quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

Carnaval responsável.



E vamos repetir pela milésima vez pois o carnaval está chegando:
Se for viajar no feriado e não puder levar seu animal de estimação, providencie um hotel ou local onde ele possa ficar em segurança e ser bem tratado até que você volte. Pode ser um hotel para animais domésticos, casa de parentes ou mesmo algum amigo que possa ir até sua casa para cuidar dele. E não vá deixar para planejar de última hora. Todo proprietário tem obrigação legal sobre seus animais, e abandonar não é uma opção. Não faça com ele o que não gostaria que fizessem com você.
Abandonar animais é crime!



Tempo de gestação dos animais.



terça-feira, 26 de janeiro de 2016

Infestação por escorpiões



Durante o verão, é comum ouvir casos de pessoas que se depararam com escorpiões amarelos no jardim, na janela ou na pia da lavanderia.

No entanto, o pequeno animal (que cabe até na palma da mão de uma criança) tem se reproduzido em uma proporção fora do que é considerado normal.

Segundo Randy Baldresca, biólogo e pesquisador, o número de bichinhos andando pelas ruas deve aumentar até 70% nos próximos dois anos.

“Se o acúmulo de lixo permanecer nas ruas, a população continuar mal informada em como lidar com o animal e o número de edificações for ampliado, a situação vai se agravar”, diz Baldresca.

E a população já começa a sentir esse efeito. Na cidade de São Paulo, por exemplo, moradores de um bairro nobre relataram que em apenas uma semana, cerca de cem escorpiões foram capturados.

No fim do ano passado, o Tityus serrulatus (seu nome científico), também foi responsável por desclassificar uma estudante de Campinas (SP) no vestibular da Fuvest, prova que dá acesso à Universidade de São Paulo (USP). Pouco antes de iniciar o exame, ela passou mal e teve que deixar o local.

Casos como estes figuram numa série de relatos notificados desde o início deste ano. Consultada por EXAME.com, uma empresa especializada no controle de pragas informou que só nas duas primeiras semanas de 2016, mais de 60 infestações de escorpiões foram controladas pelos biólogos da equipe da Grande São Paulo.

Só para se ter ideia da gravidade, a empresa registra cerca de 80 casos de infestação no período de um ano.

O Ministério da Saúde estimou a quantidade de acidentes por escorpiões em 2015. E o número assusta: aproximadamente 74,5 mil pessoas picadas em todo o Brasil - um aumento superior a 24% no período de quatro anos.

Vale ressaltar que a picada do escorpião amarelo pode matar. O governo do Estado de São Paulo informou que, no ano passado, cinco óbitos foram notificados.

Adaptabilidade e reprodução

“Esse animal é completamente adaptável ao ambiente urbano. Ele consegue se instalar em uma residência por até um ano sem precisar se alimentar”, diz Baldresca. “E os inseticidas usados para combater insetos não funcionam para controlar escorpiões”.

O biólogo explica que o escorpião amarelo se reproduz até duas vezes ao ano. Porém, quando esse animal sofre um stress (como quando jogamos veneno ou o cutucamos), ele entra em um processo de reprodução assexuada.

“Ou seja, quando provocado, ele se autoreproduz fora de época e libera de 20 a 30 filhotes no ambiente”, explica.

Prevenção

Tratando-se da terceira espécie de escorpião mais perigosa do mundo, é preciso saber como se prevenir. As principais vítimas, e as que correm o maior risco, são as crianças de até 12 anos e os idosos.

Sendo assim, o biólogo recomenda que os jovens utilizem calçados nos jardins e que o ambiente de casa esteja sempre limpo e livre de sujeira.

“Evite deixar louça na pia da cozinha, retire o lixo do banheiro antes que ele acumule e tampe todos os ralos e pias”, diz. “Assim, você diminui a presença de baratas, que é a principal fonte de alimentação dos escorpiões e grande responsável por seu aparecimento nas residências”.

Como reagir

É importante lembrar que quanto mais próximo um local for de um cemitério, terreno baldio, trem ou riacho, maior é o risco de presença desse aracnídeo.

Como o veneno não ajuda e não mata o bicho, o recomendado é que ao se deparar com um, seja feita uma ação mecânica que mate o animal. Na prática, a pessoa deve usar uma faca ou algum objeto que esmague ou corte o escorpião ao meio.

fonte: http://planetasustentavel.abril.com.br/noticia/saude/infestacao-escorpiao-pode-aumentar-70-dois-anos-934322.shtml

terça-feira, 12 de janeiro de 2016

Turista consciente.

Observar animais silvestres em suas viagens pode ser algo realmente inesquecível. No entanto, talvez você desconheça os sofrimentos e os maus-tratos a que estes animais podem estar sendo submetidos.
Muitos animais são retirados da natureza para serem explorados em atividades de entretenimento ou que visam apenas ao lucro. Não raro, você se depara com estes tipos de animais em espetáculos ou sendo usados para passeio. Outras vezes você é assediado para tirar fotos com animais ou para comprar souvenires e produtos de origem animal, desconhecendo a crueldade que se esconde por trás disso tudo.
Elefantes são treinados para se apresentar para turistas, sofrendo punições e ferimentos com varas até que aprendam a executar “seu número”. Eles também têm os movimentos limitados por correntes. 
Ursos são mantidos em jaulas minúsculas, passando por terríveis sofrimentos físicos e mentais, com seringas permanentemente enfiadas em suas vesículas para a retirada da bílis, que é então vendida para turistas. 
Infelizmente, mesmo turistas que amam os animais podem estar contribuindo para o sofrimento deles por desconhecer as crueldades que os cercam.
A World Animal Protection ajuda pessoas como você a proteger os animais. Este guia irá auxiliá-lo para que você saiba como se prevenir de situações como as descritas acima e fazer as suas escolhas de maneira consciente em atividades de lazer com animais durante as suas férias.
Quanto mais informações você obtiver sobre o tratamento dispensado aos animais, maior será a sua chance de protegê-los contra qualquer tipo de crueldade e sofrimento. Ter carinho pelos animais durante as suas férias significa que você também sabe ter respeito. Respeito pelas pessoas, pela cultura, pelo meio ambiente e, claro, pelos animais, seja qual for o país em que você estiver.

Fonte:
https://www.facebook.com/ProtecaoAnimalMundial/photos/a.425742261234.208466.358687161234/10153307480571235/?type=3&theater

Não contribua para o comércio do entretenimento que maltrata e escraviza os animais.
 
 

quinta-feira, 24 de dezembro de 2015

Feliz Natal

Desejamos um Feliz Natal a todas as pessoas boas que respeitam e cuidam dos animais e do meio ambiente. Que esta época seja de reflexão e sirva para que mais pessoas sigam o exemplo de compaixão e amor pelo próximo.
 
 

segunda-feira, 30 de novembro de 2015

Zika vírus e Microcefalia.


Ministério da Saúde confirma relação entre vírus Zika e microcefalia
O achado reforça o chamado para uma mobilização nacional para conter o mosquito transmissor, o Aedes aegypti, responsável pela disseminação doença
O Ministério da Saúde confirma neste sábado (28) a relação entre o vírus Zika e o surto de microcefalia na região Nordeste. O Instituto Evandro Chagas, órgão do ministério em Belém (PA), encaminhou o resultado de exames realizados em um bebê, nascida no Ceará, com microcefalia e outras malformações congênitas. Em amostras de sangue e tecidos, foi identificada a presença do vírus Zika.
A partir desse achado do bebê que veio à óbito, o Ministério da Saúde considera confirmada a relação entre o vírus e a ocorrência de microcefalia. Essa é uma situação inédita na pesquisa científica mundial. As investigações sobre o tema devem continuar para esclarecer questões como a transmissão desse agente, a sua atuação no organismo humano, a infecção do feto e período de maior vulnerabilidade para a gestante. Em análise inicial, o risco está associado aos primeiros três meses de gravidez.
O achado reforça o chamado do Ministério da Saúde para uma mobilização nacional para conter o mosquito transmissor, o Aedes aegypti, responsável pela disseminação da dengue, zika e chikungunya. O êxito dessa medida exige uma ação nacional, que envolve a União, os estados, os municípios e a toda a sociedade brasileira. O momento agora é de unir esforços para intensificar ainda mais as ações e mobilização.
A campanha lançada nesta semana alerta que o mosquito da dengue mata e, portanto, não pode nascer. A ideia é que todos os dias sejam utilizados para uma limpeza e verificação de focos que possam ser criadouros do mosquito. O resultado do Levantamento Rápido de Índices para Aedes aegypti (LIRAa) indica 199 municípios brasileiros em situação de risco de surto de dengue, chikungunya e zika, sendo necessária uma mobilização, de todos, imediata.
ÓBITOS
O Ministério da Saúde também foi notificado, na sexta-feira (27), pelo Instituto Evandro Chagas sobre outros dois óbitos relacionados ao vírus Zika. As análises indicam que esse agente pode ter contribuído para agravamento dos casos e óbitos. Esta é a primeira ligação de morte relacionada ao vírus Zika no mundo, o que demostra uma semelhança com a dengue.
O primeiro caso foi confirmado pelo Instituto Evandro Chagas, de Belém (PA), trata-se de um homem com histórico de lúpus e de uso crônico de medicamentos corticoides, morador de São Luís, do Maranhão. Com suspeita de dengue, foi realizada coleta de amostra de sangue e fragmentos de vísceras (cérebro, fígado, baço, rim, pulmão e coração) e enviadas ao IEC. O exame laboratorial apresentou resultado negativo para dengue. Com a técnica RT-PCR, foi detectado o genoma do vírus Zika no sangue e vísceras.
Confirmado na sexta-feira (27), o segundo caso é de uma menina de 16 anos, do município de Benevides, no Pará, que veio a óbito no final de outubro. Com suspeita inicial de dengue, notificada em 6 de outubro, ela apresentou dor de cabeça, náuseas e petéquias (pontos vermelhos na pele e mucosas). A coleta de sangue foi realizada sete dias após o início dos sintomas, em 29 de setembro. O teste foi positivo para Zika, confirmado e repetido.
Todos os achados estão sendo divulgados conforme são conhecidos. O objetivo é dar transparência sobre a situação atual, assim como emitir orientações para população e para a rede pública. Esse é um achado importante e merece atenção. O Ministério da Saúde está se aprofundando na análise dos casos, além de acompanhar outras análises que vem sendo conduzidas pelos seus órgãos de pesquisa e análise laboratorial. O protocolo inicial para o atendimento de possível agravamento da Zika será o mesmo utilizado para situações mais graves de dengue.
Investigações em curso
O Ministério da Saúde mantém as investigações sobre a ocorrência de microcefalia em bebês, assim como a avaliação de casos graves em adultos, a manifestação clínica e a disseminação da doença. Nesta semana, a convite de governo federal, representantes do CDC (Centro de Prevenção e Controle de Doenças, em inglês), dos Estados Unidos, integrarão os esforços das autoridades e parceiros nacionais nestas análises. O CDC é referência para a Organização Mundial de Saúde (OMS) em doenças transmissíveis.
A OMS e a sua representação nas Américas, a OPAS, têm sido atualizadas sobre o andamento das ações, dos resultados e das conclusões do Ministério da Saúde.
Atividades
O Ministério da Saúde intensificou o acompanhamento da situação, de forma prioritária, e divulgará orientações para rede pública e para a população, conforme os resultados das investigações. Além disso, mantém contato com as secretarias estaduais e municipais para articular uma resposta conjunta e, em especial, a mobilizar ações contra o mosquito Aedes aegypti.
O Ministério da Saúde informa, ainda, que a Presidência da República determinou a convocação do GEI (Grupo Executivo Interministerial), que envolve 17 ministérios, para a formulação de plano nacional do combate ao vetor transmissor, o mosquito Aedes Aegypti. Também estão sendo estimuladas pesquisas para o diagnóstico da doença e frentes de mobilização em regiões mais críticas. Não faltarão recursos financeiros para suporte às ações.
As medidas envolvem, finalmente, ações de comunicação e suporte assistencial, como pré-natal, atenção psicossocial, fisioterapia, exames de suporte e estímulo precoce dos bebês.
Fonte: Ministério da Saúde


Dengue, Zika vírus e Chikungunya.

 

Procure a unidade de saúde mais próxima da sua casa e nunca tome medicamentos sem recomendação médica.