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sexta-feira, 27 de janeiro de 2017

Lei do Cão Comunitário

Muita gente não sabe, mas São Paulo, Curitiba, Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro possuem leis que protegem cães comunitários. Em geral, o cão de rua, uma vez cadastrado no Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) da cidade, tem direito a castração, vacinação e microchipagem gratuitas, sem mencionar o direito de viver na rua desde que um dos tutores assine um termo de responsabilidade. O deputado estadual Feliciano Filho, autor da Lei 12.916, de 2008, que trata do fim da eutanásia no CCZ de São Paulo-SP, diz: “Segundo um estudo da Universidade de São Paulo (USP), a população humana cresceu 3,6% na capital paulista de 2004 a 2010. Enquanto isso, a canina cresceu 60% e a felina, 152%. Não há lar para todos os bichos. Por isso inseri na Lei 12.916 um artigo que incentiva a adoção de animais comunitários.”
No CCZ de SP há 21 cães comunitários cadastrados, e a prefeitura vê benefícios para a comunidade porque considera esses animais uma barreira sanitária: por serem vacinados, não existe risco de transmissão de doenças, de brigas por fêmeas no cio, se castrados, e, por serem territorialistas, sua presença evita que outros bichos invadam ou sejam abandonados naquele endereço. Além disso, é comum o animal comunitário ser adotado por um dos tutores. Aliás, é isso que tem ocorrido em Curitiba, onde dez dos 50 animais inseridos no projeto Cães Comunitários – implantado em 22 terminais de ônibus – foram adotados.
Segundo Alexander Biondo, diretor da Rede de Proteção Animal de Curitiba, em outros lugares do mundo esses animais são vistos como parte do cotidiano urbano: “Queremos trazer essa cultura para o Paraná. Os cães ganham mais respeito e zelo. Depois de castrados, vacinados, microchipados e cuidados, acabam conquistando a  simpatia dos usuários dos coletivos, no caso do projeto citado, que os tiram das ruas.” Em Araucária-PR, dos 161 cães cadastrados como comunitários em três anos pelo CCZ, 25% conseguiram um lar.

fonte: http://revistameupet.com.br/comportamento/lei-do-cao-comunitario/992/#



É importante saber que alguns cães são mais possessivos principalmente em relação à comida, portanto é sempre importante colocar as vasilhas de comida numa área mais tranquila e de menor trânsito de pessoas, para evitar acidentes. 
E lembre-se que os animais que estão nas ruas não estão lá por que querem, mas sim porque foram lá abandonados, e merecem ser respeitados por todos.  





quarta-feira, 23 de novembro de 2016

Classificação da agressividade canina:

Comportamentos agressivos são absolutamente normais e têm causas variadas portanto, por mais bonzinho que seja, qualquer animal pode se apresentar agressivo e morder, dependendo da situação. Cabe às pessoas serem responsáveis, aprendendo a identificar os sinais de stress e respeitando o sentimento dos animais, para que todos possam ter uma convivência pacífica e sem acidentes. 


Observa-se que a freqüência maior de acidentes ocorre porque as pessoas não percebem que estão, de alguma maneira, tendo atitudes provocativas e os animais respondem a essa “provocação” com agressão. A agressividade canina pode ser dividida pela característica e comportamento que o animal  expressa, assim a agressividade pode ser: 
Por dominância: é o tipo de agressividade mais comum e manifesta-se quando o cão sente que posição hierárquica está ameaçada por um membro do grupo (matilha). O cão mais dominante é chamado “alfa” e conquista o direito de ter sempre a primeira escolha, seja a hora de õ comer, acasalar escolher abrigo ou ter atenção. Ao encarar a família como seu grupo social, o cão busca uma posição dentro dessa estrutura e não encontrado limites assume a posição de líder (alfa). Essa distribuição de posições não se mantém estática e o cão continua testando seus limites. Os sinais sutis da dominância, expressões faciais, posturas corporais, emissões de sons, podem passar despercebidos pela família até o momento em que o animal morde, revelando que se vê como dominante, como a posição “alfa”, de líder na relação. O proprietário não entendendo a progressão do comportamento agressivo, culpa o cão por morder, aparentemente sem razão. Pode ocorrer também a denominada, posição “beta”, ou seja, o cão respeita apenas um individuo do grupo familiar a quem ele considera como seu dono, seu líder, e aos demais Tenta se impor demonstrando agressividade por considerá-los submissos. 
Por medo: a agressividade por medo ocorre quando o cão amedrontado, pode se sentir ameaçado ou acuado, seja por temer a uma situação nova ou porque a pessoa ou situação remete um episódio anterior que lhe foi desagradável. 
Por influência hormonal: nos machos, os hormônios masculinos estimulam a competição e contribuem para desencadear a agressividade por dominância, em fêmeas no cio também podem brigar entre si. 
Territorial: diz respeito ao estabelecimento dos espaços de ocupação do cão como um individuo ou na matilha. Este espaço varia de acordo com a circunstâncias por exemplo: mesmo quando o cão está passeando na rua uma área de aproximadamente um metro e meio ao seu redor ou ao redor dele ou de seu dono podem ser considerados espaço territorial. 
Alimentar ou predatória: o instinto de caçador, presente em todos os cães, se manifesta no habito de perseguir e abater as presas. Esse tipo de agressividade apresenta-se mais freqüentemente contra outros animais. Os alvos mais comuns são, carros, motos, bicicletas em movimento eventualmente crianças ou pessoas correndo. O cão entendem  estes alvos móveis como caça. 
Idiopático: que a agressão espontânea imprevisível e inexplicável, pode indicar alteração no comportamento e sugere que o animal pode estar acometido de raiva.

fonte: http://www.saude.mt.gov.br/upload/documento/50/manual-raiva-[50-151009-SES-MT].pdf



domingo, 24 de junho de 2012

quinta-feira, 7 de abril de 2011

VELHICE



É na velhice que ficamos mais vulneráveis e precisamos contar com a ajuda e solidariedade dos outros. Algumas pessoas pensam que podem levar seus animais para serem sacrificados, somente por estarem velhos. No CCZ as eutanásias são realizadas segundo a legislação que regulamenta o assunto, e nunca por conveniência de alguns proprietários de animais, que simplesmente querem se livrar deles por estarem dando mais trabalho e despesa. Os cães e gatos idosos merecem ser tratados com respeito e mais cuidado, pois foram companheiros de vida, e não podem ser descartados quando ficam velhos, como uma coisa que não serve mais. Lembre-se que um dia você também vai ficar velho, então não faça com o seu animal, o que você não quer que façam com você. Portanto pense bem antes de adquirir um animal, pois é um compromisso para a vida toda, e ele vai depender de você, principalmente na velhice.

                                                                                                                             Adriana Xande