quinta-feira, 23 de junho de 2016

Locais que expõem animais para venda ou adoção precisam ter veterinário responsável.


 
 
RESOLUÇÃO CFMV Nº 1069, DE 27 DE OUTUBRO DE 2014 Dispõe sobre Diretrizes Gerais de Responsabilidade Técnica em estabelecimentos comerciais de exposição, manutenção, higiene estética e venda ou doação de animais, e dá outras providências.



quarta-feira, 22 de junho de 2016

Respeito pelos animais.

 
 


Sacrifício de onça exibida em passagem da tocha por Manaus revela drama de espécie ameaçada.



A morte de Juma, a onça que participou de uma cerimônia com a tocha olímpica em Manaus na segunda-feira, revela o drama de uma espécie ameaçada de extinção e gera questionamentos sobre a manutenção de animais selvagens em centros do Exército na Amazônia.
A onça Juma foi abatida com um tiro de pistola no Centro de Instrução de Guerra na Selva (Cigs) logo após ser exibida no evento olímpico. Como outra onça, apelidada de Simba, ela havia sido acorrentada e apresentada ao público durante a cerimônia.
O Exército mantém várias onças em cativeiro na Amazônia. Os felinos ─ bem como animais de outras espécies ─ costumam ser adotados pelo órgão ao serem encontrados em cativeiro ou em poder de caçadores.
Muitas onças, como Juma, se tornam mascotes dos batalhões e passam por sessões de treinamento. Em Manaus, os felinos são presença frequente em desfiles militares, prática condenada por biólogos e veterinários.
Em 2014, durante gravação de um documentário em Manaus, militares do Cigs mostraram Juma, a mascote do centro, à BBC Brasil. Na época, explicaram que a onça havia sido resgatada com ferimentos após sua mãe ter sido morta. Foi levada para o centro e ali cresceu sob os cuidados de tratadores.
O destino trágico de Juma chama a atenção para a situação cada mais precária da espécie, listada como ameaçada no Brasil pelo Ibama em 2003.
É um animal que exige extensas áreas preservadas para sobreviver, caçando espécies como capivaras e até jacarés. Ela vem sendo ameaçada pelo desmatamento, não apenas na Amazônia como também no Pantanal e no Cerrado, para abrir espaço para a expansão da atividade agropecuária.
Tiro de pistola
Em nota enviada ao site da agência local de notícias Amazônia Real, o Comando Militar da Amazônia (CMA) diz que, após a solenidade olímpica na segunda, Juma escapou dentro do zoológico do centro do Exército. O órgão afirma que um grupo de veterinários e militares tentou recapturá-la com tranquilizantes, mas que, mesmo atingido, o animal avançou sobre um soldado.
"Como procedimento de segurança, visando a proteger a integridade física do militar e da equipe de tratadores, foi realizado um tiro de pistola no animal, que veio a falecer", diz o órgão.
Onça Simba também participou de cerimônia  (Foto: Exército Brasileiro)Onça Simba também participou de cerimônia (Foto: Exército Brasileiro)
Segundo o Amazônia Real, dois militares seguravam a corrente presa a Juma durante todo o evento. O site diz que muitas pessoas tiraram fotos com a onça na cerimônia. Ela teria fugido logo após a exibição, quando militares tentavam colocá-la numa caminhonete.
O Exército diz que abriu um processo administrativo para investigar a morte do felino. Segundo o Amazônia Real, o Instituto de Proteção Ambiental do Estado do Amazonas (Ipaam) não havia autorizado a participação de Juma no evento e poderá multar a corporação.
Indomesticável
Para João Paulo Castro, biólogo com mestrado em comportamento animal pela Universidade de Brasília, Juma pode ter fugido após se estressar durante o evento.
"Não é saudável nem recomendável submeter um animal a uma situação como essas, com barulho e muitas pessoas em volta", ele diz à BBC Brasil.
"Muitas vezes a onça já vive numa situação precária e estressante no cativeiro, o que é agravado num cenário de agitação."
Castro diz que muitos batalhões do Exército na Amazônia mantém onças em cativeiro. Ele afirma ter visitado um centro que mantinha um felino em Cruzeiro do Sul (AC) em condições "bem toscas".
Segundo Castro, é um erro tratar onças como animais domesticáveis. Ele afirma que são necessárias várias gerações em cativeiro para que uma espécie se acostume a conviver com humanos.
O biólogo diz que, idealmente, onças apreendidas devem ser devolvidas à natureza ou levadas a refúgios, onde possam ficar soltas em amplos espaços.
Segundo ele, a soltura de felinos é um processo complexo, mas há casos bem sucedidos pelo mundo ─ como o de tigres devolvidos a florestas na Ásia.
Horas antes da morte de Juma, a BBC Brasil pediu ao Exército detalhes sobre a manutenção de animais selvagens em dependências do órgão na Amazônia. Não houve resposta até a publicação desta reportagem.
Um veterinário de Manaus que já trabalhou com o Exército e pediu para não ser identificado defendeu o órgão das críticas. Segundo ele, ao cuidar de animais resgatados, a corporação assume uma função que deveria ser de outros órgãos públicos.
Ele diz que os militares são muito cuidadosos com os animais e que a burocracia impede que muitos sejam devolvidos à natureza.
O veterinário afirma ainda que grande parte das onças resgatadas chegam ao órgão ainda filhotes e se tornam dependentes dos cuidadores, o que torna difícil sua soltura.

fonte: http://g1.globo.com/natureza/noticia/2016/06/o-fim-tragico-da-onca-juma-exibida-em-passagem-da-tocha-e-sacrificada-apos-fuga.html

segunda-feira, 20 de junho de 2016

Não contribua com o tráfico de animais

 
 
Tráfico de animais é crime, lei federal 9605/98. Denuncie!
E lembre-se que ao comprar você está financiando o tráfico!
 
 
 
 
 
 
 

terça-feira, 17 de maio de 2016

Leishmaniose: prevenção é a melhor solução.



PREVENÇÃO
A Leishmaniose Visceral é transmitida por insetos vetores, e seu tratamento, além de ainda estar cercado de polêmicas, é custoso e se prolonga durante toda a vida do animal. Evitá-la é a atitude mais sensata.
A exemplo do que ocorre com outras doenças transmitidas por insetos, tais como a dengue, a zika, a chikungunya e a malária, as formas mais eficazes de prevenção da Leishmaniose Visceral envolvem cuidados ambientais (de modo a eliminar os criadouros dos mosquitos) e pessoais (com o uso de preventivos, por exemplo).
Elencamos a seguir algumas opções existentes no Brasil. O fator custo-benefício deve ser sempre levado em consideração, seja pelo investimento mensal aceitável ou por serem essenciais para o bem-estar das pessoas e dos animais.

1)
   Coleiras
Há no mercado produtos de eficácia comprovada na prevenção da Leishmaniose, com duração de até oito meses*.
As melhores coleiras são aquelas que não possuem cheiro, não soltam pó, são livres de inseticidas, resistentes à água e eficazes inclusive em áreas endêmicas, ou seja, regiões onde há registros da doença.
Seu funcionamento consiste na liberação de doses pequenas e constantes de substâncias ativas na pele e no pelo do animal. Bastante segura, pode ser usada em filhotes de cães a partir das sete semanas de idade e filhotes de gatos a partir de 10 semanas.

Post 12(*)  A coleira Seresto® tem duração de até 8 meses e é a única indicada para gatos, conforme recomendação do LeishVet (grupo europeu de especialistas em leishmaniose); A coleira Seresto® tem eficácia comprovada na prevenção da Leishmaniose, protegendo também contra pulgas, carrapatos e piolhos.
 
2)   Vacinas
Existem produtos disponíveis no mercado brasileiro desde 2004. A vacinação pode ser iniciada aos 4 meses de idade, em cães saudáveis e previamente testados para Leishmaniose Visceral Canina.
O protocolo completo deve ser feito com três doses, respeitando um intervalo de 21 dias entre cada aplicação.
A revacinação deve ser feita um ano após a primeira dose, e depois, para manter a resposta imune, o reforço passa a ser anual.
Em tempo: o cão só é considerado protegido 21 dias após a terceira dose de vacina. Até que se cumpra esse período (63 dias após primeira dose), é importante usar todas as outras formas possíveis de prevenção e proteção.

3)
   Spot On à base de imidacloprida e permetrina
O produto é aplicado na nuca do cão, diretamente sobre a pele. O reforço deve ser mensal.

4)
   Spray à base de permetrina
Protege os cães contra o mosquito por até sete dias e pode ser usado em animais a partir dos três meses de idade. Ação imediata após a aplicação.

5)
   Pour-on à base de permetrina
Repelente pour-on aplicado no dorso de cães a partir de quatro semanas de idade. Deve ser usado mensalmente, conforme recomendação do fabricante.

6)
   Coleira à base de Deltametrina
Pode ser usada por cães a partir de três meses de idade e protege por até seis meses. Tem ação repelente e inseticida.

Medidas adicionais de prevenção:

– Mantenha o animal dentro de casa ao entardecer (entre 18 horas e seis da manhã)
Não leve o cão para áreas endêmicas (cidades onde a doença já existe). Coloque telas nas janelas e no canil, espalhe vasos de citronela pelo quintal.
– Limpe seu quintal. Recolha folhas, flores e frutos caídos, e as fezes dos animais; feche bem o seu lixo. Incentive todos os vizinhos a fazerem o mesmo.
– Denuncie e combata o desmatamento de áreas verdes em seu município. Esse é um dos fatores que contribui para a proliferação dos mosquitos nas áreas urbanas.
– Exija que o governo municipal execute o programa de controle do mosquito transmissor. Isso inclui recolhimento das folhas, controle da exposição de matéria orgânica (lixões, aterros sanitários, granjas e terrenos baldios) e dedetização das casas.
– Repelentes Naturais. Plantas com propriedades repelentes podem ser plantadas ao redor da casa, como é o caso da citronela (um tipo de arbusto) e o neem (uma árvore típica da Índia). Ambas as plantas são conhecidas por sua eficácia como inseticidas/repelentes naturais.
– Produtos para o ambiente. Existem produtos industrializados à base de citronela para uso nos animais e também no ambiente. Podem ser usados para lavar a área externa da casa e os canis, e também aplicados nas telas protetoras, batentes de portas e janelas etc. Já o óleo de neem é um inseticida totalmente natural, eficiente no combate a mais de 500 espécies de insetos e ácaros. É ideal para uso doméstico, por ser totalmente inofensivo ao homem e aos animais.

fonte: www.arcabrasil.org.br

sexta-feira, 13 de maio de 2016

Sexta-feira 13



VAMOS EVOLUIR E DEIXAR AS CRENDIÇES PARA TRÁS.
 
 
 
 

domingo, 8 de maio de 2016

Dia das mães.



PARABÉNS A TODAS AS MÃES QUE DÃO O BOM EXEMPLO E ENSINAM SEUS FILHOS A AMAR  E RESPEITAR OS ANIMAIS.