terça-feira, 22 de abril de 2014

Crianças e animais

As crianças são as principais vitimas de mordidas de cachorros.
As crianças são as principais vítimas de mordidas de cachorros.
Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS) as crianças são as maiores vítimas da raiva.

De 30 a 60% das vítimas de mordidas de cachorros, devido a aproximação indevida, são crianças e adolescentes com idade inferior a 15 anos. Em média, somente 10% dos casos recebem tratamento profilático anti-rábico, pois os pais ou as autoridades da área da saúde não ficam sabendo da exposição à raiva.

Só na rede hospitalar pública são realizados todo ano cerca de 400.000 atendimentos ao ano de pessoas expostas a raiva.

Tome os seguintes cuidados para evitar o risco de as crianças serem contaminadas com raiva:


  • A vacinação anual contra a raiva em cachorros e gatos é o primeiro passo para evitar a doença, devendo ser anotada pelo veterinário na carteira do animal. Para não esquecer da revacinação anual, anote a data em sua agenda ou utilize serviços de lembrete.
  • Recomenda-se também o uso de coleira com uma plaquetinha de vacinação contra raiva, além dos dados de contato em caso de perda do animal. Lembrem-se que as vacinas devem ser feitas por médico veterinário capacitado.
  • Oriente as crianças para que não toquem em animais estranhos, presos a coleiras, atrás de grades, comendo, bebendo, dormindo, ou com crias.
  • Caso encontre morcego caído no chão, durante o dia, avise o órgão da saúde ou da agricultura para que o mesmo seja recolhido e testado para raiva.
  • Ao passear com seu cachorro e/ou gato, mantenha-o sempre na coleira.
  • Consulte o veterinário sobre a possibilidade de castrar seu cachorro ou gato. Animais castrados têm menor probabilidade de fugir de casa e ficar abandonado.
  • Não permita que seu cachorro ou gato fique solto pelas ruas, pois eles estarão mais expostos ao risco de pegar a doença.
  • Não criar animais silvestres em casa, nem tocar ou pegar essas espécies.
  • Passe para as crianças informações sobre a raiva. Veja material aqui.


http://www.raiva.com.br/viva_melhor_sem_raiva/proteja_criancas/proteja_criancas.asp

 
Os adultos têm o dever de ensinar as crianças a se comportar na presença de animais, a respeitá-los e não provocá-los.
 
Conhecer o comportamento dos animais e respeitá-los evita acidentes.


 

sexta-feira, 18 de abril de 2014

Boa Páscoa



DESEJAMOS FELIZ PÁSCOA A TODAS AS PESSOAS QUE AMAM, RESPEITAM, ADOTAM E CUIDAM DOS ANIMAIS.
 

segunda-feira, 14 de abril de 2014

Todos contra a dengue.


Todos já sabemos o que fazer contra a dengue. 
Então vamos fazer!
Só vamos combater a doença se todos ajudarem e cada um fizer a sua parte.
Comece pela sua casa e seu quintal.



Adoção só se for responsável.



Pense bem antes de adotar, os animais resgatados da rua já vem com traumas e histórias tristes, o que eles precisam é encontrar o amor verdadeiro.


sábado, 12 de abril de 2014

Comportamento animal: Dicas para animais que ficam em apartamento.

Por Malu Araújo, adestradora da Cão Cidadão. 
Hoje, principalmente nas grandes cidades, o tempo está cada vez mais restrito. As pessoas saem cedo de casa e voltam tarde, e os bichinhos ficam a maior parte do tempo sem ter o que fazer. Muitos acabam até destruindo móveis e fazendo bagunça quando o dono não está, na procura de uma atividade. Em alguns casos, por conta dessa bagunça, acabam ficando presos em um espaço pequeno, para evitar a destruição.
Mas, antes de pensar que o seu pet é um bagunceiro que não vai aprender nada, ou que ele faz essa bagunça como um protesto por você ter saído, coloque-se por um instante no lugar dele: é como deixar a nossa vida com pouco contato social, sem internet, telefone, TV, livros, sem nosso trabalho e qualquer coisa que nos distraia. Chato, não é? Então, é assim que muitos animais se sentem, e por conta disso, criam as suas próprias brincadeiras, que podem terminar na destruição de um sofá, rasgar as revistas, roubar roupas do cesto, entre outras traquinagens.
Devemos propor atividades para o pet. Tanto cães, quanto gatos gostam de brincar e interagir. Para os cães, um passeio é uma excelente forma de começar o dia. Caminhar é um exercício muito completo, não apenas por gastar energia, mas também pelo contato com outras pessoas e cães, os cheiros pelo caminho, os sons do ambiente, todo o conjunto é uma atividade física e mental que gasta a energia do animal.
Para os donos que não possuem muito tempo para essa caminhada, existem muitos passeadores profissionais. Converse com amigos e peça uma indicação. Certamente, você encontrará algum profissional de confiança.
Dentro de casa, o enriquecimento ambiental é a forma mais adequada de oferecer atividade para os pets. Existem muitas opções de brinquedos interativos, e alguns podem ser feitos em casa, com material reciclado. Esses brinquedos dispensam ração e petiscos, e o animal se movimenta mais e, consequentemente, demora mais para terminar a refeição, gastando mais energia e servindo de estímulo mental.
Um brinquedo muito bacana, que pode ser preparado em casa, utiliza garrafa pet sem rótulo. Escolha um tamanho adequado para o cão ou gato, faça alguns furos na garrafa e coloque ração dentro. O furo deve ser um pouco maior do que o grão da ração, mas não muito grande para que caia tudo de uma só vez. Os animais deverão rolar a garrafa e retirar, aos poucos, a alimentação.
Outra brincadeira muito fácil de preparar é a “caça ao tesouro”, que nada mais é do que, ao invés de colocar a ração no pote, espalhá-la pela casa, em locais que o animal pode frequentar, e deixar que ele a procure. Dessa forma, ele terá atividade enquanto não tem ninguém em casa.
Ensinar comandos também é uma maneira de fazer com que os pets tenham mais enriquecimento e estímulo mental, além de ajudar na obediência.
Fonte: www.caocidadao.com.br 

quarta-feira, 9 de abril de 2014

Acumuladores de animais - Síndrome de Noé.



Doença foi reconhecida em 2013 como uma manifestação de TOC

O presidente da Sociedade Pa­ranaense de Psiquiatria, André Rotta Burkiewicz, explica que a acumulação é classificada co­mo um tipo de transtorno obses­sivo compulsivo (TOC) no no­vo Manual de Diagnóstico e Estatística de Desordens Men­tais (DSM-5), publicado em maio deste ano. “A doença se ca­racteriza pela necessidade com­pulsiva de acumular não só ani­mais, como objetos, sucata. O acumulador tem uma autocrítica muito alterada, não tem no­ção que pode ocasionar problemas à própria saúde e à do animal.”
Segundo Burkiewicz, além de fa­tores genéticos, o TOC pode ser desencadeado pelo am­bien­te e por uma criação familiar rígida. Cerca de 2% da população mundial sofre de algum transtorno obsessivo compul­si­vo, que tem incidência igual sobre homens e mulheres. “Os pre­juízos são muito grandes. A pes­soa deixa de trabalhar, de ga­nhar dinheiro para cuidar dos bichos. Sem contar o prejuízo so­cial. Os familiares não conseguem morar junto, o cheiro dos ani­mais fica insuportável.” Pacientes com transtorno de acumulação podem precisar de psicoterapia ou de medicação.