segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

Diferentes modos de ajudar animais abandonados.



Você pode ajudar de várias formas:


- Atuando como Alimentador de Site em sua cidade. Cadastrando animais para adoção em CCZs, Abrigos, Lares Temporários e inserindo novos Alimentadores. Inserindo também Notícias/Comunicados e Eventos da ONG em que vc Ajuda.


- Atuando como Voluntário de Mão de Obra junto aos Abrigos de sua cidade, auxiliando-os a promover feiras de doação, conscientizando a população sobre posse responsável e bem estar animal.


- Atuando como Captador de Recursos para as Ongs ou Instituições, auxiliando-as na emissão de carnês para mensalistas que serão creditados diretamente na conta da ONG ou Instituição. Você pode organizar promoções beneficentes para arrecadar fundos para as mesmas. 

- Criando 1 Lar Temporário para Abrigar Animais sujeitos ao Abandono.


fonte: http://www.procure1amigo.com.br/ajudenos.aspx?site=p1a&origem=painel



O importante é fazer o bem, mas sempre com responsabilidade!


sábado, 18 de fevereiro de 2017

Olha o Carnaval chegando aí, gente!



E vamos repetir pela milionésima vez: nunca se esqueça que o seu animal é sua responsabilidade. Se for viajar neste feriado de Carnaval, leve-o com você. Se não for possível providencie alguém de confiança para cuidar dele enquanto você viaja, ou algum hotel onde ele possa ficar em segurança. Lembre-se que abandono é crime. Não faça com o animal, o que você não gostaria que fizessem com você. E planeje tudo com antecedência, não vá deixar para a última hora. Seu animal confia e conta com você.

Abandono de animais é crime, lei federal 9605/98. E isto também vale para quem abandona os animais sozinhos em casa sem que haja alguém encarregado de cuidar deles todos os dias. Denuncie à polícia.


terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

Como evitar que o cachorro se torne um fujão?


Os motivos que levam um cão a escapar ou a fugir podem ser diversos. Uma brechinha no portão ou um pequeno descuido na hora de entrar ou de sair com o carro, por exemplo, pode ser a oportunidade perfeita para o bichinho sair correndo!
Além de ser um momento triste e estressante para o dono e para a família, a fuga do cachorro representa um grande risco para a vida dele. As chances de acidentes e de atropelamentos existem, ainda mais com tantos atrativos ao redor.
Estabeleça limites
O adestramento é uma ferramenta importantíssima para o bom relacionamento entre o pet e o seu dono. Além de facilitar a comunicação, fará com que o cão saiba o que pode ou não fazer.
Quando o pet obedece aos comandos do dono, é muito mais fácil impedir que ele corra em direção a um portão aberto ou saia sozinho na rua.
Ensinar o animal a não sair sem a sua autorização é importante. No início pode parecer algo difícil, mas não é impossível! Praticando os treinamentos abaixo todos os dias, o pet aprende rápido e, assim, evita problemas maiores!
Dicas
1. Comece o aprendizado usando a guia. Aproxime-se do portão, brinque com o cão e vá para a rua. Ele naturalmente te seguirá, então, com a guia, impeça-o de sair e diga “não”.
2. Repita esse exercício algumas vezes, até que o cão tenha compreendido o que se espera dele e se recuse a ir para a rua. Quando isso acontecer, não se esqueça de elogiá-lo e de recompensá-lo com algo que ele goste bastante, como petiscos, carinho ou alguma brincadeira. É importante não permitir que o cão saia para a rua, para só depois corrigi-lo. Você não pode repreender o pet por obedecê-lo.
3. Jogue um brinquedo que ele goste na calçada e aguarde pela reação. Mantenha-o preso à guia! Caso ele tente buscar, impeça a tentativa.
4. Repita o exercício várias vezes e o recompense sempre que ele se mantiver firme e não sair sem a sua permissão.
Plaquinha de identificação
A identificação dos pets é muito importante. Uma plaquinha na coleira, com o nome do dono e um telefone de contato, pode ajudar, e muito, caso alguém o encontre.
Mesmo com todas as precauções, infelizmente, muitos cães acabam se perdendo. Caso tenha alguma informação sobre os cachorrinhos abaixo, entre em contato com o site Cachorro Perdido, parceiro da Cão Cidadão.

fonte: http://caocidadao.com.br/dicas/como-evitar-que-o-cachorro-se-torne-um-fujao/

E lembre-se de nunca deixar seu cão solto na rua sem supervisão. Ele pode se perder, sofrer algum acidente e até morrer.
Todo cão precisa de passeios regulares para fazer exercícios e se distrair, mas sempre de coleira e guia! E também é importante que ele conheça a vizinhança para se sentir familiarizado e seguro. Seja responsável e cuide bem do seu animal.
E nunca maltrate ou mantenha o seu animal acorrentado, pois ele vai se tornar infeliz e vai tentar fugir na primeira oportunidade. E quem não tentaria? 


quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

Sarna sarcóptica ou Escabiose


Sarna Sarcóptica ou Escabiose é uma doença dermatológica que ocorre nos cães e gatos e pode ser transmitida ao homem. É causada por um ácaro parasita e o contagio se dá após o animal entrar em contato direto com animais infectados ou com locais e objetos contaminados pelo ácaro, pois este pode sobreviver por alguns dias fora do hospedeiro.
O cão é, sem dúvidas, o animal de companhia mais atingido pela sarna sarcóptica, especialmente quando se trata de um cão vadio ou que vive em canis de cães abandonados. O gato raramente é infectado.
Este tipo de sarna causa coceira intensa no animal, vermelhidão da pele, queda de pelos e desenvolvimento de crostas e cascas. Infecções bacterianas na pele comumente ocorrem na pele inflamada e irritada.
Os ácaros sarcópticos preferem peles com pouco pelame, portanto são mais numerosos nas orelhascotovelos e abdomen. Com a evolução da doença, os pêlos caem e, eventualmente, os ácaros ocupam grandes áreas de pele.
O diagnóstico é realizado através de um raspado de pele e, posteriormente, observação do ácaro no microscópio.
TRATAMENTO
tratamento consiste na medicação acaricida associada à medicação sintomática e, se necessário, antibióticos, tratamento da coceira, banhos antissépticos, suplementos nutricionais específicos. A medicação acaricida pode ser administrada sob a forma injetável (sempre pelo médico veterinário) em banhos medicamentosos ou por via oral.
A melhora do animal é visível poucos dias após o início do tratamento e, em regra, a cura completa pode ser conseguida em duas semanas de tratamento. Casos graves ou crônicos podem demorar mais tempo, não pela ineficácia da medicação acaricida, mas pela dificuldade em reverter as alterações que se vão produzindo na pele do animal (seborreia oleosa, hiperqueratose, hiperpigmentação, ou seja, pele espessa, escura e gordurosa).
Os animais contaminados devem ficar isolados, seguindo com os cuidados de proteção (luvas, roupa descartável…) ao realizar o tratamento, pelo risco de contágio fácil desta doença de pele. O ambiente contaminado por ácaros deve ser higienizado e tratado com um produto acaricida.
Caso seu animal apresente algum problema de pele, 
procure o médico veterinário. Coceira e perda de pêlos 
são sintomas comuns para várias doenças, e é 
importante que o veterinário faça um correto 
diagnóstico para recomendar o tratamento adequado. 

fonte: http://petcare.com.br/blog/sarna-sarcoptica-em-caes-e-gatos/

terça-feira, 7 de fevereiro de 2017

Preciso me vacinar contra a febre amarela? Veja perguntas e respostas sobre o surto em MG



Em um hospital de São Paulo, desde que os casos de febre amarela silvestre começaram a aumentar em Minas Gerais, a procura por vacinas triplicou. São 32 mortes confirmadas em terras mineiras e três óbitos no noroeste paulista – em São José do Rio Preto e em Ribeirão Preto. O G1 conversou com especialistas para entender qual é o tamanho da epidemia e quem precisa correr para se prevenir contra a doença.
1. Por que este surto de febre amarela é chamado de “silvestre” e “selvagem”?
Porque os casos são registrados em regiões rurais ou de mata, transmitidos pelos mosquitos Haemagogus ou Sabethes. Por enquanto, não foi detectada a transmissão da doença pelo Aedes aegypti, mais famoso pela dengue, zika e chikungunya e por gostar das áreas urbanas.
2. É possível que a epidemia chegue às grandes cidades?
Sim. Uma pessoa infectada em zona rural poderá ir para uma cidade. Uma vez picada por um mosquito Aedes aegypti, o inseto poderá transmitir para outra pessoa, e assim por diante. A boa notícia é que isso não aconteceu ainda, de acordo com o Ministério da Saúde e os médicos entrevistados.
"A pessoa que vive dentro da cidade, em São Paulo por exemplo, não precisa entrar em pânico, mas é verdade que todo mundo tem que receber pelo menos uma dose da vacina [...]. Sem dúvida alguma, pessoas que têm contato com área rural ou silvestre precisam estar vacinadas", disse Marcelo Simão, consultor da Sociedade Brasileira de Infectologia. 

Vale ressaltar que o vírus da febre amarela não é transmitido de pessoa para pessoa, apenas pela picada de mosquitos infectados.
"A epidemia, na verdade, está entre os macacos da mata. O homem adentrando ou estando próximo é picado pelo mesmo mosquito e adquire a doença", completou Simão.
3. Devo sair atrás da vacina, então?
Como o surto está concentrado fora das regiões urbanas, o Ministério da Saúde recomendou a imunização para todas as pessoas que residem em Áreas com Recomendação da Vacina contra febre amarela e aqueles que vão viajar para regiões silvestres, rurais ou de mata. Os estados do Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe, Espírito Santo e Rio de Janeiro estão fora da área de recomendação para a vacina.
4. Quem pode se vacinar?
Em situações de emergência, a vacina pode ser administrada já a partir dos 6 meses. O indicado, no entanto, é que bebês de 9 meses sejam vacinados pela primeira vez. Depois, recebam um segundo reforço aos 4 anos de idade. A vacina tem 95% de eficiência e demora cerca de 10 dias para garantir a imunização já após a primeira aplicação.
Pessoas com mais de 5 anos de idade devem se vacinar e receber a segunda dose após 10 anos. Idosos precisam ir ao médico para avaliar os riscos de receber a imunização.
Por causar reações, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) não recomenda a vacina para pessoas com doenças como lúpus, câncer e HIV, devido à baixa imunidade, nem para quem tem mais de 60 anos, grávidas e alérgicos a gelatina e ovos.
5. Eu me vacinei uma vez, preciso me vacinar novamente?
De acordo com o infectologista Artur Timerman, presidente da Sociedade Brasileira de Dengue e Arboviroses, é importante se vacinar duas vezes - a segunda dose deverá ser tomada depois de 10 anos. Depois disso, a pessoa ficará imune por toda a vida.
Para áreas epidêmicas da doença, a Organização Mundial da Saúde (OMS) informa que é necessária apenas uma dose – a chance de o corpo entrar em contato com doença por uma segunda vez antes de perder a proteção é grande. Tal contato reforça a criação de anticorpos e funcionaria como uma segunda dose.
6. A doença vai se espalhar por todo o Brasil?
Depende. De acordo com os especialistas, se a população de Minas Gerais e das áreas afetadas passar por uma boa vacinação de contenção, o surto irá diminuir. Todas as pessoas residentes nas regiões dos casos devem ser imunizadas.
O Ministério da Saúde informou que todos os estados estão abastecidos com a vacina e o país tem estoque suficiente para atender toda a população nas situações recomendadas. O órgão disse, ainda, que enviou 735 mil vacinas ao estado, totalizando mais de 1 milhão de doses ao estoque de Minas Gerais.
7. Quais os sintomas da febre amarela?
A doença se torna aparente de três a seis dias após a infecção, de acordo com o Ministério da Saúde. Os sintomas iniciais são febre, calafrios, dor de cabeça intensa, dores nas costas, dores no corpo em geral, náuseas e vômitos, fadiga e fraqueza. A maior parte das pessoas apresenta uma melhora após tais sintomas.


Cerca de 20% a 40% das pessoas que desenvolvem a versão mais grave da doença (15% do total de infectados) podem morrer.

fonte: http://g1.globo.com/bemestar/noticia/preciso-me-vacinar-contra-a-febre-amarela-veja-perguntas-e-respostas-sobre-o-surto-em-mg.ghtml

Todos juntos contra o Aedes aegypti



Maria fedida ou percevejos fedorentos.

Informações gerais
  • Os percevejos-fedorentos podem ser de várias cores, sendo que a maioria é marrom ou verde, e quando são esmagados soltam um cheiro ruim;
  • Eles têm um bico que usam para sugar suco de plantas, mas não mordem;
  • Qualquer dia quente ou frio pode “acordar” esses insetos e levá-los para dentro de sua casa.
  • São mais prevalentes durante os períodos de outubro a dezembro e em março e abril. Podem ter até quatro gerações por ano em climas quentes.
Onde vivem
  • No verão, os percevejos-fedorentos vivem fora de casa em árvores e arbustos;
  • Quando está mais frio, eles se juntam em grande quantidade em áreas ensolaradas, como laterais de casas, áreas de concreto, terraços e troncos de árvore;
  • Dentro de casa, eles se escondem embaixo tábuas, em porões, garagens e barracos.
O que querem de você
  • Eles se alimentam de árvores e arbustos em seu jardim (no entanto, raramente danificam plantas ou árvores);
  • Quando o clima esfria, eles entram em casa procurando calor e abrigo do inverno.
Por que representam um problema
  • Muito raramente, uma infestação pode causar danos a plantas, árvores frutíferas e frutas;
  • Grandes invasões dentro de casa podem ser muito inconvenientes para os proprietários.
Dicas e truques
  • Vede os pontos por onde os percevejos possam entrar, incluindo pontos de acesso pelo lado de fora da casa ou pelos vizinhos;
  • Limpe a casa com frequência para remover os insetos de áreas sensíveis.

O biólogo Rodrigo Damiano esclarece: “São insetos chamados de fitófagos, que se alimentam de seiva de plantas. Eles são da mesma ordem do barbeiro, mas bem mais distante em comparação com hábitos. O barbeiro se alimenta de sangue e esses de plantas. A maria fedida tem uma morfologia um pouco diferenciada e, quando tocada, ela exala um odor bem mais forte que esse”, disse.
Ele ainda disse que esses insetos não trazem riscos. “Não se conhece nenhuma doença causada por ele. Também não tem como te picar, porque o aparelho não é desenvolvido para uma picada no nosso tecido”, explicou.
Damiano apontou um desequilíbrio como causa da infestação. “Isso é um fator ecológico. Aquecimento, umidade relativa. Como eles viviam em áreas rurais, eles começaram a encontrar refúgio nas áreas urbanas. Como eles não têm predadores naturais nessa área, a população aumenta”.
O biólogo explicou ainda que a melhor forma de eliminar esses insetos é chamando o Centro de Zoonoses, para fazer a correta identificação do inseto, já que pode haver confusão com os outros tipos e alguns são perigosos.
Como os insetos  não oferecem riscos à saúde pública, não é possível fazer a aplicação de veneno. Ele explicou que a solução é a limpeza. “Eles aparecem geralmente após uma poda de árvore e quando deixa se tudo jogado em um terreno”.
fonte: http://www.linharaid.com.br/pt-br/bug-id/stink-bugs-or-boxelder-bugs/stink-bugs