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quinta-feira, 10 de agosto de 2017

Vacinação anti-rábica - 2017.

 
CONFIRAM AS DATAS E LOCAIS DOS POSTOS DE VACINAÇÃO CONTRA RAIVA PARA CÃES E GATOS NO MUNICÍPIO DE EMBU DAS ARTES - Agosto/2017.
 


terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

Como evitar que o cachorro se torne um fujão?


Os motivos que levam um cão a escapar ou a fugir podem ser diversos. Uma brechinha no portão ou um pequeno descuido na hora de entrar ou de sair com o carro, por exemplo, pode ser a oportunidade perfeita para o bichinho sair correndo!
Além de ser um momento triste e estressante para o dono e para a família, a fuga do cachorro representa um grande risco para a vida dele. As chances de acidentes e de atropelamentos existem, ainda mais com tantos atrativos ao redor.
Estabeleça limites
O adestramento é uma ferramenta importantíssima para o bom relacionamento entre o pet e o seu dono. Além de facilitar a comunicação, fará com que o cão saiba o que pode ou não fazer.
Quando o pet obedece aos comandos do dono, é muito mais fácil impedir que ele corra em direção a um portão aberto ou saia sozinho na rua.
Ensinar o animal a não sair sem a sua autorização é importante. No início pode parecer algo difícil, mas não é impossível! Praticando os treinamentos abaixo todos os dias, o pet aprende rápido e, assim, evita problemas maiores!
Dicas
1. Comece o aprendizado usando a guia. Aproxime-se do portão, brinque com o cão e vá para a rua. Ele naturalmente te seguirá, então, com a guia, impeça-o de sair e diga “não”.
2. Repita esse exercício algumas vezes, até que o cão tenha compreendido o que se espera dele e se recuse a ir para a rua. Quando isso acontecer, não se esqueça de elogiá-lo e de recompensá-lo com algo que ele goste bastante, como petiscos, carinho ou alguma brincadeira. É importante não permitir que o cão saia para a rua, para só depois corrigi-lo. Você não pode repreender o pet por obedecê-lo.
3. Jogue um brinquedo que ele goste na calçada e aguarde pela reação. Mantenha-o preso à guia! Caso ele tente buscar, impeça a tentativa.
4. Repita o exercício várias vezes e o recompense sempre que ele se mantiver firme e não sair sem a sua permissão.
Plaquinha de identificação
A identificação dos pets é muito importante. Uma plaquinha na coleira, com o nome do dono e um telefone de contato, pode ajudar, e muito, caso alguém o encontre.
Mesmo com todas as precauções, infelizmente, muitos cães acabam se perdendo. Caso tenha alguma informação sobre os cachorrinhos abaixo, entre em contato com o site Cachorro Perdido, parceiro da Cão Cidadão.

fonte: http://caocidadao.com.br/dicas/como-evitar-que-o-cachorro-se-torne-um-fujao/

E lembre-se de nunca deixar seu cão solto na rua sem supervisão. Ele pode se perder, sofrer algum acidente e até morrer.
Todo cão precisa de passeios regulares para fazer exercícios e se distrair, mas sempre de coleira e guia! E também é importante que ele conheça a vizinhança para se sentir familiarizado e seguro. Seja responsável e cuide bem do seu animal.
E nunca maltrate ou mantenha o seu animal acorrentado, pois ele vai se tornar infeliz e vai tentar fugir na primeira oportunidade. E quem não tentaria? 


sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017

CRMV-SP lança campanha sobre guarda responsável de animais


Iniciativa do Conselho Regional de Medicina Veterinária do Estado de São Paulo busca conscientizar a sociedade sobre as consequências do abandono de cães e gatos
No Brasil estima-se que existam mais de 30 milhões de cães e gatos em situação de abandono, segundo números da Organização Mundial da Saúde. Esta estimativa é formada principalmente por animais perdidos ou intencionalmente deixados na rua por seus donos. Dado o impacto da situação para a saúde pública nas cidades, o Conselho Regional de Medicina Veterinária do Estado de São Paulo (CRMV-SP) está lançando a campanha ‘Quando a gente gosta é claro que a gente cuida’, com o objetivo de conscientizar a sociedade sobre o cuidado com os animais de estimação e as consequências do seu abandono.
O tema dos animais de rua é relevante principalmente nas grandes cidades. Em São Paulo, por exemplo, apesar de não haver dados oficiais sobre o número de cães e gatos abandonados, são recolhidos mais de 500 animais por mês por abrigos ou instituições de acolhimento de pets. Estatísticas que atestam a dimensão do problema.
Para a médica-veterinária Dra. Vânia de Fátima Plaza Nunes, presidente da Comissão de Médicos-veterinários de ONGs do CRMV-SP, um futuro tutor de pet deve avaliar bem a decisão de adotar um animal doméstico.
“A relação entre homem e os animais domésticos é muito forte e vai além do fator físico-biológico. Os cães, por exemplo, têm necessidade de conviver com as pessoas. E quando há um rompimento, um abandono, o sofrimento psicológico acaba sendo o principal problema para eles. Por isso, é essencial avaliar a compra ou adoção de um animal doméstico com muita calma”, avalia a Dra. Vânia.
“O abandono de animais é um problema global que merece atenção de toda a sociedade. É preciso um maior comprometimento de todos com relação a saúde e o bem-estar dos animais, assim como com a saúde humana e ambiental”, afirma o Dr. Mário Eduardo Pulga, presidente do CRMV-SP.
De acordo com Pulga, quando os animais estão sem cuidados também existe uma ameaça à saúde humana e ambiental, os outros dois pilares que, junto com a saúde animal, compõem a Saúde Única. “Os animais abandonados estão mais suscetíveis a maus-tratos, a acidentes e, principalmente, a doenças, que podem ser, inclusive, uma ameaça para outras espécies, como animais silvestres, e para a saúde humana. Segundo a OMS, mais de 70% das doenças emergentes e reemergentes são provenientes de animais, ou seja, são zoonoses.”
Música – Pensando nisso, a campanha tem como meta conscientizar milhões de pessoas e foi planejada para impactar diversos segmentos. O título ‘Quando a gente gosta é claro que a gente cuida’, trecho da música “Sozinho”, do compositor Peninha, é o motor conceitual das atividades e representa a ideia presente em todas as ações de orientação.
O compositor Peninha e a Editora Peermusic do Brasil autorizaram o uso da canção para a campanha gratuitamente por serem solidários à causa de abandono de animais. A música, inclusive, será a trilha sonora do filme principal da campanha, a ser veiculado nas redes sociais a partir de fevereiro.
Peças de comunicação também serão veiculadas nas redes sociais, nas linhas Azul, Verde e Vermelha do Metrô de São Paulo, nas linhas de ônibus municipais da capital e em terminais rodoviários.
“A intenção com esta campanha é, de uma maneira lúdica, conseguir a conscientização e a educação da população sobre a importância da guarda responsável de animais”, relata Dr. Mário Eduardo Pulga.
Durante toda a campanha, serão disponibilizados ainda folhetos educativos para escolas e ONGs com orientações sobre guarda responsável e dicas práticas para melhorar a relação entre as pessoas e seus pets.


fonte: 
http://www.crmvsp.gov.br/site/noticia_ver.php?id_noticia=5810

sexta-feira, 27 de janeiro de 2017

Lei do Cão Comunitário

Muita gente não sabe, mas São Paulo, Curitiba, Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro possuem leis que protegem cães comunitários. Em geral, o cão de rua, uma vez cadastrado no Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) da cidade, tem direito a castração, vacinação e microchipagem gratuitas, sem mencionar o direito de viver na rua desde que um dos tutores assine um termo de responsabilidade. O deputado estadual Feliciano Filho, autor da Lei 12.916, de 2008, que trata do fim da eutanásia no CCZ de São Paulo-SP, diz: “Segundo um estudo da Universidade de São Paulo (USP), a população humana cresceu 3,6% na capital paulista de 2004 a 2010. Enquanto isso, a canina cresceu 60% e a felina, 152%. Não há lar para todos os bichos. Por isso inseri na Lei 12.916 um artigo que incentiva a adoção de animais comunitários.”
No CCZ de SP há 21 cães comunitários cadastrados, e a prefeitura vê benefícios para a comunidade porque considera esses animais uma barreira sanitária: por serem vacinados, não existe risco de transmissão de doenças, de brigas por fêmeas no cio, se castrados, e, por serem territorialistas, sua presença evita que outros bichos invadam ou sejam abandonados naquele endereço. Além disso, é comum o animal comunitário ser adotado por um dos tutores. Aliás, é isso que tem ocorrido em Curitiba, onde dez dos 50 animais inseridos no projeto Cães Comunitários – implantado em 22 terminais de ônibus – foram adotados.
Segundo Alexander Biondo, diretor da Rede de Proteção Animal de Curitiba, em outros lugares do mundo esses animais são vistos como parte do cotidiano urbano: “Queremos trazer essa cultura para o Paraná. Os cães ganham mais respeito e zelo. Depois de castrados, vacinados, microchipados e cuidados, acabam conquistando a  simpatia dos usuários dos coletivos, no caso do projeto citado, que os tiram das ruas.” Em Araucária-PR, dos 161 cães cadastrados como comunitários em três anos pelo CCZ, 25% conseguiram um lar.

fonte: http://revistameupet.com.br/comportamento/lei-do-cao-comunitario/992/#



É importante saber que alguns cães são mais possessivos principalmente em relação à comida, portanto é sempre importante colocar as vasilhas de comida numa área mais tranquila e de menor trânsito de pessoas, para evitar acidentes. 
E lembre-se que os animais que estão nas ruas não estão lá por que querem, mas sim porque foram lá abandonados, e merecem ser respeitados por todos.  





quinta-feira, 12 de janeiro de 2017

Saúde Única: Associação Mundial de Veterinária alerta para as consequências do abandono de cães e gatos

11 de janeiro de 2017

Por Roberta Machado
Estima-se que existam mais de 200 milhões de cães abandonados no mundo, um número que evidencia a dimensão de um problema global que merece a atenção de médicos veterinários, de órgãos governamentais e de toda a população. O alerta é feito pela Associação Mundial de Veterinária (WVA), como a primeira ação de uma campanha voltada para a conscientização a respeito de questões de bem-estar animal que afetam o planeta.
A população de cães de rua é formada por animais perdidos, abandonados, ou que são intencionalmente deixados soltos pelos seus proprietários por longos períodos. Também estão incluídos nesta categoria os cães ferais, aqueles que nascem em um ambiente sem o contato humano e acabam adquirindo hábitos resgatados de sua natureza selvagem para sobreviver.
Entre os fatores que prejudicam o bem-estar e encurtam a expectativa de vida dos cães vulneráveis estão a subnutrição e uma série de doenças facilitadas pelo ambiente, como aquelas causadas por parasitas. Outros perigos que ameaçam esses animais são aqueles causados por seres humanos, como maus-tratos e métodos brutais de controle populacional.
Além do comprometimento da saúde e do bem-estar dos cães pelas condições impróprias de alimentação e abrigo, quando os animais estão sem cuidados também existe uma ameaça à saúde humana e ambiental, os outros dois pilares que, junto com a saúde animal, compõem a Saúde Única.

Riscos
Entre os perigos compartilhados entre animais negligenciados e seres humanos, um dos principais é o vírus da raiva. Segundo a WVA, quase 60 mil pessoas morrem todos os anos depois de contrair o vírus da Raiva por meio da mordida de um cão infectado.  De acordo com dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 95% dos casos fatais de raiva humana são registrados nos continentes africano e asiático. O controle da raiva humana transmitida por cães no Brasil ocorreu em função dos esforços para a vacinação canina.
Mais de 15 milhões de pessoas são mordidas por cães infectados todos os anos, representando US$ 2,1 bilhões em tratamento, além de problemas de longo prazo, como casos de estresse pós-traumático, registrados principalmente em crianças – ainda de acordo com a OMS, mais de 40% das vítimas dos ataques de cães raivosos têm menos de 15 anos.
Cães desassistidos também compartilham riscos com a vida selvagem. A WVA alerta que os cães em condição vulnerável podem ser transmissores de doenças para outras espécies, além de também poderem matar animais silvestres ou ameaçar a sua existência ao competir por recursos naturais.

Saúde Única
No seu posicionamento sobre Saúde Única, a WVA define saúde única como o esforço integrado de múltiplas disciplinas para a obtenção de saúde ótima para as pessoas, os animais e o ambiente, reconhecendo que a saúde e o bem-estar de seres humanos, animais e ecossistemas estão interconectados. Esse mesmo olhar está na base das ações do Conselho Federal de Medicina Veterinária (CFMV), que tem na gestão atual Saúde Única e Bem-Estar Único como dois de seus sete valores norteadores.
“Especificamente com relação ao manejo populacional de cães, novas estratégias em harmonia com o conceito de saúde e bem-estar únicos vem sendo implementadas em nosso país”, ressalta Carla Molento, presidente da Comissão de Ética, Bioética e Bem-estar Animal (Cebea/CFMV). Tais propostas, explica a médica veterinária, têm por base o conhecimento atual de que a eliminação de cães de rua não favorece o controle populacional e o reconhecimento de que matar um cão porque ele se encontra em condição de abandono não é aceitável do ponto de vista ético.
“Assim, as melhores ações relacionam-se à oferta de certo nível de supervisão e atenção aos cães que estão na rua, pois cães de rua esterilizados, vacinados e com cuidados básicos de saúde oferecem uma barreira sanitária e reprodutiva às comunidades em que vivem. O novo paradigma leva em consideração a saúde e o bem-estar de cães e seres humanos, até que a guarda responsável de cães seja uma realidade onipresente em nosso país”, resume Molento.

Medidas
A WVA ressalta a importância de medidas de prevenção contra os problemas causados pela negligência com cães, como campanhas de vacinação antirrábica e um trabalho de conscientização de crianças a respeito das formas de prevenção contra os perigos oferecidos pela situação.
Entre as ações que precisam ser tomadas para a redução da população de cães desamparados, estão a educação da população sobre a importância da guarda responsável de animais e o uso de métodos humanitários para o controle populacional.

Saiba mais


Assessoria de Comunicação do CFMV, com informações da WVA e da OMS

Vamos evoluir!!!



Parece absurdo e surreal mas mesmo após 9 anos da criação da  LEI Nº 12.916, DE 16 DE ABRIL DE 2008, que proíbe a matança de cães e gatos pelos órgão de controle de zoonoses e canis públicos, ainda tem gente boçal e sem noção que tem a cara de pau de reivindicar a volta da "carrocinha", alegando que antes funcionava. 
A verdade é que antes funcionava para este tipo de gente que tem animais e descarta como se fossem lixo, só que o que este povo que anda na contra-mão do mundo tem que aprender, é que agora os animais são protegidos por legislação, e que maus-tratos, abandono e negligência são crimes. 
Portanto se você tem preguiça ou não pode cuidar, não gosta, não tem condição, não tem conhecimento, não tem paciência, não tem espaço, não tem tempo, não tem iniciativa, não sente empatia, ENTÃO SIMPLESMENTE NÃO TENHA ANIMAIS. Lembre-se que ter animais é opção, mas cuidar bem deles é obrigação, e a responsabilidade também é toda sua!




quinta-feira, 5 de janeiro de 2017

Deixar animal solto na rua pode causar acidentes graves e morte.

ACIDENTES DE TRÂNSITO CAUSADOS POR ANIMAIS PERTENCENTES A PARTICULARES

Quanto a este tipo de acidente, surge a responsabilidade civil pelo fato do animal, de natureza objetiva, na forma do art. 936 do CCB/2002, cuja redação transcreve-se novamente: “O dono, ou detentor, do animal ressarcirá o dano por este causado, se não provar culpa da vítima ou força maior”. Essa responsabilidade pelo fato do animal independe de culpa, e compreende danos de qualquer natureza (materiais, morais, estéticos, etc.). Portanto, o dono ou detentor do animal – denominado genericamente de guardião – é quem responderá pelos danos causados a terceiros, incluindo as hipóteses de acidentes de trânsito provocados pelo bicho.
Além disto é importante destacar que em caso de acidentes envolvendo vítimas o proprietário do animal pode ser processado segundo artigo 129 do Código Penal, por lesão corporal culposa.
Fonte: https://jus.com.br/artigos/21387/responsabilidade-civil-do-estado-e-de-particulares-em-acidentes-de-transito-provocados-por-animais/3
Antes de adquirir um animal, seja ele de porte grande ou pequeno, você deve avaliar se poderá cuidar dele com responsabilidade, oferecendo espaço adequado, alimentação, cuidados com a saúde e bem-estar, para que ele viva com conforto e em segurança. Lembre-se que ter animais é opção, mas cuidar bem deles é obrigação, e o proprietário responde legalmente em caso de abandono, negligência ou acidentes. 



segunda-feira, 19 de dezembro de 2016

Importância da placa de identificação.


No final do ano, com medo do barulho dos fogos de artifício, muito animais se assustam e acabam escapando ou fugindo de casa. Para evitar este problema, esteja sempre atento. Mantenha-o num local onde ele fique seguro e coloque nele uma coleira com placa de identificação com o seu telefone para que, no caso dele se perder, você possa ser informado quando ele for encontrado. Não deixe que seu animal fique desamparado e perdido. Que o final do ano seja de muita sorte, para você e para ele também.



terça-feira, 13 de dezembro de 2016

Adoção só se for responsável.


Adoção é tudo de bom, mas se for feita de forma não planejada e inconsequente pode ser tudo de ruim. Portanto adote apenas se você tiver realmente condições de cuidar de um animal bem e para sempre. Animal dá despesa e trabalho, dura mais de 15 anos e seu dono responde legalmente em caso de maus-tratos, negligência e abandono. Animais não são brinquedos e nem objetos descartáveis, não dá para devolver ou voltar atrás.
A falta de planejamento vai causar muitos problemas para você, mas principalmente para aquele animal de não tem culpa por não ser querido e vai sofrer abandono, mesmo que não seja colocado na rua. Pense muito bem antes de ter uma animal e lembre-se que, se cada um cuidar bem do seu, não vai haver animal maltratado e abandonado. 







quarta-feira, 23 de novembro de 2016

Abandono de animais é crime!



RESPEITE OS ANIMAIS QUE ESTÃO NAS RUAS, POIS ELES NÃO ESTÃO LÁ PORQUE QUEREM




Não existe cão ou gato de rua. A verdade é que todos foram abandonados ou se perderam. 
Se você tem um animal, respeite, cuide bem, castre e nunca abandone. Se cada um cuidar bem do seu, não vai haver animal abandonado na rua. E se você não gosta e nem vai poder cuidar, então não tenha.





sexta-feira, 4 de novembro de 2016

Castração e guarda responsável.



O controle da população ajuda a combater doenças, abandono e maus-tratos. 
Seja responsável e providencie  a castração dos seus animais! Ligue para o CCZ para mais informações, fone: 47043673.



quarta-feira, 19 de outubro de 2016

Controle da Natalidade e Posse Responsável de Cães e Gatos

A superpopulação de cães e gatos é um problema que afeta a maioria dos países, em maior ou menor grau.





A equação é simples: existem mais animais do que lares para eles. Em busca de uma solução rápida, as autoridades da saúde muitas vezes recorrem a captura e eliminação. Milhares de animais são mortos, nem sempre de forma humanitária, por falta de informações, de incentivos e subsídios à esterilização (castração), o que hoje em São Paulo é proibido graças à Lei Estadual 12.916 de 16/04/2008.

Segundo o Comitê de Especialistas em Raiva da Organização Mundial da Saúde (OMS), reunido em 1992, a captura e eliminação de animais não representa medida de controle da doença, pois não atua nas causas do problema: a procriação descontrolada de cães e gatos e a irresponsabilidade/ignorância dos seus proprietários.

fonte:  http://www.arcabrasil.org.br/controle-de-natalidade.php


SE VOCÊ TEM UM ANIMAL, CUIDE BEM DELE, RESPEITE, CASTRE E NUNCA ABANDONE.
SE CADA UM CUIDAR DO SEU NÃO VAI HAVER ANIMAL ABANDONADO NA RUA.




Banho, tosa e saúde dos animais.


Mais do que simples questão de estética, o banho e a manutenção da pelagem fazem parte dos cuidados básicos com os animais. Pêlos embolados, umidade e sujeira podem causar coceira, ferimentos na pele, alergias, quedas de pêlos, descamação, mau cheiro, problemas de olhos e ouvidos, e muito mal estar para eles. Portanto é dever do proprietário cuidar da pelagem, escovar, banhar, fazer visitas periódicas ao veterinário e sempre procurar um serviço de banho e tosa que ofereça um trabalho seguro e de qualidade. Mantenham seus animais em locais sempre limpos,  procure um médico veterinário sempre que notar alguma alteração na pele e fazer o controle de pulgas e carrapatos. 
E lembrem-se que cuidar da saúde e bem-estar dos animais é responsabilidade de cada proprietário, e que se você não vai cuidar, então simplesmente não tenha.