CONFIRAM AS DATAS E LOCAIS DOS POSTOS DE VACINAÇÃO CONTRA RAIVA PARA CÃES E GATOS NO MUNICÍPIO DE EMBU DAS ARTES - Agosto/2017.
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quinta-feira, 10 de agosto de 2017
quarta-feira, 28 de setembro de 2016
28 de setembro - Dia Mundial Contra a Raiva
Por Flávia Lôbo
Por iniciativa da Aliança Global para o Controle da Raiva (ARC), com o apoio daOrganização Pan-Americana de Saúde (Opas) e da Organização Mundial da Saúde (OMS) é comemorado anualmente, em 28 de setembro, o Dia Mundial de Luta Contra a Raiva.
A raiva é uma doença infecciosa aguda causada por um vírus que acomete mamíferos, inclusive o homem, e é transmitida principalmente por meio da mordida de animais infectados. Ela provoca a morte de cerca de 55 mil pessoas por ano no mundo, principalmente na Ásia e África (99,9%).
De acordo com informações do Ministério da Saúde (MS), em 2015 foram registrados dois casos de raiva em humanos em todo o país, um no estado do Mato Grosso do Sul e outro na Paraíba. Neste ano, houve um caso registrado em Roraima. Atualmente, o Brasil encontra-se próximo à eliminação da doença.
O médico veterinário tem papel fundamental na luta contra a Raiva. Ele atua na vigilância, prevenção e controle da enfermidade. A presidente da Comissão Nacional de Saúde Pública do Conselho Federal de Medicina Veterinária (CNSP/CFMV), Sthenia Amora, explica que o sucesso das ações de combate e prevenção está também na integração dos profissionais que atuam junto à saúde pública, saúde ambiental e saúde animal, agricultura e meio ambiente.
“Os dados epidemiológicos não são apenas balizadores para a tomada de decisão dos métodos profiláticos a serem adotados, mas também norteiam as ações dos médicos veterinários no controle animal, com consequente bloqueio do foco”, relata Amora.
A presidente da CNSPV/CFMV orienta que qualquer informação suspeita sobre a Raiva nos animais ou em humanos, como relatos de mordeduras ou arranhaduras, o profissional deve contribuir com a Vigilância em Saúde do seu município. “O veterinário deve sugerir à pessoa que sofreu um agravo por algum animal (cão, gato, animais silvestres ou de produção) ou contato com morcegos, a procurar atendimento médico para a profilaxia antirrábica, conforme indicado pelo MS ”, diz.
Amora alerta que os médicos veterinários, por suas atividades ocupacionais, estão expostos ao risco da infecção pelo vírus da raiva; portanto, eles devem ser submetidos ao esquema de profilaxia, pré-exposição e ao controle sorológico periódico.
Vacina
O Ministério da Saúde envia anualmente, para todo o país, doses da vacina antirrábica canina para a realização de campanhas de imunização de cães e gatos, de acordo com as programações estaduais e municipais. O envio dessas doses ocorre conforme a solicitação dos estados e obedece a critérios de avaliação de risco epidemiológico - ou seja, casos notificados de raiva humana e raiva canina, áreas de difícil acesso na região amazônica e áreas de fronteira com a Bolívia.
As vacinas para humanos chegam aos estados uma vez ao mês. No entanto, o MS esclarece que a administração desta vacina só é recomendada em casos de acidente de pessoas com animais.
Dados da doença
Entre 2009 e 2013, foram registrados 2,9 milhões de atendimentos antirrábico humano, apresentando uma média de 591,8 mil ocorrências ao ano, conforme o último boletim epidemiológico que analisa o perfil desses atendimentos. A região sudeste foi a que teve maior número de notificações, com 1,1 milhão, seguida pela região nordeste, com 807,5 mil atendimentos.
No Brasil, já foram identificadas 7 variantes antigênicas: variantes 1 e 2, isoladas dos cães; variante 3, de morcego hematófago Desmodus rotundus; e variantes 4 e 6, de morcegos insetívoros Tadarida brasiliensis e Lasiurus cinereus. Outras duas variantes encontradas em Cerdocyon thous (cachorro do mato) e Callithrix jacchus(sagui de tufos brancos) não são compatíveis com o painel estabelecido pelo Centers for Disease Control and Prevention (CDC), para estudos do vírus rábico nas Américas.
Somente mamíferos são capazes de transmitir a raiva, dos quais caninos e felinos são as principais fontes de infecção em áreas urbanas brasileiras. No ambiente silvestres, os morcegos são os principais responsáveis pela manutenção do ciclo da doença. Contudo, outros mamíferos, tais como raposas, cachorro do mato, gato do mato, marsupiais e primatas também possuem importância epidemiológico. Já no ambiente rural, a Raiva acomete primordialmente os animais de produção, como bovinos, equinos e outros.
O ciclo da Raiva inicia com a penetração do vírus no organismo e, a partir do ponto de inoculação, multiplica-se, atinge o sistema nervoso periférico e posteriormente, o sistema nervoso central. Em seguida, dissemina-se por diversos órgãos até atingir as glândulas salivares, onde além de se multiplicar, é eliminado na saliva, que ao contaminar outros mamíferos reinicia o ciclo.
Cabem aos clínicos médicos veterinários a suspeita; a notificação de casos suspeitos e envio de material (amostras de sistema nervoso central) aos serviços oficiais ou aos laboratórios de referência para diagnóstico; vacinação de animais; apoio na observação de animais promotores de agravos (quando for o caso); orientação aos tutores/proprietários sobre a enfermidade e medidas de prevenção.
Educar, vacinar, eliminar
Por ocasião do Dia Mundial de Combate à Raiva, a OMS, OIE e a FAO divulgaram um comunicado incentivando os países a acelerarem os esforços para combater a raiva em três etapas.
Educar, através da sensibilização das populações em situação de risco divulgando informações sobre a doença; Vacinar, através da implementação de vacinação em larga escala e garantir a pronta entrega de tratamento em casos de diagnóstico de raiva; Eliminar, visando um mundo livre de mortes de raiva humana transmitida por cães até 2030.
Acesse a arte e detalhes da campanha de combate à doença, clique aqui.
Assessoria de Comunicação CFMV
fonte: http://portal.cfmv.gov.br/portal/noticia/index/id/4830
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quarta-feira, 18 de agosto de 2010
Agosto - mês da vacinação contra raiva
Como todo ano acontece, este é o mês da vacinação contra a raiva no nosso município, e desta vez, o Centro de Controle de Zoonoses, da Prefeitura de Embu das Artes, promove a vacinação entre os dias 14 de agosto e 14 de setembro, das 9h às 16h.
Vocês devem ter percebido que este ano a campanha começou um pouco mais tarde, isso porque a produção da vacina foi mais demorada. O lado bom desse "atraso" é que a vacina está mais moderna e potente, vai proporcionar uma melhor proteção aos cães e gatos.
As vacinas serão dadas todos os dias na sede do CCZ, em postos determinados em algumas regiões específicas e em alguns locais haverá a circulação de carros, com equipes que também irão vacinar!
Se você tiver alguma dúvida sobre o posto de vacinação mais próximo, ou não conseguir levar seus animais para a vacinação, ligue para o CCZ (4704-3673), assim tentaremos encontrar a melhor saída para o seu problema!
As vacinas serão dadas todos os dias na sede do CCZ, em postos determinados em algumas regiões específicas e em alguns locais haverá a circulação de carros, com equipes que também irão vacinar!
Se você tiver alguma dúvida sobre o posto de vacinação mais próximo, ou não conseguir levar seus animais para a vacinação, ligue para o CCZ (4704-3673), assim tentaremos encontrar a melhor saída para o seu problema!
Um pouco mais sobre esta famosa e terrível doença...
Graças a adesão da população às Campanhas de Vacinação contra Raiva, nosso município nunca relatou nenhum caso de raiva em humanos ou em cães e gatos, e é por isso que não podemos "deixar a peteca cair" e devemos continuar vacinando, cada vez mais os nossos animais.
A raiva é uma doença muito grave, só houveram três casos de cura no mundo inteiro. Durante todo o decorrer da doença, o indivíduo está plenamente consciente, e passa por um grande sofrimento, por isso a prevenção é o melhor remédio!
É importante que você não mexa em animais que você não conheça, ou que estejam se alimentando, dormindo, ou cuidando de suas crias! Caso você seja mordido, ou arranhado por qualquer animal, mesmo que seja o seu, lave bem, com água e sabão, e procure imediatamente uma Unidade de Saúde! Ah, vale lembrar que se você estiver com algum machucado na pele, e o animal lamber o ferimento, você também pode pegar a doença!
Posto de vacinação permanente: Centro de Controle de Zoonoses
Os sintomas da raiva são
- No início:
- dor ou comichão no local da mordida;
- náuseas, vômitos;
- mal estar moderado ("mau humor").
- Em seguida:
- espasmos musculares intensos da faringe e laringe
- dores na deglutição - mesmo que de água, o que causa um medo intenso ao líquido
- hostilidade violenta (raiva):
- insônia;
- gritos, alucinações, ansiedade extrema provocados por qualquer estímulo visual ou acústico.
Lá você pode vacinar seu animal gratuitamente em qualquer época do ano e aproveitar para fazer o RGA do seu amigão!
Outras informações úteis...
- A vacinação é gratuíta;
- A vacina só pode ser aplicada pelo agente de controle de zoonoses, ou seja, eles não podem entregar a vacina, para você vacinar seu animal em casa;
- Todo cão ou gato, com mais de três meses de idade devem ser vacinados;
- Esta vacina não tem contra-indicação, é segura para fêmeas no cio, prenhas, ou com filhotes que ainda estejam mamando;
- Se você estiver com um gato na fila, avise aos agentes de controle de zoonoses, eles irão te atender rapidamente para você não precisar ficar perto dos cães;
- Ao sair com seu animal mantenha-o sob controle, utilizando coleira e guia;
- Se seu animal é bravo, ou de difícil contenção, coloque uma focinheira, ou traga alguma fita ou corda, para que você consiga imobilizar sua boca, evitando acidentes;
- Se possível, mantenha seu animal no colo ao levá-lo para tomar a vacina, principalmente se você não vacina anualmente seu companheiro contra outras doenças - V8 ou V10 para os cães; tríplice ou quádrupla para os gatos. Assim você evita que ele entre em contato com outro animal, evitando que ele seja contaminado por algum animal doente;
- Toda vacina causa dor local e o animal pode ficar mais quieto (apático), sonolento, com febre e falta de apetite por até 36 horas depois da vacinação. Além disso, é normal que tenha um inchaço local, formando um pequeno nódulo, que vai desaparecendo aos poucos em até dois meses;
- Cães e gatos não devem ter livre acesso à rua.
Atenção: Durante toda a campanha de vacinação, o CCZ estará aberto, de segunda a sábado!
Luciana Gallo
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