terça-feira, 3 de maio de 2016

Educação e conscientização.

Cada vez mais, popularizam-se políticas públicas e iniciativas de entes privados – ONGs e empresas – no sentido de promover a consciência ecológica e a educação ambiental. Em datas como o Dia Mundial da Água, Dia da Árvore e Dia do Meio Ambiente, proliferam artigos, análises e entrevistas com foco em sustentabilidade, futuro do planeta, mudanças climáticas e temas similares.

Isso é positivo e mostra a preocupação crescente da sociedade com as implicações ecológicas dos seus atos. No entanto, cabe perguntar: a educação e a conscientização estão funcionando com respeito às diferentes formas de vida?

Se analisarmos a história veremos que o ser humano evoluiu muito no seu relacionamento com as outras espécies. Hoje, exceção feita àqueles países em que a maior parte da população vive em condições sub-humanas, os pets ocupam espaço crescente nas famílias. Gastos com ração e cuidados veterinários passam a fazer parte do orçamento doméstico e muita gente enxerga seu cão ou gato como membro da família.

É preciso observar, porém, que o abandono ainda é um problema gravíssimo. Fêmeas prenhes e ninhadas indesejadas continuam sofrendo “descarte” – o lado positivo é que esse gesto desperta cada vez mais repulsa na sociedade, que também se indigna fortemente quando vêm à tona casos extremos de crueldade. As redes sociais são um bom termômetro dessa mudança de mentalidade, com campanhas intensas por “justiça” sempre que um animal é vitimado de maneira brutal.

Ainda assim, é preciso investir mais na educação pró-animais, começando pela conscientização daqueles que mantêm animais sob sua guarda.

Principais desafios
Se por um lado é importante ressaltar aquilo que nós, humanos, temos em comum com os animais não humanos – as capacidades de sentir amor e medo, dor e fome, angústia e alegria etc. –, é ainda mais necessário salientar os traços que nos diferenciam. Pois somente respeitando as diferenças seremos capazes de realmente compreender e respeitar as características de cada espécie, e assim proporcionar condições ideais a cada uma delas.

A primeira diferença que precisa ser compreendida e ressaltada diz respeito à reprodução dos animais. Se, para os seres humanos, ter um filho está frequentemente associado à realização de um sonho, de um ideal, para animais não humanos a procriação é pura e simplesmente um ato instintivo. Logo, a castração não é uma “violência” ou uma “frustração para o animal”, como correntes radicais apregoam. Ela é, isto sim, o caminho mais sensato e humanitário para controlar as populações animais e reduzir o abandono, sem termos de recorrer à eutanásia, que imperou durante décadas.

Outro ponto que precisa ser repensado é a excessiva antropomorfização (tentativa de igualar ao humano) de animais de estimação. Colocar uma roupinha no cachorro que sente frio é bom e correto, já usar tinturas, esmaltes, acessórios, joias e outros badulaques podem ser estressantes, quando não nocivos à saúde dos pets. Bichos e pessoas têm “opiniões” bem diferentes a respeito do que é conforto e bem-estar...

Alguns mitos
· Não, animais domésticos não “se viram” sozinhos. É preciso educar as pessoas para reduzir todo e qualquer abandono.

· Não é verdade que os gatos se apegam à casa. Eles criam laços de afeto com seus guardiões e sofrem demais em caso de separação.

· Animais doentes precisam de cuidados veterinários. Simpatias não funcionam. “Receitinhas caseiras”, às vezes, só servem para retardar o tratamento efetivo de uma doença séria.

· Crianças e animais podem e devem viver juntas desde sempre. Basta que o animal esteja livre de parasitas, com a vacinação em ordem e bem limpo. Um bom pediatra reconhece o valor positivo dos laços de afeto entre crianças e pets. Busque um médico que compreenda e respeite os valores que você e sua família cultivam.

· Não é necessário adotar um “filhote bem pequeno” para que ele “se acostume” com a família. Esse mito foi disseminado por criadores comerciais que querem transformar em mercadorias cada filhote que produzem. Animais adultos podem se tornar companheiros maravilhosos. Nossos capítulos sobre adoção e adestramento reúnem dicas valiosas sobre este assunto!

fonte: www.arcabrasil.org.br











Lavar as mãos evita doenças.

A Organização Mundial de Saúde (OMS) definiu 5 de maio como dia mundial de higiene das mãos. A cada ano, centenas de milhões de pacientes em todo o mundo são afetados por infecções relacionadas à assistência à saúde (IRAS), consideradas como um dos eventos adversos (EA) mais frequentes nos serviços de saúde.
Os micro-organismos resistentes podem ser transferidos ao paciente por meio das mãos dos profissionais de saúde. A resistência aos antimicrobianos reduz ou impede a eficácia de qualquer tratamento para a prevenção e cura de infecções.
Assim, a higiene das mãos é a principal ação para reduzir a transmissão de infecções e micro-organismos resistentes, consistindo em uma das medidas essenciais para a prevenção e controle das IRAS, promovendo a segurança de pacientes, profissionais e usuários dos serviços de saúde.
A preocupação com a prevenção da infecção deve ser reforçada nos serviços de saúde, sendo fundamental a prática da higiene das mãos em todos os processos de cuidados, tais como inserção de dispositivos invasivos, manipulação da ferida cirúrgica, entre outros.
Em 2016, a OMS, com pleno apoio da Anvisa, vem estimulando a melhoria das práticas de higiene das mãos, especialmente nas unidades cirúrgicas (clínicas cirúrgicas, centros cirúrgicos e serviços de cirurgia ambulatorial) visando à prevenção das Infecções do Sítio Cirúrgico (ISC) para a segurança do paciente.
Acesse também todos os materiais referentes à higiene de mãos no link:http://www20.anvisa.gov.br/segurancadopaciente/index.php/publicacoes/category/higienizacao-das-maos

TODA HORA É HORA DE LAVAR AS MÃOS.


domingo, 1 de maio de 2016

Guarda responsável.



É muito triste constatar a quantidade de animais que estão soltos pelas ruas. Alguns foram abandonados, mas outros têm donos que permitem que eles fiquem soltos sem supervisão. Todos correndo risco de se perder, de serem atropelados, agredidos, pegarem doenças, e coisas piores. Todos levando uma vida cheia de riscos e sofrimento. Se você tem um animal, cuide bem dele, nunca permita que ele fique solto sozinho na rua, e nunca o abandone. Ele depende e confia em você. Animais não são objetos para serem perdidos ou jogados fora. E respeitem os animais que estão nas ruas, pois eles não estão lá porque querem. Lembrem-se que abandono de animais é crime, denuncie sempre.

Animal não é objeto.

Antes de adquirir um animal pense bem se vai poder cuidar bem dele e para sempre. Avalie as despesas, espaço disponível, sua capacidade para compreender e conviver bem com ele. Animais não são objetos para serem jogados fora quando não se quer mais. Abandono de animais é crime, além de ser atitude de gente covarde e sem caráter. Se você não vai cuidar, então não tenha.



domingo, 17 de abril de 2016

Jogue o lixo na lixeira.


👉 #FicAaDica Juventude Sustentável: São as pequenas atitudes que, quando transformadas em hábitos, melhoram a sua vida e beneficiam o meio ambiente 🍀🍀🍀
 
 

quarta-feira, 13 de abril de 2016

Proteja seus animais da leishmaniose.


 
 
 



Além dos cães, todos os mamíferos (incluindo gatos), podem servir como hospedeiros da leishmania. Prevenção é a melhor solução!

Saiba mais: http://arcabrasil.org.br/ocaonaoeovilao/2016/











Cuidar da saúde do seu animal é cuidar da saúde da sua família. Ligue para o CCZ de Embu das Artes para maiores esclarecimentos. Fone: 47043673.

Leishmaniose X desmatamento