma combinação de fatores como negligência e a posse irresponsável dos animais, com destaque para a procriação sem controle, cuja melhor forma de prevenir ainda é a esterilização ou castração.



Os principais argumentos são “vou viajar e não tenho onde deixar meu animal” e “meu filho ganhou um filhote de presente e não posso ficar”. Além disso, há quem atribua o abandono a uma mudança de residência, à idade do cão e ao fato de o companheiro não gostar do animal. 
A verdade é que nada justifica o abandono – crime previsto em lei, afinal, o tutor responsável deve planejar e incluir o animal em todos os momentos de sua vida. Se você não pode arcar com essa responsabilidade, não está apto a ter um animal.

O costume de presentear amigos e parentes com animais de estimação em datas especiais também representa um grande problema, pois nem sempre estão dispostos a cuidar deles.
A família deve dispor de um local apropriado para o animal viver, ter condições financeiras para alimentá-lo e garantir cuidados veterinários adequados e dispor de tempo para cuidar dele - incluindo na programação diária passeios e exercícios com o bicho. Todas essas condições devem ser mantidas por 10 a 20 anos, enquanto o animal viver.

Abandonar animais é crime cometido por pessoas sem caráter e covardes que devem ser denunciadas para que sejam punidas e nunca mais voltem a cometer maldades contra seres indefesos. 
Se você se deparar com qualquer situação de abandono ou maus-tratos, denuncie à polícia!

E lembre-se que o CCZ não recolhe e nem recebe animais que as pessoas não querem mais. Animal não é objeto descartável e deve ser tratado com respeito e responsabilidade. 



quarta-feira, 7 de dezembro de 2016

Chuvas e calor trazem animais peçonhentos: veja os cuidados a tomar



verão é uma época muita aguardada: férias, calor, praia, piscina... Mas o verão traz chuvas e, com elas, surgem muitos animais peçonhentos.
calor e a chuva aumentam a possibilidade de ocorrência de acidentes com animais peçonhentos (escorpiãoaranhacobra) porque, na época do verão, eles saem à procura de abrigos secos, que podem ser a nossa casa.

Onde acontece a maior parte dos acidentes?

Segundo os dados do Programa Estadual de Vigilância e Controle dos Acidentes por Animais Peçonhentos da Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais, de janeiro a setembro de 2016, 57,4% dos registros de acidentes com animais peçonhentos ocorreram em zonas urbanas e 40,3%, em zonas rurais.
As concentrações dos casos variam de acordo com a localidade e o tipo de animal. Segundo Andréia Santos, técnica do órgão: “Geralmente em áreas urbanas, que concentra 12.445 casos, a maioria dos acidentes envolvem escorpiões (73,2%), seguido por aranhas (8,2) e abelhas (7,4%). Nas áreas rurais a maior incidência de casos também envolvem escorpiões (51,6), seguido por serpentes (17,6%) e aranhas (16,4%)”.

O que fazer em caso de acidentes?

Andréia orienta que a vítima deve ser mantida calma, para evitar que faça movimentos bruscos. O membro acometido deve ser mantido mais elevado em relação ao restante do corpo. A pessoa deve ser encaminhada o quanto antes para o serviço de saúde para ser atendida. Ela sugere que, se for possível e não apresente risco de um novo acidente, o animal envolvido deve ser levado também ao local de atendimento, para facilitar o diagnóstico.



Tratamento

Na maior parte dos casos, o tratamento é feito com soro, elaborado a partir de um concentrado de anticorpos para combater o agente tóxico que atua no corpo do paciente.
Por isso é tão importante a correta identificação do animal que causou a picada, porque facilita o diagnóstico e o tratamento, já que para cada tipo de veneno, há um soro específico preparado com a mesma toxina do animal peçonhento.
Os soros antipeçonhentos são distribuídos gratuitamente pelo Ministério da Saúde, em todo o país, para a rede do Sistema Único de Saúde (SUS). 

Quais cuidados tomar?

Alguns cuidados previnem acidentes com animais peçonhentos:

Em casa

- Seja cuidado ao entrar em locais que estão fechados há muito tempo;
- Bata os colchões e a roupa de cama antes de usá-los;
- Balance cuidadosamente roupas, sapatos, toalhas que ficaram no imóvel durante o período em que permaneceu fechado;
- Afaste as camas das paredes e evite pendurar roupas fora dos armários;
- Vede frestas e buracos em paredes e assoalhos;
- Limpe o interior e o exterior da casa usando luvas, botas e calças compridas;
- Evite o acúmulo de lixo, entulhos e materiais de construção próximo à casa;
- Nunca colocar as mãos em buracos ou frestas;
- Caso encontre algum animal peçonhento dentro de casa, afaste-se dele sem assustá-lo e entre em contato com o centro de controle de zoonoses da sua cidade. Lembre-se que estes animais só atacam para poderem se defender, portanto não os provoque.

Fora de casa

- Se estiver em algum lugar ao ar livre, verifique cuidadosamente a área em volta onde você pretende instalar-se;
- Em regiões de mato alto, use sempre calça comprida e botas;
- Próximo a matas e na beira de estradas, evite deixar as portas do carro abertas, principalmente ao anoitecer;
- Nunca pegue animais peçonhentos com as mãos, mesmo que eles pareçam mortos;
- Fazer um controle do número de roedores pode evitar a aproximação de serpentes peçonhentas, que se alimentam deles.

fonte: https://www.greenme.com.br/morar/faca-voce-mesmo/4618-chuvas-e-calor-animais-peconhentos-cuidados

Preservar o meio ambiente é preservar a saúde.


Doenças ambientalmente induzidas
As doenças e epidemias que aparecem mais acentuadamente na época das chuvas não estão ligadas apenas a ocorrência das precipitações pluviométricas, mas a fatores muito anteriores e relacionados direta ou indiretamente ao trato da questão ambiental, como veremos.
Como se sabe a explosão demográfica ocorrida nas últimas décadas elevou o número de habitantes da terra para mais de 6 bilhões de pessoas, estando o Brasil próximo a casa dos 200 milhões de pessoas, o que não é um exagero pelo nosso tamanho continental, não fosse a concentração populacional nas cidades, principalmente nas grandes metrópoles acarretando enorme bolsões de pobreza e suas conseqüências ambientais.
Isto acrescido da falta de saneamento básico adequado com insuficiência de aplicação de verbas públicas no setor, educação, políticas públicas efetivas, além da falta de conscientização e de vontade política dos agentes públicos têm mantido condições propícias para o surgimento de muitas doenças e epidemias ligadas direta ou indiretamente ao fator ambiental. Além disso, a degradação ambiental gerada pela falta de zoneamento  ambiental – ou inadequados/desrespeitados quando existem, do Poder Público em todas as suas esferas, a ganância exagerada de muitos loteadores que não dão atenção aos aspectos ambientais dos empreendimentos, a falta de consciência ecológica da maioria dos proprietários de imóveis e das indústrias, tornam-se fatores relevantes na crescente piora da situação da saúde pública.
Como se sabe muitas doenças encontram ambiente favorável com proliferação de animais que vivem em ambientes insalubres como os ratos, mosquitos e moscas, os quais por sua vez são hospedeiros e/ou disseminadores de muitas moléstias como a leishmaniose, toxoplasmose, doença de chagas, febre amarela e malária. São as chamadas zoonoses, isto é doenças compartilhadas simultaneamente pelo homem e pelos animais.
Portanto, estas doenças são altamente induzidas pelos fatores ambientais, caracterizados estes pela degradação da qualidade ambiental, tanto na área urbana quanto rural, de forma que no seu combate as medidas de preservação e saneamento são primordiais. Outra forma de evitá-las é através da informação e educação para prevenção.

fonte: http://www.aultimaarcadenoe.com.br/medicina-do-viajante/

segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

Animal não é brinquedo.



Ter um animal é uma decisão muito pessoal, que envolve planejamento e comprometimento. É por isto que não se deve dar animais de presente, pois nunca se sabe se a pessoa presenteada realmente terá condições, tempo, disponibilidade, e tudo mais necessário para proporcionar uma vida feliz a este animal. Com esta atitude, você pode estar causando um enorme problema para a pessoa presenteada, mas muito maior para este animal, reduzido a objeto. Respeite os animais. 



Tempo de decomposição de materiais.



NÃO JOGUE LIXO NAS RUAS, EM CÓRREGOS, TERRENOS OU MATAS. 
RECICLE E DESCARTE O SEU LIXO CORRETAMENTE E COM RESPONSABILIDADE. 
A POLUIÇÃO DO AMBIENTE CAUSA DOENÇAS, GASTOS  E MUITOS TRANSTORNOS PARA TODA A POPULAÇÃO.




Faça sempre o descarte correto do seu lixo!

  Um dos maiores responsáveis pelos alagamentos nas cidades é o lixo, que entope bueiros e canalizações. Evite doenças e perdas materiais. Portanto, seja educado e consciente:
• Jogue o lixo na lixeira;
• Não jogue lixo em terrenos baldios ou na rua;
• Não jogue papel e lixo na rua;
• Não jogue troncos, móveis, materiais e lixo que impedem o curso do rio, provocando transbordamentos;
• Não jogue lixo nos bueiros (bocas-de-lobo) para não obstruir o escoamento da água;
• Limpe telhados e canaletas das águas para evitar entupimentos;
• Não jogue lixo nos arroios ou córregos;
• Procure acondicionar o lixo, observando os horários de coleta;
• Não construa próximo a córregos que possam inundar;
• Não construa em cima de barrancos que possam deslizar, carregando sua casa;
• Não construa embaixo de barrancos que possam deslizar, soterrando sua casa.
A cidade é a sua casa, mantenha-a limpa!

fonte: http://www.jatai.go.gov.br/index.php?option=com_content&id=3776:seja-educado-nao-jogue-lixo-nas-ruas&Itemid=247





Ao descartar o lixo sem os devidos cuidados você causa problemas para toda a comunidade. Seja um cidadão consciente ajude a cuidar da sua cidade.