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quinta-feira, 5 de janeiro de 2017

Deixar animal solto na rua pode causar acidentes graves e morte.

ACIDENTES DE TRÂNSITO CAUSADOS POR ANIMAIS PERTENCENTES A PARTICULARES

Quanto a este tipo de acidente, surge a responsabilidade civil pelo fato do animal, de natureza objetiva, na forma do art. 936 do CCB/2002, cuja redação transcreve-se novamente: “O dono, ou detentor, do animal ressarcirá o dano por este causado, se não provar culpa da vítima ou força maior”. Essa responsabilidade pelo fato do animal independe de culpa, e compreende danos de qualquer natureza (materiais, morais, estéticos, etc.). Portanto, o dono ou detentor do animal – denominado genericamente de guardião – é quem responderá pelos danos causados a terceiros, incluindo as hipóteses de acidentes de trânsito provocados pelo bicho.
Além disto é importante destacar que em caso de acidentes envolvendo vítimas o proprietário do animal pode ser processado segundo artigo 129 do Código Penal, por lesão corporal culposa.
Fonte: https://jus.com.br/artigos/21387/responsabilidade-civil-do-estado-e-de-particulares-em-acidentes-de-transito-provocados-por-animais/3
Antes de adquirir um animal, seja ele de porte grande ou pequeno, você deve avaliar se poderá cuidar dele com responsabilidade, oferecendo espaço adequado, alimentação, cuidados com a saúde e bem-estar, para que ele viva com conforto e em segurança. Lembre-se que ter animais é opção, mas cuidar bem deles é obrigação, e o proprietário responde legalmente em caso de abandono, negligência ou acidentes. 



quinta-feira, 8 de dezembro de 2016

Fogos de artificios e animais.

O fim do ano está chegando e, como não poderia deixar de ser, muitos donos de pets estão preocupados com a queima de fogos.
O barulho dos explosivos causa, entre outras coisas, estresse, pânico e, além disso, não são raros os casos de animais que acabam morrendo. Tudo isso porque os cães e gatos tem o sistema auditivo mais sensível do que os humanos. Cães de pequeno porte estão mais sujeitos a esse tipo de dano.
Muitos cães se sentem aterrorizados com o barulho dos fogos e tentam fugir, o que pode causar acidentes, já que alguns acabam colidindo contra muros e paredes.
Confira a opinião do Dr. Gustavo Palmieri sobre o assunto: Fogos e Animais não combinam! Muitos animais, pets ou silvestres, sentem muito medo de fogos, a ponto de perderem os sentidos, convulsionar, fugir e até ir a óbito. Algumas dicas para ajudar nossos pets enquanto esta cultura de explodir fogos não cessa seria: colocar algodão no ouvido no início do dia e retirar após o fim dos barulhos. Outra dica seria ficar perto do seu Pet para ele sentir-se protegido ou ainda passar uma faixa de pano ao redor do pescoço e continuando a mesma ao redor do corpo assim gerando a sensação de proteção. E a última e melhor dica: Neste fim de ano vamos ajudar nossos animais e abolir os fogos.


Confira algumas outras dicas para evitar problemas com os pets no fim de ano:
-Procure deixar o animal, na hora da queima de fogos, em um local onde ele se sinta seguro, onde o som é mais abafado, e que haja espaço para ele se esconder. O ideal é que ele não fique sozinho.
- Verifique se os portões, portas e janelas estão fechados, para evitar fugas e atropelamentos. Cuidados em caso de festas em casa pois sempre tem aquele convidado folgado que deixa o portão aberto.
- Mantenham sempre os animais identificados, com coleira confortável e plaquinha com nome e telefone. 
- Protetores de ouvidos são indicados e podem ser comprados em lojas especializadas.
- Calmantes naturais, conhecidos como florais, são uma boa alternativa para relaxar os animais. Procure orientação do seu médico veterinário.
- Cães e gatos acostumados com agitação, passeios e exercícios físicos costumam sentir menos o impacto dos fogos, mas mesmo assim é necessário que fiquem em segurança. 

Boas festas!!!


quarta-feira, 7 de dezembro de 2016

Chuvas e calor trazem animais peçonhentos: veja os cuidados a tomar



verão é uma época muita aguardada: férias, calor, praia, piscina... Mas o verão traz chuvas e, com elas, surgem muitos animais peçonhentos.
calor e a chuva aumentam a possibilidade de ocorrência de acidentes com animais peçonhentos (escorpiãoaranhacobra) porque, na época do verão, eles saem à procura de abrigos secos, que podem ser a nossa casa.

Onde acontece a maior parte dos acidentes?

Segundo os dados do Programa Estadual de Vigilância e Controle dos Acidentes por Animais Peçonhentos da Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais, de janeiro a setembro de 2016, 57,4% dos registros de acidentes com animais peçonhentos ocorreram em zonas urbanas e 40,3%, em zonas rurais.
As concentrações dos casos variam de acordo com a localidade e o tipo de animal. Segundo Andréia Santos, técnica do órgão: “Geralmente em áreas urbanas, que concentra 12.445 casos, a maioria dos acidentes envolvem escorpiões (73,2%), seguido por aranhas (8,2) e abelhas (7,4%). Nas áreas rurais a maior incidência de casos também envolvem escorpiões (51,6), seguido por serpentes (17,6%) e aranhas (16,4%)”.

O que fazer em caso de acidentes?

Andréia orienta que a vítima deve ser mantida calma, para evitar que faça movimentos bruscos. O membro acometido deve ser mantido mais elevado em relação ao restante do corpo. A pessoa deve ser encaminhada o quanto antes para o serviço de saúde para ser atendida. Ela sugere que, se for possível e não apresente risco de um novo acidente, o animal envolvido deve ser levado também ao local de atendimento, para facilitar o diagnóstico.



Tratamento

Na maior parte dos casos, o tratamento é feito com soro, elaborado a partir de um concentrado de anticorpos para combater o agente tóxico que atua no corpo do paciente.
Por isso é tão importante a correta identificação do animal que causou a picada, porque facilita o diagnóstico e o tratamento, já que para cada tipo de veneno, há um soro específico preparado com a mesma toxina do animal peçonhento.
Os soros antipeçonhentos são distribuídos gratuitamente pelo Ministério da Saúde, em todo o país, para a rede do Sistema Único de Saúde (SUS). 

Quais cuidados tomar?

Alguns cuidados previnem acidentes com animais peçonhentos:

Em casa

- Seja cuidado ao entrar em locais que estão fechados há muito tempo;
- Bata os colchões e a roupa de cama antes de usá-los;
- Balance cuidadosamente roupas, sapatos, toalhas que ficaram no imóvel durante o período em que permaneceu fechado;
- Afaste as camas das paredes e evite pendurar roupas fora dos armários;
- Vede frestas e buracos em paredes e assoalhos;
- Limpe o interior e o exterior da casa usando luvas, botas e calças compridas;
- Evite o acúmulo de lixo, entulhos e materiais de construção próximo à casa;
- Nunca colocar as mãos em buracos ou frestas;
- Caso encontre algum animal peçonhento dentro de casa, afaste-se dele sem assustá-lo e entre em contato com o centro de controle de zoonoses da sua cidade. Lembre-se que estes animais só atacam para poderem se defender, portanto não os provoque.

Fora de casa

- Se estiver em algum lugar ao ar livre, verifique cuidadosamente a área em volta onde você pretende instalar-se;
- Em regiões de mato alto, use sempre calça comprida e botas;
- Próximo a matas e na beira de estradas, evite deixar as portas do carro abertas, principalmente ao anoitecer;
- Nunca pegue animais peçonhentos com as mãos, mesmo que eles pareçam mortos;
- Fazer um controle do número de roedores pode evitar a aproximação de serpentes peçonhentas, que se alimentam deles.

fonte: https://www.greenme.com.br/morar/faca-voce-mesmo/4618-chuvas-e-calor-animais-peconhentos-cuidados

quarta-feira, 23 de novembro de 2016

Classificação da agressividade canina:

Comportamentos agressivos são absolutamente normais e têm causas variadas portanto, por mais bonzinho que seja, qualquer animal pode se apresentar agressivo e morder, dependendo da situação. Cabe às pessoas serem responsáveis, aprendendo a identificar os sinais de stress e respeitando o sentimento dos animais, para que todos possam ter uma convivência pacífica e sem acidentes. 


Observa-se que a freqüência maior de acidentes ocorre porque as pessoas não percebem que estão, de alguma maneira, tendo atitudes provocativas e os animais respondem a essa “provocação” com agressão. A agressividade canina pode ser dividida pela característica e comportamento que o animal  expressa, assim a agressividade pode ser: 
Por dominância: é o tipo de agressividade mais comum e manifesta-se quando o cão sente que posição hierárquica está ameaçada por um membro do grupo (matilha). O cão mais dominante é chamado “alfa” e conquista o direito de ter sempre a primeira escolha, seja a hora de õ comer, acasalar escolher abrigo ou ter atenção. Ao encarar a família como seu grupo social, o cão busca uma posição dentro dessa estrutura e não encontrado limites assume a posição de líder (alfa). Essa distribuição de posições não se mantém estática e o cão continua testando seus limites. Os sinais sutis da dominância, expressões faciais, posturas corporais, emissões de sons, podem passar despercebidos pela família até o momento em que o animal morde, revelando que se vê como dominante, como a posição “alfa”, de líder na relação. O proprietário não entendendo a progressão do comportamento agressivo, culpa o cão por morder, aparentemente sem razão. Pode ocorrer também a denominada, posição “beta”, ou seja, o cão respeita apenas um individuo do grupo familiar a quem ele considera como seu dono, seu líder, e aos demais Tenta se impor demonstrando agressividade por considerá-los submissos. 
Por medo: a agressividade por medo ocorre quando o cão amedrontado, pode se sentir ameaçado ou acuado, seja por temer a uma situação nova ou porque a pessoa ou situação remete um episódio anterior que lhe foi desagradável. 
Por influência hormonal: nos machos, os hormônios masculinos estimulam a competição e contribuem para desencadear a agressividade por dominância, em fêmeas no cio também podem brigar entre si. 
Territorial: diz respeito ao estabelecimento dos espaços de ocupação do cão como um individuo ou na matilha. Este espaço varia de acordo com a circunstâncias por exemplo: mesmo quando o cão está passeando na rua uma área de aproximadamente um metro e meio ao seu redor ou ao redor dele ou de seu dono podem ser considerados espaço territorial. 
Alimentar ou predatória: o instinto de caçador, presente em todos os cães, se manifesta no habito de perseguir e abater as presas. Esse tipo de agressividade apresenta-se mais freqüentemente contra outros animais. Os alvos mais comuns são, carros, motos, bicicletas em movimento eventualmente crianças ou pessoas correndo. O cão entendem  estes alvos móveis como caça. 
Idiopático: que a agressão espontânea imprevisível e inexplicável, pode indicar alteração no comportamento e sugere que o animal pode estar acometido de raiva.

fonte: http://www.saude.mt.gov.br/upload/documento/50/manual-raiva-[50-151009-SES-MT].pdf



quarta-feira, 28 de setembro de 2016

Respeite os animais e evite acidentes.





Respeitar e conhecer o comportamento dos animais é importante para evitar acidentes.
Os adultos têm o dever de ensinar as crianças e respeitar e a se comportar na presença os animais. 
Crianças pequenas não devem ser deixadas sozinhas com animais, sem a supervisão de um adulto responsável.





quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

Cuidados no calor.




Nunca deixe seus animais presos em carros sob o sol quente. Eles podem morrer devido às altas temperaturas. Seja responsável e evite acidentes e muito sofrimento.


terça-feira, 18 de novembro de 2014

Acidentes com escorpiões.



Acidentes com animais peçonhentos são um problema de saúde pública e o atendimento imediato é fundamental para a sobrevivência das vítimas e redução de possíveis sequelas. Confira abaixo as dicas da Unidade Técnica de Vigilância de Zoonoses, do Ministério da Saúde.
O processo de urbanização tem levado ao aumento da exposição a esses animais. O escorpião, por exemplo, se alimenta de baratas, portanto sobrevive em ambientes urbanos com facilidade. Além disso, o depósito e acúmulo de lixo, entulhos e materiais de construção junto às habitações podem servir de abrigo para os animais peçonhentos.
Com as chuvas, esses animais são obrigados a sair dos seus esconderijos e a procurar novos abrigos, tanto em áreas urbanas quanto rurais. Assim, não é difícil encontrá-los nas proximidades das casas, jardins e parques. É importante manter limpos os locais próximos a residências, calçadas, jardins, quintais, paióis e celeiros. Fazer o controle do número de roedores, pode evitar a aproximação de serpentes peçonhentas que deles se alimentam. Vedar frestas e buracos em paredes, assoalhos, forros, meias-canas e rodapés, além de utilizar telas e vedantes em portas, janelas e ralos são outras formas de evitar a presença desses animais.

Os profissionais de saúde têm ficado mais sensíveis para a importância da notificação. Desde 2010, acidentes com animais peçonhentos são considerados um agravo de notificação compulsória, ou seja, todo acidente atendido em unidade de saúde do SUS tem que ser notificado ao Ministério da Saúde.
Eles são classificados dessa forma por produzirem a “peçonha”, toxina utilizada ativamente para caça ou defesa, e terem algum mecanismo que permite a injeção do veneno na vítima, como presas, aguilhões ou ferrões. No Brasil, o número de acidentes varia conforme a região do país: No Sul são mais comuns acidentes com aranhas. No Norte e Centro-Oeste, com serpentes e no Nordeste e Sudeste, com escorpiões.
Em locais propícios à presença desse tipo de animais, deve-se utilizar sempre equipamentos de proteção individual (EPI), como luvas de couro e botas de cano alto ou com perneiras. Não colocar as mãos em tocas ou buracos na terra, ocos de árvores, cupinzeiros, entre espaços situados em montes de lenha ou entre pedras. Adotar medidas preventivas quando realizar atividades de limpeza, deslocamento de móveis e outros objetos, pois serpentes, escorpiões e aranhas podem estar nas frestas, superfícies ou cantos. Examinar calçados e roupas pessoais, de cama e banho, antes de usá-las.
Lembre-se: Ao encontrar algum animal peçonhento em qualquer situação, afaste-se com cuidado, evite assustá-lo ou tocá-lo, mesmo que pareçam mortos, e procure a autoridade local para providências.
O que fazer – Os animais peçonhentos injetam veneno pelo ferrão, dente, aguilhão e cerda urticante. Dependendo da espécie do animal, os acidentes podem até levar a morte, caso a pessoa não seja socorrida e tratada adequadamente, quando necessário, com soro específico. O Ministério da Saúde distribui soros antipeçonhentos para todo o país, que está disponível na rede do Sistema Único de Saúde (SUS). A identificação do animal responsável pelo acidente facilita o diagnóstico e tratamento.
Na ocorrência de acidente, mantenha a vítima calma, evitando movimentos desnecessários, e com o membro acometido mais elevado em relação ao restante do corpo, caso seja possível. A vítima deve ser levada o serviço de saúde do SUS com urgência. Se possível, e caso não apresente risco de um novo acidente, o animal agressor deve ser levado com a vítima.
O que não fazer – Não corte o local da picada, pois a peçonha de algumas serpentes causam hemorragias e um corte pode aumentar ainda mais o sangramento. Não tente sugar o veneno e nem colocar substâncias caseiras sobre o ferimento. Tais práticas apenas aumentam as chances de infecção local. Também não amarre o membro acometido (torniquete), já que isso reduz a circulação sanguínea no local, podendo levar a quadros de necrose.

Fonte: Gabriela Rocha/ Blog da Saúde


terça-feira, 10 de setembro de 2013

Acidentes com animais venenosos. O que fazer?


ACIDENTES POR ANIMAIS PEÇONHENTOS
Hospital Vital Brazil
Especializado no tratamento de acidentes por animais peçonhentos
Assistência médica gratuita/orientação telefônica 24 horas por dia:

Av. Vital Brasil, 1500 - Butantã : CEP - 05503-900 - São Paulo - SP
FoneFones: (11) 2627-9529 e (11) 2627-9528
Fax Fax: (11) 3726-7962
PRIMEIROS SOCORROS:
Hidrate a vítima com gloes de águaEleve o local afetado
▲ Lavar o local da picada apenas com água ou com água e sabão;
▲ Hidrate a vítima com goles de água
▲ Eleve o local afetado
▲ Levar a vítima imediatamente ao
serviço de saúde mais próximo
Não corte ou fure o local da picadaNão faça torniquete
▲ Não corte ou fure o local da picada▲ Não faça torniquete
TIPOS DE ACIDENTES:

Acidentes por cobra

Acidente botrópico (causado por serpentes do grupo das jararacas): dor e inchaço no local da picada, às vezes com manchas arroxeadas e sangramento pelos orificios da picada; sangramentos em gengivas, pele e urina. Pode evoluir com complicações como infecção e necrose na região da picada e insuficiência renal.

Acidente laquético (causado por surucucu): quadro semelhante ao acidente botrópico, acompanhado de vômitos, diarréia e queda da pressão arterial.

Acidente crotálico (causado por cascavel): no local sensação de formigamento, sem lesão evidente; dificuldade de manter os olhos abertos, com aspecto sonolento, visão turva ou dupla, dores musculares generalizadas e urina escura.

Acidente elapídico (causado por coral verdadeira): no local da picada não se observa alteração importante; as manifestações do envenenamento caracterizam-se por visão borrada ou dupla, pálpebras caídas e aspecto sonolento.

Convém lembrar que serpentes não peçonhentas também podem causar acidentes e que nem sempre as serpentes peçonhentas conseguem inocular veneno por ocasião do acidente. Cerca de 40% dos pacientes atendidos no Hospital Vital Brazil são picados por serpentes consideradas não-peçonhentas ou por serpentes peçonhentas que não chegaram a causar envenenamento.

Acidentes por escorpião

Os escorpiões de importância médica estão distribuídos em todo o país, causam dor no local da picada, com boa evolução na maioria dos casos, porém crianças podem apresentar manifestações graves decorrentes do envenenamento.

Em caso de acidente, recomenda-se fazer compressas mornas e analgésicos para alívio da dor até chegar a um serviço de saúde para as medidas necessárias e avaliar a necessidade ou não de soro.

Acidentes por aranhas

São três os gêneros de aranhas de importância médica no Brasil:

Loxosceles ("aranha-marrom"): é importante causa de acidentes na região Sul. A aranha provoca acidentes quando comprimida; deste modo, é comum o acidente ocorrer enquanto o individuo está dormindo ou se vestindo, sendo o tronco, abdome, coxa e braço os locais de picada mais comuns.

Phoneutria
("armadeira", "aranha-da-banana", "aranha-macaca"): a maioria dos acidentes é registrada na região Sudeste, principalmente nos meses de abril e maio. É bastante comum o acidente ocorrer no momento em que o indivíduo vai calçar o sapato ou a bota.

Latrodectus ("viúva-negra"): encontradas predominantemente no litoral nordestino, causam acidentes leves e moderados com dor local acompanhada de contrações musculares, agitação e sudorese.

As aranhas caranguejeiras e as tarântulas, apesar de muito comuns, não causam envenenamento. As que fazem teia áreas geométricas, muitas encontradas dentro das casas, também não oferecem perigo.

Acidentes por taturanas ou lagartas

As taturanas ou lagartas que podem causar acidentes são formas larvais de mariposas que possuem cerdas pontiagudas contendo as glândulas do veneno. É comum o acidente ocorrer quando a pessoa encosta a mão nas árvores onde habitam as lagartas.

O acidente é relativamente benigno na grande maioria dos casos. O contato leva a dor em queimação local, com inchaço e vermelhidão discretos. Somente o gênero Lonomia pode causar envenenamento com hemorragias à distância e complicações como insuficiência renal.

Soros

Os soros antipeçonhentos são produzidos no Brasil pelo Instituto Butantan (São Paulo), Fundação Ezequiel Dias (Minas Gerais) e Instituto Vital Brazil (Rio de Janeiro). Toda a produção é comprada pelo Ministério da Saúde que distribui para todo o país, por meio das Secretarias de Estado de Saúde. Assim, o soro está disponível em serviços de saúde e é oferecido gratuitamente aos acidentados.

Em São Paulo, a relação dos pontos estratégicos para o atendimento dos acidentes por animais peçonhentos está disponível no site:

Link do CVE.SAUDE.GOV.BRwww.cve.saude.sp.gov.br

sábado, 24 de setembro de 2011

Principais motivos que levam um cão a morder

Saiba os principais motivos que podem levar um cão a morder
* Instinto de caça: o instinto de perseguir e morder presas para comê-las permanece, apesar dos cachorros não precisarem mais caçar para conseguir comida.
* Posse dos objetos: movido pela defesa de posse, por exemplo, de um brinquedo, uma roupa ou um objeto que ele goste.
* Medo: todos os cães, sem exceção, mordem por medo. Quando estão apavorados e alguém tenta pegá-los, por exemplo, eles agridem e mordem para afastar o que lhes parece uma ameaça.
* Comida: o cão pode morder e rosnar para qualquer um que se aproxime no momento que está saboreando uma refeição.
* Dominância: para demonstrar superioridade àquele que está sendo mordido (pessoas ou outros animais). Este tipo de agressão vai desde um simples rosnado até um ataque real.
* Defesa do território: o cão protege a propriedade e, quanto menor o território, com mais agressividade o animal irá protegê-lo. O cão considera que a casa, o quintal e outras dependências da propriedade são seus territórios.
* Dor: como resposta a um estimulo doloroso. A mordida tem por objetivo acabar com o estimulo desagradável.
*Proteção da cria: fêmeas com filhotes geralmente ficam mais agressivas para proteger seus filhotes.

Fonte: Portal da Cinofilia (acessado em 12/09/2011)

Lembre-se que todos os animais podem morder, até os mais dóceis, dependendo da situação em que ele se encontra.

domingo, 11 de setembro de 2011

Como prevenir acidentes com abelhas e vespas.

  • a remoção de colônias de abelhas e vespas situadas em lugares públicos ou residências deve ser feito por profissionais devidamente treinados e equipados.
  • barulhos, perfumes fortes, desodorante, spray fixador para cabelos, o próprio suor do corpo, roupas de cores escuras (principalmente preto e azul-marinho) desencadeiam o comportamento agressivo, e consequentemente o ataque de vespas e abelhas.
  • não jogar nenhum produto sobre o enxame ou colméia, como álcool, querosene, água ou inseticida, porque neste caso elas podem se sentir ameaçadas e picar.
  • evite movimentos bruscos e excessivos quando próximo à colméia.
  • não grite: abelhas são atraídas pelo ruído, principalmente os agudos.
  • evite operar qualquer máquina barulhenta próximo à colméia.
  • tenha cuidado ao entrar em locais que possam abrigar uma colméia.
  • preste atenção ao ruído característico de um enxame.
  • mantenha-se alerta ao executar trabalho em lavoura, e locais onde as abelhas possam estar coletando material (hortaliças, flores, troncos).
  • ensine as crianças a se precaverem e não molestarem as abelhas.
  • lembre-se que normalmente as vespas e abelhas só atacam se forem importunadas ou agredidas.
  • em caso de reicidência de instalação de colméia no mesmo lugar, deve-se providenciar a eliminação destes abrigos, como vedar frestas ou buracos por onde elas podem entrar, remover materiais inservíveis (caixote, móveis, pneus, etc), entre outros.
(fonte: http://www.abelhas.noradar.com/)

sábado, 2 de julho de 2011

Como prevenir acidentes com serpentes

  • Não andar descalço.
  • Olhar sempre com atenção o local de trabalho e caminhos a percorrer.
  • Usar luvas de couro nas atividades rurais e jardinagem, nunca colocar as mãos em tocas ou buracos na terra, ocos de árvores, cupinzeiros, espaços situados entre montes de lenha ou entre pedras.
  • Tampar as frestas e buracos nas paredes e assoalhos.
  • Não depositar ou acumular material inútil junto à habitação rural, como lixo, entulhos e materiais de construção; manter sempre a calçada limpa ao redor da casa.
  • Controlar o número de roedores existentes na área de sua propriedade: além de outros problemas de saúde pública, a diminuição do número de roedores irá evitar a aproximação de serpentes venenosas que deles se alimentam.
  • Não deve ser feito o manuseio de serpentes vivas. Não tocar em serpentes, mesmo mortas, pois por descuido ou inabilidade há o risco de ferimentos nas presas venenosas.
  • Proteger os predadores naturais de serpentes como as emas, siriemas, gaviões, gambás e cangambás.
EXISTE UMA ÉPOCA DO ANO EM QUE ESTES ACIDENTES OCORREM COM MAIOR FREQUÊNCIA?
Sim, a época de calor e chuvas é a mais propícia para a ocorrência de acidentes, pois é quando os animais estão em maior atividade, coincidindo com o período de plantio e colheita agrícola. No inverno o número de acidentes diminui bastante.

Em caso de acidente, não faça qualquer atendimento caseiro, não corte nem perfure o local da mordida e não faça torniquete. Procure imediatamente um serviço médico.
Aprenda mais visitando o site http://www.butantan.gov.br/

Dormideira, cobra não venenosa
(fonte: www.cit.sc.gov.br/index.php?p=serpentes)                                                Adriana Xande

domingo, 29 de maio de 2011

Como evitar acidentes com aranhas, escopiões e lacraias.

As principais medidas preventivas são: 
  1. Manter jardins e quintais limpos.
  2. Evitar o acúmulo de entulho, folhas secas, lixo doméstico, material de construção, nas proximidades das casas.
  3. Evitar folhagens densas (plantas ornamentais, trepadeiras, arbusto, bananeiras e outros) junto a paredes e muros das casas; manter a grama sempre bem aparada.
  4. Limpar periodicamente os terrenos baldios vizinhos, obedecendo uma faixa de 1 a 2 metros das moradias.
  5. Vistoriar roupas e sapatos antes de vestí-los.
  6. Não colocar as mãos desprotegidas em buracos, sob pedras e troncos podres.
  7. Uso de calçados e luvas de raspa de couro ajudam a evitar acidentes.
  8. Vedar as soleiras das portas e janelas ao escurecer.
  9. Vedar frestas e buracos em paredes e assoalhos; consertar rodapés despregados; colocar telas na janelas e saquinhos de areia nas soleiras das portas.
  10. Usar telas em ralos, pias e tanques.
  11. Afastar as camas das paredes; evitar o contato de roupas de cama e mosquiteiros no chão.
  12. Combater a proliferação de insetos, principalmente baratas.
  13. Acondicionar o lixo domiciliar em sacos plásticos ou em recipientes que possam ser mantidos fechados.
  14. Preservar os inimigos naturais dos escorpiões (galinhas, sapos, louva-deus, macacos, algumas formigas, gaviões, corujas, seriema, e outros).

Em caso de acidente, procurar atendimento médico e não realizar procedimentos de uso caseiro.

(fonte: http://www.butantan.gov.br/)