sexta-feira, 30 de dezembro de 2016

Feliz Ano Novo


Vamos todos trabalhar para um 2017 com mais respeito, paz e justiça para todos os seres-vivos. Cada um fazendo a sua parte e servindo de bom exemplo para os outros. Vamos lutar por um mundo onde animais e pessoas possam viver em harmonia.
 
 

Diversão só se for para idiotas.


quinta-feira, 29 de dezembro de 2016

Abandono de animais é crime. Denuncie à polícia.




Abandonar animais é crime previsto em lei federal 9605/98.
Denuncie.
E não vale dizer que não adianta denunciar para a polícia, pois se você só ficar reclamando e não fizer nada, aí é que não vai adiantar mesmo.



Maltratar e abandonar animais é coisa de gente canalha e covarde, e quem ainda tenta justificar é hipócrita.  

Se você não gosta ou não pode cuidar bem, então simplesmente não tenha animais. 



Tudo o que você precisa saber na hora de viajar com o pet.


Postado por Cão Cidadão em 24/dez/2016 -
O feriado está chegando e você já está quebrando a cabeça tentando lembrar de tudo o que precisa levar na malinha do seu pet? Não se preocupe, a Cão Cidadão te ajuda com isso!
Reunimos uma série de dicas para você realizar uma viagem tranquila e prazerosa ao lado do pet.
O que levar na mala?
Tenha certeza de que está levando tudo o que seu pet precisa, mesmo que você ache que não vai precisar.
O que é indispensável: ração, petiscos, água e caminha, que são as necessidades básicas do seu cão – além da carteirinha de vacinação Você também pode levar brinquedos, sacolinha para o recolhimento das necessidades do amigo etc.
O que você achar necessário para garantir o conforto e a felicidade do seu pet, coloque na malinha!
Transporte
É muito importante que o seu pet esteja seguro. No carro, nunca o deixe solto. Isso pode causar acidentes, não só com o mascote, mas com você também. Mantenha-o preso com um cinto de segurança próprio para cachorro ou confortável dentro de uma caixa de transporte.
E lembre-se: nada de deixar o mascote colocar a cabeça para fora da janela! Isso pode ser muito prejudicial a ele, uma vez que fragmentos podem atingir e ferir os olhinhos dele.
Paradas
Se você fica desconfortável estando dentro de um espaço fechado por muito tempo, imagina o seu cãozinho! Lembre-se de fazer paradas estratégicas, para que ele faça as necessidades, estique um pouco as perninhas, se refresque ou coma alguma coisinha.
O tempo ideal de parada é a cada duas em duas horas. Você pode até colocar um alarme no seu celular para evitar perder a noção do tempo.
Os cães precisam um descanso, tanto quanto nós, humanos. Por isso, não se esqueça de fazer essas paradas, para que ele possa estar confortável até o fim da viagem!
Dica
• Se estiver muito calor, leve uma toalhinha e molhe com água, para que você possa refrescar o cachorro.
Boa viagem pessoal!

fonte: http://caocidadao.com.br/dicas/tudo-o-que-voce-precisa-saber-na-hora-de-viajar-com-o-pet/


terça-feira, 27 de dezembro de 2016

PRECE ANIMAL


(Texto extraído do livro “O prazer de partilhar” de Walter José de Faé)
Trata-me com carinho querido amigo, porque não há nada no mundo mais agradecido do que meu coração.
Não machuque meu espírito com a vara porque, embora eu esteja lambendo as suas mãos entre uma e outra pancada, a sua paciência e compreensão vão me ensinar mais rápido aquilo que você quer que eu aprendo.
Nem sempre eu estou certo, mas estou sempre querendo perdoar e ser perdoado.
Fale sempre comigo, pois sua voz é a música mais doce, como você já deve ter percebido pelo abanar fogoso da minha cauda quando ouço seus passos.
Por favor, leve-me para dentro quando estiver frio e chovendo, pois sou um animal doméstico, não mais acostumado ao frio e à chuva.
Peço-lhe nada mais do que o privilégio de sentar-me aos seus pés, ao lado do coração.
Mantenha o meu pote cheio de água fresca, pois não posso falar quando tenho sede.
Dê-me comida fresca para que eu fique bem e possa brincar e atender aos seus comandos, para andar ao seu lado e estar apto a lhe proteger com minha vida, caso você esteja correndo perigo.
Não posso falar quando preciso de cuidados médicos ou quando devo tomar injeções; olhe para mim e observe se estou indiferente, fugindo da comida e leme-se ao nosso amigo veterinário, para uma consulta periódica.
E meu amigo, quando eu estiver velho e não mais gozando de boa saúde, ouvindo e vendo mal, não faça nenhum esforço heroico para me manter vivo. Eu não vou estar me divertindo. Por favor cuide para que minha vida seja suavemente tirada. Devo deixar esta terra sabendo que meu destino sempre esteve seguro em suas mãos. Tudo o que lhe peço é que fique comigo até o fim, segure-me firme e fale comigo até que meus ouvidos não mais ouçam e meus olhos não mais vejam.


segunda-feira, 26 de dezembro de 2016

Ano Novo com responsabilidade.



E não se esqueça que o seu animal é sua responsabilidade. Se for viajar neste final de ano leve-o com você. Se não for possível providencie alguém de confiança para cuidar dele enquanto você viaja, ou algum hotel onde ele possa ficar em segurança. Lembre-se que abandono é crime. Não faça com o animal, o que você não gostaria que fizessem com você. E planeje tudo com antecedência, não vá deixar para a última hora. Seu animal confia e conta com você.

Abandono de animais é crime, lei federal 9605/98. E isto também vale para quem abandona os animais sozinhos em casa sem que haja alguém encarregado de cuidar deles todos os dias. Denuncie à polícia.


2017 - Ano do Galo




ESPERAMOS QUE 2017 SEJA O ANO DE TODOS OS ANIMAIS



sábado, 24 de dezembro de 2016

sexta-feira, 23 de dezembro de 2016

Cachorra perdida em Embu das Artes - Bairro Itatuba.


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Gênero: Fêmea
Cor: Branco
Perdido em: 20/12/2016
Endereço: Estrada Velha de Cotia - Embu das Artes, Embu das Artes/BR
Contato: Flávia Tonolli
E-mail: fatonolli@gmail.com
Mais informações: Dogo argentino, branca, escapou na manhã do dia 20 de dezembro na região de itatuba/embu/cotia.

Ela tem 10 anos e faz tratamento para câncer de pele. Existe a possibilidade dela ter sido levada.

Procura-se desesperadamente.

Paga-se recompensa


Vamos ajudá-la a voltar pra casa. quem tiver alguma informações entre em contato com Flávia
https://www.facebook.com/flavia.tonolli?pnref=story

quinta-feira, 22 de dezembro de 2016

Natal, tempo de refletir sobre nossas atitudes..

 
 
“Natal… Na província neva.
Nos lares aconchegados,
Um sentimento conserva
Os sentimentos passados.
Coração oposto ao mundo,
Como a família é verdade!
Meu pensamento é profundo,
Estou só e sonho saudade.
E como é branca de graça
A paisagem que não sei,
Vista de trás da vidraça
Do lar que nunca terei!”
 

quarta-feira, 21 de dezembro de 2016

Desejo de Natal 2016


É TAMBÉM DESEJAMOS QUE OS ANIMAIS NUNCA MAIS SEJAM MALTRATADOS E ABANDONADOS.
DESEJAMOS QUE AS PESSOAS RUINS E SEM NOÇÃO NUNCA TENHAM ANIMAIS.
DESEJAMOS QUE TODOS OS ANIMAIS SEJAM TRATADOS COM COMPAIXÃO E RESPEITO.
DESEJAMOS UM MUNDO MELHOR, COM MAIS AMOR, MAIS JUSTIÇA, TOLERÂNCIA E MENOS SOFRIMENTO.


Ensine respeito pelos animais



Neste Natal dê aos seus filhos e bom exemplo ensinando-os a serem pessoas melhores. Ensine a compaixão por todos os seres-vivos e a importância de se preservar o meio ambiente, para que eles sejam capazes de construir um futuro com mais paz e harmonia para todos.
 
 
 

segunda-feira, 19 de dezembro de 2016

Importância da placa de identificação.


No final do ano, com medo do barulho dos fogos de artifício, muito animais se assustam e acabam escapando ou fugindo de casa. Para evitar este problema, esteja sempre atento. Mantenha-o num local onde ele fique seguro e coloque nele uma coleira com placa de identificação com o seu telefone para que, no caso dele se perder, você possa ser informado quando ele for encontrado. Não deixe que seu animal fique desamparado e perdido. Que o final do ano seja de muita sorte, para você e para ele também.



terça-feira, 13 de dezembro de 2016

Adoção só se for responsável.


Adoção é tudo de bom, mas se for feita de forma não planejada e inconsequente pode ser tudo de ruim. Portanto adote apenas se você tiver realmente condições de cuidar de um animal bem e para sempre. Animal dá despesa e trabalho, dura mais de 15 anos e seu dono responde legalmente em caso de maus-tratos, negligência e abandono. Animais não são brinquedos e nem objetos descartáveis, não dá para devolver ou voltar atrás.
A falta de planejamento vai causar muitos problemas para você, mas principalmente para aquele animal de não tem culpa por não ser querido e vai sofrer abandono, mesmo que não seja colocado na rua. Pense muito bem antes de ter uma animal e lembre-se que, se cada um cuidar bem do seu, não vai haver animal maltratado e abandonado. 







quinta-feira, 8 de dezembro de 2016

Fogos de artificios e animais.

O fim do ano está chegando e, como não poderia deixar de ser, muitos donos de pets estão preocupados com a queima de fogos.
O barulho dos explosivos causa, entre outras coisas, estresse, pânico e, além disso, não são raros os casos de animais que acabam morrendo. Tudo isso porque os cães e gatos tem o sistema auditivo mais sensível do que os humanos. Cães de pequeno porte estão mais sujeitos a esse tipo de dano.
Muitos cães se sentem aterrorizados com o barulho dos fogos e tentam fugir, o que pode causar acidentes, já que alguns acabam colidindo contra muros e paredes.
Confira a opinião do Dr. Gustavo Palmieri sobre o assunto: Fogos e Animais não combinam! Muitos animais, pets ou silvestres, sentem muito medo de fogos, a ponto de perderem os sentidos, convulsionar, fugir e até ir a óbito. Algumas dicas para ajudar nossos pets enquanto esta cultura de explodir fogos não cessa seria: colocar algodão no ouvido no início do dia e retirar após o fim dos barulhos. Outra dica seria ficar perto do seu Pet para ele sentir-se protegido ou ainda passar uma faixa de pano ao redor do pescoço e continuando a mesma ao redor do corpo assim gerando a sensação de proteção. E a última e melhor dica: Neste fim de ano vamos ajudar nossos animais e abolir os fogos.


Confira algumas outras dicas para evitar problemas com os pets no fim de ano:
-Procure deixar o animal, na hora da queima de fogos, em um local onde ele se sinta seguro, onde o som é mais abafado, e que haja espaço para ele se esconder. O ideal é que ele não fique sozinho.
- Verifique se os portões, portas e janelas estão fechados, para evitar fugas e atropelamentos. Cuidados em caso de festas em casa pois sempre tem aquele convidado folgado que deixa o portão aberto.
- Mantenham sempre os animais identificados, com coleira confortável e plaquinha com nome e telefone. 
- Protetores de ouvidos são indicados e podem ser comprados em lojas especializadas.
- Calmantes naturais, conhecidos como florais, são uma boa alternativa para relaxar os animais. Procure orientação do seu médico veterinário.
- Cães e gatos acostumados com agitação, passeios e exercícios físicos costumam sentir menos o impacto dos fogos, mas mesmo assim é necessário que fiquem em segurança. 

Boas festas!!!


Cresce o número de animais abandonados nas férias

As cidades brasileiras já estão vivendo o clima de fim de ano. Nessa época as atenções estão voltadas para as festas de confraternização, presentes, a ceia de natal e a tão esperada férias. Porém, há uma constatação preocupante. É justamente nesse período que aumentam os casos de animais abandonados. Segundo veterinários e ativistas dos direitos animais esta prática vem se tornando comum devido à banalização e comércio desenfreado de filhotes e as viagens comuns nessa época.

Se comparar com os outros meses do ano, de novembro a fevereiro o abandono de animais domésticos aumenta cerca de 70%. O levantamento foi feito em 2011 pela ARCA Brasil – Associação Humanitária de Proteção e Bem-Estar Animal. O que mais assusta é que este número pode ser ainda maior, de acordo com o presidente da entidade Marco Ciampi. “A estimativa foi feita apenas com base nas informações que chegam ao nosso conhecimento”, diz.

Para o especialista, esse cenário é uma combinação de fatores como negligência e a posse irresponsável dos animais, com destaque para a procriação sem controle, cuja melhor forma de prevenir ainda é a esterilização ou castração.



Os principais argumentos são “vou viajar e não tenho onde deixar meu animal” e “meu filho ganhou um filhote de presente e não posso ficar”. Além disso, há quem atribua o abandono a uma mudança de residência, à idade do cão e ao fato de o companheiro não gostar do animal. 
A verdade é que nada justifica o abandono – crime previsto em lei, afinal, o tutor responsável deve planejar e incluir o animal em todos os momentos de sua vida. Se você não pode arcar com essa responsabilidade, não está apto a ter um animal.

O costume de presentear amigos e parentes com animais de estimação em datas especiais também representa um grande problema, pois nem sempre estão dispostos a cuidar deles.
A família deve dispor de um local apropriado para o animal viver, ter condições financeiras para alimentá-lo e garantir cuidados veterinários adequados e dispor de tempo para cuidar dele - incluindo na programação diária passeios e exercícios com o bicho. Todas essas condições devem ser mantidas por 10 a 20 anos, enquanto o animal viver.

Abandonar animais é crime cometido por pessoas sem caráter e covardes que devem ser denunciadas para que sejam punidas e nunca mais voltem a cometer maldades contra seres indefesos. 
Se você se deparar com qualquer situação de abandono ou maus-tratos, denuncie à polícia!

E lembre-se que o CCZ não recolhe e nem recebe animais que as pessoas não querem mais. Animal não é objeto descartável e deve ser tratado com respeito e responsabilidade. 



quarta-feira, 7 de dezembro de 2016

Chuvas e calor trazem animais peçonhentos: veja os cuidados a tomar



verão é uma época muita aguardada: férias, calor, praia, piscina... Mas o verão traz chuvas e, com elas, surgem muitos animais peçonhentos.
calor e a chuva aumentam a possibilidade de ocorrência de acidentes com animais peçonhentos (escorpiãoaranhacobra) porque, na época do verão, eles saem à procura de abrigos secos, que podem ser a nossa casa.

Onde acontece a maior parte dos acidentes?

Segundo os dados do Programa Estadual de Vigilância e Controle dos Acidentes por Animais Peçonhentos da Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais, de janeiro a setembro de 2016, 57,4% dos registros de acidentes com animais peçonhentos ocorreram em zonas urbanas e 40,3%, em zonas rurais.
As concentrações dos casos variam de acordo com a localidade e o tipo de animal. Segundo Andréia Santos, técnica do órgão: “Geralmente em áreas urbanas, que concentra 12.445 casos, a maioria dos acidentes envolvem escorpiões (73,2%), seguido por aranhas (8,2) e abelhas (7,4%). Nas áreas rurais a maior incidência de casos também envolvem escorpiões (51,6), seguido por serpentes (17,6%) e aranhas (16,4%)”.

O que fazer em caso de acidentes?

Andréia orienta que a vítima deve ser mantida calma, para evitar que faça movimentos bruscos. O membro acometido deve ser mantido mais elevado em relação ao restante do corpo. A pessoa deve ser encaminhada o quanto antes para o serviço de saúde para ser atendida. Ela sugere que, se for possível e não apresente risco de um novo acidente, o animal envolvido deve ser levado também ao local de atendimento, para facilitar o diagnóstico.



Tratamento

Na maior parte dos casos, o tratamento é feito com soro, elaborado a partir de um concentrado de anticorpos para combater o agente tóxico que atua no corpo do paciente.
Por isso é tão importante a correta identificação do animal que causou a picada, porque facilita o diagnóstico e o tratamento, já que para cada tipo de veneno, há um soro específico preparado com a mesma toxina do animal peçonhento.
Os soros antipeçonhentos são distribuídos gratuitamente pelo Ministério da Saúde, em todo o país, para a rede do Sistema Único de Saúde (SUS). 

Quais cuidados tomar?

Alguns cuidados previnem acidentes com animais peçonhentos:

Em casa

- Seja cuidado ao entrar em locais que estão fechados há muito tempo;
- Bata os colchões e a roupa de cama antes de usá-los;
- Balance cuidadosamente roupas, sapatos, toalhas que ficaram no imóvel durante o período em que permaneceu fechado;
- Afaste as camas das paredes e evite pendurar roupas fora dos armários;
- Vede frestas e buracos em paredes e assoalhos;
- Limpe o interior e o exterior da casa usando luvas, botas e calças compridas;
- Evite o acúmulo de lixo, entulhos e materiais de construção próximo à casa;
- Nunca colocar as mãos em buracos ou frestas;
- Caso encontre algum animal peçonhento dentro de casa, afaste-se dele sem assustá-lo e entre em contato com o centro de controle de zoonoses da sua cidade. Lembre-se que estes animais só atacam para poderem se defender, portanto não os provoque.

Fora de casa

- Se estiver em algum lugar ao ar livre, verifique cuidadosamente a área em volta onde você pretende instalar-se;
- Em regiões de mato alto, use sempre calça comprida e botas;
- Próximo a matas e na beira de estradas, evite deixar as portas do carro abertas, principalmente ao anoitecer;
- Nunca pegue animais peçonhentos com as mãos, mesmo que eles pareçam mortos;
- Fazer um controle do número de roedores pode evitar a aproximação de serpentes peçonhentas, que se alimentam deles.

fonte: https://www.greenme.com.br/morar/faca-voce-mesmo/4618-chuvas-e-calor-animais-peconhentos-cuidados

Preservar o meio ambiente é preservar a saúde.


Doenças ambientalmente induzidas
As doenças e epidemias que aparecem mais acentuadamente na época das chuvas não estão ligadas apenas a ocorrência das precipitações pluviométricas, mas a fatores muito anteriores e relacionados direta ou indiretamente ao trato da questão ambiental, como veremos.
Como se sabe a explosão demográfica ocorrida nas últimas décadas elevou o número de habitantes da terra para mais de 6 bilhões de pessoas, estando o Brasil próximo a casa dos 200 milhões de pessoas, o que não é um exagero pelo nosso tamanho continental, não fosse a concentração populacional nas cidades, principalmente nas grandes metrópoles acarretando enorme bolsões de pobreza e suas conseqüências ambientais.
Isto acrescido da falta de saneamento básico adequado com insuficiência de aplicação de verbas públicas no setor, educação, políticas públicas efetivas, além da falta de conscientização e de vontade política dos agentes públicos têm mantido condições propícias para o surgimento de muitas doenças e epidemias ligadas direta ou indiretamente ao fator ambiental. Além disso, a degradação ambiental gerada pela falta de zoneamento  ambiental – ou inadequados/desrespeitados quando existem, do Poder Público em todas as suas esferas, a ganância exagerada de muitos loteadores que não dão atenção aos aspectos ambientais dos empreendimentos, a falta de consciência ecológica da maioria dos proprietários de imóveis e das indústrias, tornam-se fatores relevantes na crescente piora da situação da saúde pública.
Como se sabe muitas doenças encontram ambiente favorável com proliferação de animais que vivem em ambientes insalubres como os ratos, mosquitos e moscas, os quais por sua vez são hospedeiros e/ou disseminadores de muitas moléstias como a leishmaniose, toxoplasmose, doença de chagas, febre amarela e malária. São as chamadas zoonoses, isto é doenças compartilhadas simultaneamente pelo homem e pelos animais.
Portanto, estas doenças são altamente induzidas pelos fatores ambientais, caracterizados estes pela degradação da qualidade ambiental, tanto na área urbana quanto rural, de forma que no seu combate as medidas de preservação e saneamento são primordiais. Outra forma de evitá-las é através da informação e educação para prevenção.

fonte: http://www.aultimaarcadenoe.com.br/medicina-do-viajante/

segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

Animal não é brinquedo.



Ter um animal é uma decisão muito pessoal, que envolve planejamento e comprometimento. É por isto que não se deve dar animais de presente, pois nunca se sabe se a pessoa presenteada realmente terá condições, tempo, disponibilidade, e tudo mais necessário para proporcionar uma vida feliz a este animal. Com esta atitude, você pode estar causando um enorme problema para a pessoa presenteada, mas muito maior para este animal, reduzido a objeto. Respeite os animais. 



Tempo de decomposição de materiais.



NÃO JOGUE LIXO NAS RUAS, EM CÓRREGOS, TERRENOS OU MATAS. 
RECICLE E DESCARTE O SEU LIXO CORRETAMENTE E COM RESPONSABILIDADE. 
A POLUIÇÃO DO AMBIENTE CAUSA DOENÇAS, GASTOS  E MUITOS TRANSTORNOS PARA TODA A POPULAÇÃO.




Faça sempre o descarte correto do seu lixo!

  Um dos maiores responsáveis pelos alagamentos nas cidades é o lixo, que entope bueiros e canalizações. Evite doenças e perdas materiais. Portanto, seja educado e consciente:
• Jogue o lixo na lixeira;
• Não jogue lixo em terrenos baldios ou na rua;
• Não jogue papel e lixo na rua;
• Não jogue troncos, móveis, materiais e lixo que impedem o curso do rio, provocando transbordamentos;
• Não jogue lixo nos bueiros (bocas-de-lobo) para não obstruir o escoamento da água;
• Limpe telhados e canaletas das águas para evitar entupimentos;
• Não jogue lixo nos arroios ou córregos;
• Procure acondicionar o lixo, observando os horários de coleta;
• Não construa próximo a córregos que possam inundar;
• Não construa em cima de barrancos que possam deslizar, carregando sua casa;
• Não construa embaixo de barrancos que possam deslizar, soterrando sua casa.
A cidade é a sua casa, mantenha-a limpa!

fonte: http://www.jatai.go.gov.br/index.php?option=com_content&id=3776:seja-educado-nao-jogue-lixo-nas-ruas&Itemid=247





Ao descartar o lixo sem os devidos cuidados você causa problemas para toda a comunidade. Seja um cidadão consciente ajude a cuidar da sua cidade. 



sexta-feira, 2 de dezembro de 2016

Planejar as férias inclui os cuidados com os animais.

Fim de ano, férias, festas… Datas normalmente muito esperadas por aqueles desejosos de descanso após um ano intenso de trabalho. Nesse momento, provavelmente o seu animal de estimação observará a movimentação em casa e partilhará da animação da família. Afinal, ele sente o que é sentido coletivamente. Malas prontas, o bichinho entra no carro. Alguns quarteirões à frente, e um de seus “tutores” o leva para fora. “O que será que vai acontecer?”, pensa ele, animado. O carro parte e o animal fica sozinho. Ele corre e late atrás do carro. “Ei, vocês me esqueceram!”. O veículo continua a andar e os passageiros finalmente poderão curtir suas férias sem qualquer compromisso.

Esse é o triste conto de Natal que se repete todos os anos, com as devidas modificações e peculiaridades de cada caso, mas com algo em comum em todos eles: Depois de abandonado, o animal estará sujeito a maus tratos na rua e poderá se reproduzir sem qualquer controle, auxiliando a aumentar a população de animais de rua, que já é uma superpopulação.
O abandono é um problema mais profundo que a simples displicência de seres humanos em relação aos animais que um dia se comprometeram a proteger. É preciso pensar num fenômeno muito forte em nossa sociedade: A coisificação.
É a coisificação que nos faz dar animais de presente em datas comemorativas, dar pintinhos como “prendas” em pescarias de festa junina, comprar um animal, escolhendo-o não pelo afeto que ele desperta ou por seu temperamento, mas por sua aparência ou pelo status que sua raça oferece; é a coisificação que nos faz esquecer que o animal que deixamos sozinho na rua tem uma história, afetos, apegos e medos tal como nós, além de suas necessidades básicas.
É preciso repensar e desenvolver a empatia como um músculo: Em que momento de nossa história como seres humanos, a possibilidade de comprar e vender coisas nos fez acreditar que poderíamos comprar, vender e descartar vidas como se faz com objetos? Ou que, por exemplo, um carro, que não sente medo, fome ou dor e é objeto de tanto apego para alguns, é mais importante que um ser mamífero como nós, senciente e afetuoso? Longe de querer ofender os colecionadores de quaisquer objetos, gostaríamos apenas que todos nós aproveitássemos esse momento de fim de ano, em que existe um aumento na sensibilidade coletiva, para pensar nossas atitudes em relação à vida. E não só a nossa vida, ou a vida de nossa família e de nossos amigos. Mas a vida de todos os seres que nesse momento, habitam o planeta Terra.
Dados da ONG Arca Brasil apontam que o abandono de animais cresce em média 70% durante o fim do ano.
Os “tutores” geralmente deixam esses animais em terrenos vagos, universidades, na porta de abrigos e até em hotéis para animais. Ao invés do abandono, existem diversas outras possibilidades dentro do viés da posse responsável. São elas:
5 formas responsáveis de cuidar do seu animal de estimação durante as férias

1) Não dar animais como presentes: É muito comum que se dê animais de presente para crianças, ou que se adote ou compre por impulso por considerá-lo muito bonito, ou pelo momento. Aconselhamos que você pense muito antes de adotar ou comprar um animal. Ter a companhia de um bichinho é maravilhoso, mas os momentos bons trazem consigo responsabilidades.
Muitas vezes a criança para quem se presenteou o animal não se dá bem com ele, ou ainda não possui maturidade o suficiente para cuidar dele sozinha. Nesse caso, é preciso que um adulto da família tome para si a responsabilidade sobre a vida do bicho, ou que esse adulto se comprometa a ensinar a criança a cuidar dele de uma forma responsável, o que será maravilhoso para a educação desse indivíduo.
Se você deseja ter um animal em casa, pense muito e pesquise mais ainda!
Lembre-se que se você decidir em algum momento que não quer ter um animal em casa depois de já tê-lo, quem sofrerá mais será ele.
2) Pedir para que alguém de confiança cuide do animal nos dias em que você estiver ausente: Nessa opção, alguém de confiança se responsabiliza por ir uma ou mais vezes ao dia na sua casa alimentar o animal e dar a ele atenção. Essa é uma boa opção para curtas temporadas fora de casa, ou para um último caso, visto que o animal passará muito tempo sozinho, ainda que alimentado.
Além disso, com o fim de ano, o advento dos fogos de artifício poderá se tornar um grande transtorno. O nosso raciocínio deve envolver o fato de que se a solidão é difícil para nós, seres humanos, que damos a ela significados, imagine a um cão ou um gato, que até onde sabemos não fazem isso.
3) Deixar o animal na casa de alguém de confiança/Pet Nanny: Nesse caso, o animal ficará na casa de um indivíduo escolhido pela família. Trata-se de uma boa opção e nela, deve-se levar em conta questões adaptativas do bichinho, deixando a pessoa que irá cuidar dele ciente de seus hábitos e peculiaridades.
No caso da/do Pet Nanny, o cuidador ou cuidadora será pago para cuidar do animal durante a temporada fora de casa. Atualmente não é tão difícil encontrar o serviço de Pet Nanny, que é bem interessante para quem não deseja incomodar familiares, vizinhos, ou não tem com quem deixar.
4) Deixar o animal num hotelzinho para animais: O número de hoteizinhos em diversas cidades do Brasil cresceu consideravelmente nos últimos anos. É uma boa opção. Em alguns hotéis, os cuidadores chegam a dormir no mesmo espaço que os animais, para garantir que “tudo ficará bem”. Nesse caso é preciso ter boas referências do local e estar com a vacinação em dia, visto que a maioria dos hotéis não aceita (nem deve aceitar) animais com as vacinas atrasadas.
5) Levar o animal na viagem: Essa possibilidade pode ser praticamente excluída no caso de animais idosos, animais com problemas sérios de saúde, que não foram vacinados ainda (filhotes) ou que não estão com a vacinação em dia. Aparte todos esses casos, é possível levar seu animal para viajar desde que o meio de transporte seja escolhido de acordo com o tempo de viagem: Viagens curtas podem ser feitas de carro ou ônibus, de preferência em horários mais frescos, para evitar enjôo, diarréia e inapetência. É preciso verificar, no caso das viagens de ônibus, se a companhia permite o transporte de animais e se sim, quais são as outras condições necessárias para isso, como documentos e atestados.
Viagens longas podem ser feitas de avião. Algumas companhias aéreas permitem que o animal seja levado em caixa de transporte junto ao dono, na cabine, outras permitem apenas que ele seja transportado no compartimento de carga. Assim como no caso das viagens de ônibus, nesse tipo de viagem também é exigida a apresentação de uma série de documentos e atestados.
A partir do momento em que se está disposto a enfrentar as burocracias para isso, aproveitar a viagem junto ao seu animal pode ser uma experiência muito boa. Afinal, ele também é da família e vai se sentir bem compartilhando com você esse momento de diversão e de descanso.
Essas são 5 formas responsáveis de cuidar do seu animal de estimação durante as férias; possibilidades que vão permitir que você aproveite as férias de fim de ano com a consciência limpa!
Abandonar nunca foi e nunca será uma possibilidade. Cuidar de um animal é um compromisso. Lembre-se: É preciso honrar os próprios compromissos antes de pedir isso a sua família, ao seu chefe, ao governo, ou a quem quer que seja.






AS FÉRIAS ESTÃO CHEGANDO, LEMBRE-SE QUE O SEU ANIMAL É SUA RESPONSABILIDADE. PORTANTO, SE NÃO PUDER LEVÁ-LO JUNTO NA VIAGEM, PROVIDENCIE COM ANTECEDÊNCIA UM LUGAR ONDE ELE POSSA FICAR EM SEGURANÇA E SER BEM CUIDADO ATÉ QUE VOCÊ VOLTE. NÃO VÁ DEIXAR PARA A ÚLTIMA HORA!!!
ABANDONO NÃO É OPÇÃO, É CRIME MESMO!

quarta-feira, 23 de novembro de 2016

Classificação da agressividade canina:

Comportamentos agressivos são absolutamente normais e têm causas variadas portanto, por mais bonzinho que seja, qualquer animal pode se apresentar agressivo e morder, dependendo da situação. Cabe às pessoas serem responsáveis, aprendendo a identificar os sinais de stress e respeitando o sentimento dos animais, para que todos possam ter uma convivência pacífica e sem acidentes. 


Observa-se que a freqüência maior de acidentes ocorre porque as pessoas não percebem que estão, de alguma maneira, tendo atitudes provocativas e os animais respondem a essa “provocação” com agressão. A agressividade canina pode ser dividida pela característica e comportamento que o animal  expressa, assim a agressividade pode ser: 
Por dominância: é o tipo de agressividade mais comum e manifesta-se quando o cão sente que posição hierárquica está ameaçada por um membro do grupo (matilha). O cão mais dominante é chamado “alfa” e conquista o direito de ter sempre a primeira escolha, seja a hora de õ comer, acasalar escolher abrigo ou ter atenção. Ao encarar a família como seu grupo social, o cão busca uma posição dentro dessa estrutura e não encontrado limites assume a posição de líder (alfa). Essa distribuição de posições não se mantém estática e o cão continua testando seus limites. Os sinais sutis da dominância, expressões faciais, posturas corporais, emissões de sons, podem passar despercebidos pela família até o momento em que o animal morde, revelando que se vê como dominante, como a posição “alfa”, de líder na relação. O proprietário não entendendo a progressão do comportamento agressivo, culpa o cão por morder, aparentemente sem razão. Pode ocorrer também a denominada, posição “beta”, ou seja, o cão respeita apenas um individuo do grupo familiar a quem ele considera como seu dono, seu líder, e aos demais Tenta se impor demonstrando agressividade por considerá-los submissos. 
Por medo: a agressividade por medo ocorre quando o cão amedrontado, pode se sentir ameaçado ou acuado, seja por temer a uma situação nova ou porque a pessoa ou situação remete um episódio anterior que lhe foi desagradável. 
Por influência hormonal: nos machos, os hormônios masculinos estimulam a competição e contribuem para desencadear a agressividade por dominância, em fêmeas no cio também podem brigar entre si. 
Territorial: diz respeito ao estabelecimento dos espaços de ocupação do cão como um individuo ou na matilha. Este espaço varia de acordo com a circunstâncias por exemplo: mesmo quando o cão está passeando na rua uma área de aproximadamente um metro e meio ao seu redor ou ao redor dele ou de seu dono podem ser considerados espaço territorial. 
Alimentar ou predatória: o instinto de caçador, presente em todos os cães, se manifesta no habito de perseguir e abater as presas. Esse tipo de agressividade apresenta-se mais freqüentemente contra outros animais. Os alvos mais comuns são, carros, motos, bicicletas em movimento eventualmente crianças ou pessoas correndo. O cão entendem  estes alvos móveis como caça. 
Idiopático: que a agressão espontânea imprevisível e inexplicável, pode indicar alteração no comportamento e sugere que o animal pode estar acometido de raiva.

fonte: http://www.saude.mt.gov.br/upload/documento/50/manual-raiva-[50-151009-SES-MT].pdf



Classificação da agressividade felina


Os felinos se expressam através de posturas e vocalizações, os miados, estes possuem significados próprios como: pedido, fuga, queixa e no caso de agressão como grunhido e silvo. O gato pode confiar na sua família humana e permitir um contato intimo, porém sempre estabelece limites de aproximação que devem ser respeitados. São sinais prévios de agressão e indicadores de descontentamento: pupilas dilatadas, agitação da extremidade da cauda, corpo retesado, orelhas abaixadas, silvos, pêlos eriçados. As formas mais comuns são: territorialidade, os felinos tem uma organização social bastante peculiar: as gatas vivem num sistema de família e os machos são excluídos do grupo na puberdade. As gatas defendem seus gatinhos. Para os gatos qualquer aproximação pode ser classificada como amigo ou inimigo. Quando gatos e gatas são castrados a agressividade pode diminuir ou até desaparecer. Já a agressão por autodefesa pode ocorrer por várias situações em que é necessário defender-se: desconforto, dor, sujeição a algo não desejado. De acordo com as circunstâncias as possibilidades de escape ou impossibilidade de fuga, o gato pode reagir com ameaças posturais, vocais e até arranhando ou mordendo. Um gato estressado, que se sente ameaçado ou acuado, pode ser agressivo inclusive com alguém familiar. É sempre prudente evitar pegar o gato durante brigas ou forçar segurá-lo na presença de pessoas estranhas a ele.

FONTE: http://www.saude.mt.gov.br/upload/documento/50/manual-raiva-[50-151009-SES-MT].pdf

CONHECER E RESPEITAR O COMPORTAMENTO DOS ANIMAIS AJUDA A EVITAR ACIDENTES.