terça-feira, 31 de janeiro de 2017

Importância da preservação das matas e rios



O que são

Também chamadas de matas de galeria, as matas ciliares são formações florestais ou outros tipos de vegetação que estão presentes nas margens dos rios, córregos, lagos, riachos e igarapés. As matas ciliares são encontradas em diversas regiões do Brasil, porém são mais comuns em áreas de caatinga e cerrado, devido à umidade concentrada no solo próximo às margens dos rios.

As matas ciliares são, no Brasil, consideradas áreas de preservação permanente (APP). Logo, são protegidas pelas legislações estaduais e pelo código florestal brasileiro. O desmatamento de mata ciliar é considerado um crime ambiental.

Importância e funções

- São de extrema importância para evitar a erosão do solo nas margens dos rios, córregos e lagos. Sem as matas ciliares, um rio pode sofrer com o processo de assoreamento.

- As matas ciliares são importantes também para evitar o ressecamento dos barrancos e brejos, evitando assim desmoronamentos.

- Atuam no processo de umidificação das margens de rios e lagos.

- Servem de habitat para grande quantidade de espécies de animais, principalmente de pássaros, mamíferos e répteis. Nas matas ciliares há também grande concentração de espécies vegetais nativas.

- Possuem a importante função de melhorar a qualidade da água dos rios, córregos e lagos. Isto ocorre, pois atuam na proteção física das margens.

- Servem de espaços temporários de transição para espécies de aves migratórias, que vão de um bioma para outro.

- As matas ciliares fornecem energia e nutrientes para o ecossistema aquático de rios, lagos, riachos e córregos.

 Ameaças e conservação

Atualmente, no Brasil, as matas ciliares estão sendo ameaçadas pelos desmatamentos realizados para as práticas da agricultura e pecuária.

A preservação deste tipo de formação florestal é de extrema importância para o meio ambiente. Isto é possível através de intensa fiscalização pelos órgãos estaduais e federais que cuidam do meio ambiente. A aplicação de multas também se faz necessário como fator coadjuvante no processo de preservação.

As áreas que já foram devastadas devem passar por um processo de reflorestamento, como forma de evitar danos aos ecossistemas e aos rios.

Outro problema que ameaça as matas ciliares brasileiras e o crescimento urbano desordenado e ilegal. Muitas construções habitacionais são feitas nas margens dos rios e lagos, provocando desmatamento e poluição por esgoto doméstico.

Curiosidade

- O nome mata ciliar tem origem no nome dos pequenos pelos (cílios) que ficam acima dos olhos humanos. Em nós os cílios tem a função de proteger os olhos, evitando a entrada de sujeira e suor. Com função parecida, as matas ciliares protegem os rios e lagos, principalmente, de erosões.
AJUDE A PRESERVAR NOSSOS RIOS E MATAS
NÃO JOGUE LIXO
PROTEJA A VEGETAÇÃO E PLANTE MUDAS.

fonte: http://www.suapesquisa.com/geografia/vegetacao/matas_ciliares.htm

sexta-feira, 27 de janeiro de 2017

Lei 16.308, de 13 de setembro de 2016.




QUEM NÃO CUIDA BEM NÃO MERECE TER.


Lei do Cão Comunitário

Muita gente não sabe, mas São Paulo, Curitiba, Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro possuem leis que protegem cães comunitários. Em geral, o cão de rua, uma vez cadastrado no Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) da cidade, tem direito a castração, vacinação e microchipagem gratuitas, sem mencionar o direito de viver na rua desde que um dos tutores assine um termo de responsabilidade. O deputado estadual Feliciano Filho, autor da Lei 12.916, de 2008, que trata do fim da eutanásia no CCZ de São Paulo-SP, diz: “Segundo um estudo da Universidade de São Paulo (USP), a população humana cresceu 3,6% na capital paulista de 2004 a 2010. Enquanto isso, a canina cresceu 60% e a felina, 152%. Não há lar para todos os bichos. Por isso inseri na Lei 12.916 um artigo que incentiva a adoção de animais comunitários.”
No CCZ de SP há 21 cães comunitários cadastrados, e a prefeitura vê benefícios para a comunidade porque considera esses animais uma barreira sanitária: por serem vacinados, não existe risco de transmissão de doenças, de brigas por fêmeas no cio, se castrados, e, por serem territorialistas, sua presença evita que outros bichos invadam ou sejam abandonados naquele endereço. Além disso, é comum o animal comunitário ser adotado por um dos tutores. Aliás, é isso que tem ocorrido em Curitiba, onde dez dos 50 animais inseridos no projeto Cães Comunitários – implantado em 22 terminais de ônibus – foram adotados.
Segundo Alexander Biondo, diretor da Rede de Proteção Animal de Curitiba, em outros lugares do mundo esses animais são vistos como parte do cotidiano urbano: “Queremos trazer essa cultura para o Paraná. Os cães ganham mais respeito e zelo. Depois de castrados, vacinados, microchipados e cuidados, acabam conquistando a  simpatia dos usuários dos coletivos, no caso do projeto citado, que os tiram das ruas.” Em Araucária-PR, dos 161 cães cadastrados como comunitários em três anos pelo CCZ, 25% conseguiram um lar.

fonte: http://revistameupet.com.br/comportamento/lei-do-cao-comunitario/992/#



É importante saber que alguns cães são mais possessivos principalmente em relação à comida, portanto é sempre importante colocar as vasilhas de comida numa área mais tranquila e de menor trânsito de pessoas, para evitar acidentes. 
E lembre-se que os animais que estão nas ruas não estão lá por que querem, mas sim porque foram lá abandonados, e merecem ser respeitados por todos.  





segunda-feira, 23 de janeiro de 2017

Secretaria da Saúde esclarece que bugios não transmitem febre amarela




Em virtude dos recentes ataques a bugios, possivelmente em função do medo da febre amarela, a Secretaria da Saúde esclarece que o animal não é responsável pela transmissão da doença. Pelo contrário, esses primatas ajudam a detectar a circulação do vírus. Todas as espécies de macacos são "sentinelas", ou seja, a mortalidade destes animais pode indicar a presença do vírus em determinada região, agilizando a vacinação das pessoas antes da contaminação por humanos.

A secretaria alerta que a preservação dos macacos é muito importante para a saúde pública e orienta a população que notifique Secretaria de Saúde municipal sempre que encontrar esses animais mortos, para que se investigue a causa dos óbitos.
A o vírus da febre amarela transmitido por mosquitos. No Rio Grande do Sul, a transmissão é feita pelo mosquito Haemagogus leucocelaenus, espécie nativa, amplamente distribuída em ambientes silvestres. No Brasil, os casos são classificados como silvestres ou urbanos, sendo que o vírus transmitido é o mesmo.
No dia 13 de janeiro, o Centro Estadual de Vigilância em Saúde (Cevs) emitiu um alerta epidemiológico de atualização sobre a febre amarela, com recomendações aos municípios gaúchos sobre o controle da presença do vírus e a atualização vacinal da população. A imunização contra a doença integra o Calendário Nacional de Vacinação do Sistema Único de Saúde e está disponível nas Unidades Básicas de Saúde. 

É recomendada a imunização das pessoas que vão viajar para regiões silvestres, rurais ou de mata dentro de áreas com indicação de vacinação e/ou circulação do vírus. Ela deve ser feita dez dias antes da data da viagem.
Secretaria da Saúde (SES)

fonte: 
http://www.tudofacil.rs.gov.br/noticia/366/secretaria-da-saude-esclarece-que-bugios-nao-transmitem-febre-amarela

Maltratar e matar animais é considerado crime, como determina a lei 9605/98:
Art. 32. Praticar ato de abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos:
Pena - detenção, de três meses a um ano, e multa.


sexta-feira, 20 de janeiro de 2017

Repelindo um ataque de cão

Imagine que está correndo pelo parque ou andando de bicicleta no seu bairro quando, de repente, um cachorro desconhecido corre na sua direção, rosna e se prepara para atacar. O que fazer? Há a maneira certa e a errada de lidar com o ataque de um cachorro. Fique seguro mantendo-se calmo e tomando algumas medidas para dispersar a situação.

  1. 1.  Não entre em pânico. Há alguma verdade naquele velho ditado que diz que os cães e outros animais podem "sentir o medo". Se você ficar agitado e correr ou gritar, pode deixar o animal mais confiante no seu ataque ou, pior, pode parecer ameaçador para ele. Nenhuma das duas situações será boa.
  2. 2 .Fique rígido e parado. Quando um cachorro se aproximar, fique totalmente parado com as mãos ao lado do corpo, como uma árvore, e olhe para outra direção.[1]Em muitos casos, o animal perderá o interesse e irá embora se for ignorado.
    • Não sacuda os braços ou chute; o cão pode entender essas ações como ameaças.
    • Não faça contato visual, pois isso também pode levar o cachorro a avançar.
    • Fique de lado em relação ao animal e mantenha-o na sua visão periférica, em vez de encará-lo. Isso sinalizará ao cachorro que você não é uma ameaça.
    • Não estenda as mãos e os braços até um ponto em que estejam vulneráveis a uma mordida. Mantenha os dedos enrolados em punhos para evitar que eles sejam mordidos. O cão pode chegar bem perto e até cheirar você sem mordê-lo.
  3. 3. Não tente correr. Isso pode despertar o instinto predatório do animal de caçar e pegar. Ele pode persegui-lo com vigor, mesmo que a intenção inicial fosse apenas de brincadeira. Além disso, você não será capaz de correr mais do que a maioria dos cães se estiver a pé. Ainda que esteja de bicicleta, muitos cachorros serão capazes de alcançá-lo.[2]
  4. 4. Distraia o cão com outro objeto. Se ele continuar a ameaçá-lo, ofereça algo que ele possa mastigar, como sua mochila ou uma garrafa de água: qualquer coisa, menos o seu braço ou a sua perna. Isso pode distraí-lo por tempo suficiente para que você possa escapar.Você também pode levar petiscos ou brinquedos quando for passar em locais onde sabe que há cães perigosos. Se um deles se aproximar, jogue o petisco ou o brinquedo para longe de você. O cão pode ir atrás deles.

  5. Evite irritar um cão. A maioria dos ataques é resultado de falta de controle sobre o cachorro, treinamento ruim ou provocação. Infelizmente, o mundo nunca estará livre de donos ruins, por isso é melhor se preparar. O senso comum lhe diz para nunca provocar nenhum animal.
    • Nunca mexa com um cachorro que está comendo ou cuidando dos filhotes. Eles se tornam superprotetores durante esses momentos.
    • Evite sorrir para o animal. Você pode achar que está parecendo amigável com um sorrisão cheio de dentes, mas um cão agressivo verá você mostrando os dentes para uma briga.
fonte: http://pt.wikihow.com/Lidar-com-o-Ataque-de-um-Cachorro#Tomando_precau.C3.A7.C3.B5es_contra_ataques_sub

quarta-feira, 18 de janeiro de 2017

Criança educada não se mete em confusão.


Os adultos têm a obrigação de ensinar às crianças a respeitar e a saber se comportar na frente dos animais, para evitar acidentes totalmente previsíveis.
 Crianças pequenas nunca devem ficar sozinhas com animais sem a supervisão de um adulto responsável.
Animais e crianças precisam aprender a conviver bem e em segurança.

Guarda responsável



Antes de adquirir um animal consulte um bom médico veterinário e se informe sobre tudo que for necessário fazer para garantir que você possa cuidar bem dele sem arrependimentos ou problemas para ambas as partes. Porque animal não é brinquedo, vive mais de 15 anos, dá trabalho, dá despesas, e é para sempre. E também exige muito amor, conhecimento, paciência. Mas se você não se importa com nada disto e acha que pode descartar quando quiser, então faça um favor a você mesmo e simplesmente não tenha animais.


Desequilíbrio ambiental e aquecimento contribuem para proliferação de doenças.

Entre os motivos para o crescimento dos casos de dengue, zika vírus e chikungunya está a extinção dos predadores naturais


Dengue, zika vírus, chikungunya. Vírus que vem dando muito trabalho aos departamentos de saúde e provocando mudanças no comportamento da maioria da população.
O Vilão é um só: Aedes aegypti, o agente transmissor.
Os mosquitos da malária e das febres amarela e dengue, são bastante sensíveis às condições meteorológicas. O Anopheles, transmissor do parasita da malária (o protozoário Plasmodium falciparum), causa surtos da doença somente nos locais onde a temperatura comumente exceda os 15ºC.
Da mesma maneira, o Aedes aegypti, que transmite a dengue, se desenvolve nos locais onde a temperatura raramente cai abaixo dos 10ºC. Os mosquitos proliferam mais rápido e picam mais, quando o ar é mais quente. Ao mesmo tempo, o calor mais intenso acelera a taxa em que os agentes patogênicos se reproduzem e amadurecem.
Breno Grisi, professor de Ecologia, explica, em matéria publicada no blog Ecologia em Foco, explica que a 20ºC o protozoário da malária leva 26 dias para se desenvolver completamente. A 25ºC ele só precisa de 13 dias para o seu completo desenvolvimento. Para os mosquitos e respectivos agentes causadores de doenças, protozoário da malária e vírus da dengue, o Brasil “é um paraíso tropical”.
Por outro lado, o desequilíbrio ecológico provocado pelo desenvolvimento a qualquer custo, acabou por eliminar grande parte dos predadores naturais destes insetos. Sapos e rãs, por exemplo, importantes predadores naturais dos mosquitos, vêm sofrendo reduções em suas populações em diversos ecossistemas ao redor do planeta.
As causas são identificadas. A destruição de seus habitats naturais, determinada pelo avanço do ser humano nas expansões urbanas e ocupações desordenadas decorrentes da expansão agrícola e a mortandade dos seus embriões.
Vale lembrar que em nossa cultura é raro se falar que sapos e rãs, assim como lagartos, lagartixas, morcegos e aves, tem um papel fundamental no equilíbrio ambiental, exatamente por serem predadores.
Na falta de predadores naturais, o mosquito se reproduz de maneira intensa.
O Aedes aegypti é adaptável e persistente e gosta de água limpa e parada. Ele coloca os ovos nas paredes desses criadouros, bem próximo à superfície da água, porém não diretamente sobre ela. Daí a importância de lavar, com escova ou palha de aço, os objetos onde pode haver focos.
Um ovo de mosquito pode sobreviver em média por um ano no seco. Mesmo que o local onde ele foi depositado fique sem água, não significa que a ameaça acabou. Assim que encontrar umidade novamente o ovo volta a ficar ativo e pode se transformar em pupa, larva e, em sete dias, chegar à fase adulta.

fonte: http://ineam.com.br/desequilibrio-ambiental-e-aquecimento-contribuem-para-proliferacao-de-doencas/

segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

Leishmaniose Visceral Canina


A Leishmaniose Visceral Canina é caracterizada pela Organização Mundial de Saúde (OMS) como uma das seis doenças infecciosas mais importantes do mundo.
 Ela já foi detectada em pelo menos 12 países da América Latina, sendo que 90% dos casos ocorrem no Brasil.
Entre 2009 e 2013 foram registrados aproximadamente 18 mil casos confirmados em seres humanos e, para cada caso reportado, estima-se que haja 200 cães infectados, segundo pesquisas do Ministério da Saúde juntamente com a Secretaria de Vigilância em Saúde.
Este mês, por meio de nota oficial conjunta, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento e o Ministério da Saúde anunciaram a autorização do registro do produto MilteforanTM, de propriedade da empresa Virbac - indústria farmacêutica francesa de presença mundial e dedicada exclusivamente à saúde animal.
 Indicado para o tratamento da leishmania nos cães, o produto está previsto para ser lançado oficialmente no início de 2017.
O processo de aprovação contou com o apoio e influência de membros do Brasileish (Grupo de Estudos sobre Leishmaniose Animal), que há oito anos lutam junto com a Virbac pela aprovação da comercialização do Milteforan no Brasil, tendo em vista que este é o principal medicamento para tratamento da doença em outros países, principalmente na Europa.
 “Essa vitória é extremamente importante, pois se trata de um assunto de saúde publica, já que os cães infectados, quando tratados corretamente, deixam de ser reservatórios para o mosquito que transmite a doença para o homem”, afirma Valdir Avino, gerente de assuntos regulatórios da Virbac.
Além disso, a aprovação do tratamento no Brasil representa maior segurança para os donos dos cães, uma vez que é de amplo conhecimento que muitas pessoas, por não aceitarem sacrificar seus cães, apelavam para o mercado negro, importando o medicamento de forma ilegal e sem qualquer garantia em relação à qualidade do produto.
O que é a Leishmaniose Visceral Canina? 
A Leishmaniose é uma zoonose classificada entre as seis endemias prioritárias no mundo, cuja transmissão ocorre pela picada do vetor flebótomo (Lutzomia spp – “mosquito-palha”) infectado.
O homem pode ser contaminado se estiver presente em uma área endêmica, como viajante ou como residente. Não há transmissão direta de pessoa para pessoa.
Cenário atual no Brasil 
A doença, que possuía caráter eminentemente rural, expandiu-se para as áreas urbanas, tornando-se um problema de saúde pública. Hoje, a região Nordeste é a mais acometida, além de outros grandes centros como Belo Horizonte (MG), Brasília (DF), Campo Grande (MS) e outros municípios paulistas como Araçatuba, Bauru, Presidente Prudente.
MilteforanTM – A única solução para o controle da Leishmaniose
A Virbac, maior companhia farmacêutica independente dedicada exclusivamente à saúde animal, é pioneira ao trazer para o Brasil o MilteforanTM, o único medicamento veterinário aprovado para o tratamento da Leishmaniose Visceral Canina no Brasil.
O produto é uma formulação especifica para o uso veterinário com o principio ativo a Miltefosina, primeiro agente de administração oral eficaz no controle da Leishmania.
De acordo com os estudos realizados pela Virbac, o MilteforanTM proporciona visível melhora clínica dos animais com uma importante redução de sua carga parasitária, o que o torna uma ferramenta importante para a diminuição da transmissão da doença.
Posse Responsável
Os animais tratados com MilteforanTM requerem monitoramento periódico. A cada quatro meses, todos os animais devem ser reavaliados por seus médicos veterinários para que um novo ciclo de tratamento de 28 dias seja instituído.
“Os médicos veterinários e os proprietários de cães infectados devem assumir a responsabilidade de reavaliá-los e de retratá-los por toda a vida. É um compromisso importante que devem assumir para que se interrompa o ciclo da doença”, explica Avino.
Identificação da doença
A Leishmaniose Visceral Canina é uma patologia que pode ser confundida com outras doenças e requer diagnóstico específico.
Este deve ser realizado por uma triagem sorológica, confirmado por uma avaliação clínica correta e por exames específicos, como o PCR-RT e citologia de medula.
fonte: http://www.tribunadabahia.com.br/2016/09/22/ministerio-da-agricultura-aprova-unico-medicamento-para-tratamento-de-leishmaniose-visceral-canina-no-brasil
E lembre-se que a prevenção é a melhor solução. Consulte sempre um médico veterinário e informe-se sobre como combater e evitar a leishmaniose. 



Nova droga permite tratamento da leishmaniose visceral em cães.


MILTEFORAN
08/09/2016


MAPA autoriza o licenciamento do medicamento Milteforan

Por meio da Nota Técnica Conjunta n° 001/2016 MAPA/MS, assinada pelo Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento e pelo Ministério da Saúde foi autorizado o registro do produto MILTEFORAN, sob número SP 000175-9.000003, de propriedade da empresa VIRBAC SAÚDE ANIMAL, indicado para o tratamento da leishmaniose visceral de cães.
O licenciamento do medicamento foi emitido respeitando-se as determinações da Portaria Interministerial n°1.426 de 11 de julho de 2008, que regulamenta o tratamento de cães, proibindo tratamento da leishmaniose visceral (LV) com produtos de uso humano ou não registrados no MAPA.
Durante o processo de análise da solicitação de registro, o Ministério da Saúde (MS) foi consultado, emitido Parecer Técnico favorável ao pleito, uma vez que a Miltefosina, princípio avo do medicamento em questão, não é uma droga utilizada para o tratamento da doença em humanos no Brasil e, de acordo com as evidências cientificas geradas até o momento, não apresenta eficácia para ser incorporada no protocolo terapêutico da leishmaniose visceral (LV).
Cabe destacar que o tratamento de cães com LVC não se configura como uma medida de saúde pública para controle da doença e, portanto, trata-se única e exclusivamente de uma escolha do proprietário do animal, de caráter individual.
A emissão da licença do MILTEFORAN pelo Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento não caracteriza provimento imediato do produto ao mercado nacional, visto que a comercialização dependerá de outros fatores que envolvem a importação do medicamento pela empresa representante exclusiva do produto no Brasil.

Ressalta-se a necessidade de cumprimento do protocolo de tratamento descrito na rotulagem do produto respeitando-se a necessidade de reavaliação clínica, laboratorial e parasitológica periódica pelo médico veterinário, a necessidade de realização de novo ciclo de tratamento, quanto indicado e a recomendação de utilização de produtos para repelência do flebotomíneo, inseto transmissor do agente causal da Leishmaniose visceral canina.

fonte: http://www.crmvmg.org.br/novoportal/Conteudo/detalheConteudo.aspx?id=2506


 Consulte sempre um médico veterinário e cuide da saúde dos seus animais.


Febre Amarela


Febre amarela é uma doença infecciosa causada por um tipo de vírus chamado flavivírus, cujo reservatório natural são os primatas não-humanos que habitam as florestas tropicais.
Existem dois tipos de febre amarela: a silvestre, transmitida pela picada do mosquito Haemagogus , e a urbana transmitida pela picada do Aedes aegypti, o mesmo que transmite a dengue e que foi reintroduzido no Brasil na década de 1970. Embora os vetores sejam diferentes, o vírus e a evolução da doença são absolutamente iguais.
A febre amarela não é transmitida de uma pessoa para a outra. A transmissão do vírus ocorre quando o mosquito pica uma pessoa ou primata (macaco) infectados, normalmente em regiões de floresta e cerrado, e depois pica uma pessoa saudável que não tenha tomado a vacina.
A forma urbana já foi erradicada. O último caso de que se tem notícia ocorreu em 1942, no Acre, mas pode acontecer novo surto se a pessoa infectada pela forma silvestre da doença retornar para áreas de cidades onde exista o mosquito da dengue que prolifera nas cercanias das residências e ataca durante o dia.
Sintomas
Os principais sintomas da febre amarela – febre alta, mal-estar, dor de cabeça, dor muscular muito forte, cansaço, calafrios, vômito e diarréia aparecem, em geral, de três a seis dias após a picada (período de incubação). Aproximadamente metade dos casos da doença evolui bem. Os outros 15% podem apresentar, além dos já citados, sintomas graves como icterícia, hemorragias, comprometimento dos rins (anúria), fígado (hepatite e coma hepático), pulmão e problemas cardíacos que podem levar à morte. Uma vez recuperado, o paciente não apresenta seqüelas.
Diagnóstico
Como os sintomas da febre amarela são muito parecidos com os da dengue e da malária, o diagnóstico preciso é indispensável e deve ser confirmado por exames laboratoriais específicos, a fim de evitar o risco de epidemia em áreas urbanas, onde o vírus pode ser transmitido pelo mosquito da dengue.
Tratamento
Doente com febre amarela precisa de suporte hospitalar para evitar que o quadro evolua com maior gravidade. Não existem medicamentos específicos para combater a doença. Basicamente, o tratamento consiste em hidratação e uso de antitérmicos que não contenham ácido acetilsalicílico. Casos mais graves podem requerer diálise e transfusão de sangue.
De acordo com os especialistas, é importante procurar atendimento médico nos primeiros sintomas. Assim, dores abdominais, redução do volume da urina, além de febre, vômito e dor de cabeça, são sinais de alerta. Na consulta, é importante que você informe ao médico se viajou para áreas de risco nos 15 dias anteriores ao início dos sintomas, se já tomou a vacina contra a febre amarela e quando tomou.
A maioria das pessoas apresenta melhora após os sintomas iniciais. Contudo, cerca de 15% desenvolvem uma forma mais grave da doença. Nesses casos, o tratamento é feito com a internação do paciente. Até 50% das pessoas que desenvolvem doença grave podem morrer. O óbito pode ocorrer em um período de sete dias se não for tratada rapidamente.
Vacinação
Existe vacina eficaz contra a febre amarela, que deve ser renovada a cada dez anos. Nas áreas de risco, a vacinação deve ser feita a partir dos seis meses de vida. De maneira geral, a partir dos nove meses, a vacina deveria ser recomendada para as demais pessoas, uma vez que existe a possibilidade de novos surtos da doença caso uma pessoa infectada pela febre amarela silvestre retorne para regiões mais povoadas onde exista o mosquito Aedes aegypti.
A vacinação é recomendada, especialmente, aos viajantes que se dirigem para localidades, como zonas de florestas e cerrados, e deve ser tomada dez dias antes da viagem para que o organismo possa produzir os anticorpos necessários.
Recomendações
* Vacine-se contra febre amarela pelo menos dez dias antes de viajar para áreas de risco e não se esqueça das doses de reforço que devem ser repetidas a cada dez anos;
* Use, sempre que possível, calças e camisas que cubram a maior parte do corpo;
* Aplique repelente sistematicamente. Não se esqueça de passá-lo também na nuca e nas orelhas. Repita a aplicação a cada quatro horas, ou a cada duas horas se tiver transpirado muito;
* Não se esqueça de reaplicar o repelente toda a vez que molhar o corpo ou entrar na água;
* Use mosqueteiro, quando for dormir nas áreas de risco, e também telas milimétricas nas janelas.
* Procure informar-se sobre os lugares para os quais vai viajar e consulte um médico ou os núcleos de atendimento ao viajante para esclarecimentos sobre cuidados preventivos;
* Erradicar o mosquito transmissor da febre amarela é impossível, mas combater o mosquito da dengue nas cidades é uma medida de extrema importância para evitar surtos de febre amarela nas áreas urbanas. Não se descuide das normas básicas de prevenção.
fonte: https://drauziovarella.com.br/doencas-e-sintomas/febre-amarela/


quinta-feira, 12 de janeiro de 2017

Saúde Única: Associação Mundial de Veterinária alerta para as consequências do abandono de cães e gatos

11 de janeiro de 2017

Por Roberta Machado
Estima-se que existam mais de 200 milhões de cães abandonados no mundo, um número que evidencia a dimensão de um problema global que merece a atenção de médicos veterinários, de órgãos governamentais e de toda a população. O alerta é feito pela Associação Mundial de Veterinária (WVA), como a primeira ação de uma campanha voltada para a conscientização a respeito de questões de bem-estar animal que afetam o planeta.
A população de cães de rua é formada por animais perdidos, abandonados, ou que são intencionalmente deixados soltos pelos seus proprietários por longos períodos. Também estão incluídos nesta categoria os cães ferais, aqueles que nascem em um ambiente sem o contato humano e acabam adquirindo hábitos resgatados de sua natureza selvagem para sobreviver.
Entre os fatores que prejudicam o bem-estar e encurtam a expectativa de vida dos cães vulneráveis estão a subnutrição e uma série de doenças facilitadas pelo ambiente, como aquelas causadas por parasitas. Outros perigos que ameaçam esses animais são aqueles causados por seres humanos, como maus-tratos e métodos brutais de controle populacional.
Além do comprometimento da saúde e do bem-estar dos cães pelas condições impróprias de alimentação e abrigo, quando os animais estão sem cuidados também existe uma ameaça à saúde humana e ambiental, os outros dois pilares que, junto com a saúde animal, compõem a Saúde Única.

Riscos
Entre os perigos compartilhados entre animais negligenciados e seres humanos, um dos principais é o vírus da raiva. Segundo a WVA, quase 60 mil pessoas morrem todos os anos depois de contrair o vírus da Raiva por meio da mordida de um cão infectado.  De acordo com dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 95% dos casos fatais de raiva humana são registrados nos continentes africano e asiático. O controle da raiva humana transmitida por cães no Brasil ocorreu em função dos esforços para a vacinação canina.
Mais de 15 milhões de pessoas são mordidas por cães infectados todos os anos, representando US$ 2,1 bilhões em tratamento, além de problemas de longo prazo, como casos de estresse pós-traumático, registrados principalmente em crianças – ainda de acordo com a OMS, mais de 40% das vítimas dos ataques de cães raivosos têm menos de 15 anos.
Cães desassistidos também compartilham riscos com a vida selvagem. A WVA alerta que os cães em condição vulnerável podem ser transmissores de doenças para outras espécies, além de também poderem matar animais silvestres ou ameaçar a sua existência ao competir por recursos naturais.

Saúde Única
No seu posicionamento sobre Saúde Única, a WVA define saúde única como o esforço integrado de múltiplas disciplinas para a obtenção de saúde ótima para as pessoas, os animais e o ambiente, reconhecendo que a saúde e o bem-estar de seres humanos, animais e ecossistemas estão interconectados. Esse mesmo olhar está na base das ações do Conselho Federal de Medicina Veterinária (CFMV), que tem na gestão atual Saúde Única e Bem-Estar Único como dois de seus sete valores norteadores.
“Especificamente com relação ao manejo populacional de cães, novas estratégias em harmonia com o conceito de saúde e bem-estar únicos vem sendo implementadas em nosso país”, ressalta Carla Molento, presidente da Comissão de Ética, Bioética e Bem-estar Animal (Cebea/CFMV). Tais propostas, explica a médica veterinária, têm por base o conhecimento atual de que a eliminação de cães de rua não favorece o controle populacional e o reconhecimento de que matar um cão porque ele se encontra em condição de abandono não é aceitável do ponto de vista ético.
“Assim, as melhores ações relacionam-se à oferta de certo nível de supervisão e atenção aos cães que estão na rua, pois cães de rua esterilizados, vacinados e com cuidados básicos de saúde oferecem uma barreira sanitária e reprodutiva às comunidades em que vivem. O novo paradigma leva em consideração a saúde e o bem-estar de cães e seres humanos, até que a guarda responsável de cães seja uma realidade onipresente em nosso país”, resume Molento.

Medidas
A WVA ressalta a importância de medidas de prevenção contra os problemas causados pela negligência com cães, como campanhas de vacinação antirrábica e um trabalho de conscientização de crianças a respeito das formas de prevenção contra os perigos oferecidos pela situação.
Entre as ações que precisam ser tomadas para a redução da população de cães desamparados, estão a educação da população sobre a importância da guarda responsável de animais e o uso de métodos humanitários para o controle populacional.

Saiba mais


Assessoria de Comunicação do CFMV, com informações da WVA e da OMS

Vamos evoluir!!!



Parece absurdo e surreal mas mesmo após 9 anos da criação da  LEI Nº 12.916, DE 16 DE ABRIL DE 2008, que proíbe a matança de cães e gatos pelos órgão de controle de zoonoses e canis públicos, ainda tem gente boçal e sem noção que tem a cara de pau de reivindicar a volta da "carrocinha", alegando que antes funcionava. 
A verdade é que antes funcionava para este tipo de gente que tem animais e descarta como se fossem lixo, só que o que este povo que anda na contra-mão do mundo tem que aprender, é que agora os animais são protegidos por legislação, e que maus-tratos, abandono e negligência são crimes. 
Portanto se você tem preguiça ou não pode cuidar, não gosta, não tem condição, não tem conhecimento, não tem paciência, não tem espaço, não tem tempo, não tem iniciativa, não sente empatia, ENTÃO SIMPLESMENTE NÃO TENHA ANIMAIS. Lembre-se que ter animais é opção, mas cuidar bem deles é obrigação, e a responsabilidade também é toda sua!




sexta-feira, 6 de janeiro de 2017

Passeando com o cachorro: como evitar problemas


Levar o pet para um passeio é divertido para o dono e para o animal. Saiba como aproveitar ao máximo o momento e evitar qualquer problema
O momento de passear com cachorro é extremamente importante: ele se exercita, faz as necessidades, cheira e se socializa com outros animais da mesma espécie e também com seres humanos.
Para o tutor, também há benefícios ao passear com cachorro: além de ser uma oportunidade de se movimentar, passear com o cão é uma ótima chance para conhecer pessoas novas. Estudos já demonstraram que os passeios com os cães funcionam como verdadeiros facilitadores sociais para os humanos.
Por outro lado, a experiência pode levar a situações difíceis, com o condutor sendo praticamente derrubado no chão quando o cão vê algo mais interessante à frente. Essa é uma situação comum, que pode acontecer tanto com cachorros grandes, quanto com os pequenos. Mas é possível solucionar o problema e, com treinamento, tornar o passeio agradável para todos.
O que fazer?
Antes de sair com o cão, é muito importante que tudo seja feito de forma calma e até “sem graça”, especialmente se estamos falando de um cão que fica ansioso só de ver a guia e a coleira.
Se o grau de ansiedade for muito alto, é indicado ir primeiro a locais não tão estimulantes, como a garagem do prédio, e dar voltas por ali mesmo até que ele se acalme. Essa providência serve para evitar que o cachorro saia direto de casa para a rua muito agitado, comportamento que tende a durar ao longo do passeio.
No início, esse treino pode parecer impossível, mas, com paciência e consistência, a saída passará a ser um evento não tão excitante e o cão tende a sair mais calmo.
E se ele puxar muito?
Já na rua, para evitar um passeio com puxões o tempo todo, algumas coleiras de treinamento são indicadas. A chamada “cabresto” é colocada no focinho do cão e fechada atrás das orelhas. É muito útil, pois permite um controle da cabeça, sendo recomendado, antes de começar a ser usada, fazer alguns treinos de associações positivas, pois o cachorro pode não se adaptar tão rápido a um objeto em seu focinho.
A coleira de treinamento com clipe frontal se assemelha a uma peitoral comum, mas a guia é acoplada em um clipe localizado no peito do cão. Assim, de forma mecânica, é possível controlar o cachorro quando ele faz pressão para frente.
É muito importante recompensar o cão toda a vez que ele se portar de forma tranquila ou focar sua atenção no tutor. Vale levar um petisco ou o brinquedo preferido dele para, depois de elogiar um momento de atenção, sem puxões, ele seja logo recompensado. Uma dica bacana: recompensar o cão andando, deixando-o chegar aonde quer. Com o tempo, eles passam a perceber que não precisam arrastar as pessoas para ir cheirar um arbusto, por exemplo.
Finalmente, vale lembrar um detalhe fundamental: em qualquer situação de passeio, é importante que o cão esteja identificado, para o caso de ele se perder acidentalmente. E a condução deve ser sempre com a utilização de guia, para evitar acidentes.
Se a situação estiver muito difícil, vale consultar um adestrador para facilitar a hora de passear com cachorro e para que os treinos possam ser planejados de forma adequada à realidade de cada cão e tutor.

E lembre-se que exercícios e distração são importantes para a saúde física e mental dos animais, mas deve ser feito sempre com segurança: GUIA E COLEIRA COM PLAQUINHA DE IDENTIFICAÇÃO.